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Putin e Obama pedem fim de conflitos na Ucrânia.

O tão esperado encontro entre os presidentes russo, Vladimir Putin, e norte-americano, Barack Obama, ocorreu nesta sexta-feira (06) durante as comemorações dos 70 anos do Dia D da Segunda Guerra Mundial. Os dois também tiveram encontros bilaterais com o novo presidente da Ucrânia, Petro Poroshenko.
O porta-voz de Putin, Dmitri Peskov, afirmou que os dois presidentes concordaram que é hora de "dar um basta no derramamento de sangue" na Ucrânia e discutiram "temas relacionados ao país", informou a agência Interfax.
O presidente italiano, Giorgio Napolitano, declarou que o clima do encontro na Normandia estava muito bom. "Era um clima de vizinhança, leve, inclusive entre Putin e Obama".
Segundo o presidente francês, François Hollande, o encontro entre Putin e Poroshenko foi "normal e importante". Os dois trocaram apertos de mão e conversaram por alguns minutos sobre a situação ucraniana. Nos últimos dias, Putin havia dado a impressão de que estava pronto para conversar com o novo mandatário ucraniano - apesar de não participar de sua cerimônia de posse.
Em tom nem tão calmo quanto os outros encontros, a chanceler alemã Angela Merkel, pediu para que o presidente russo "assumisse responsabilidades", afirmando que ele tem uma "grande" parte de culpa e de poder para resolver a crise ucraniana, informou em nota o governo alemão.
Peskov afirmou em nota que "a chanceler expressou suas convicções que, depois das eleições presidenciais reconhecidas internacionalmente (na Ucrânia), é preciso utilizar o tempo para encontrar uma solução para estabilizar a situação no Leste da Ucrânia. E, nesse sentido, a Rússia deve assumir grandes responsabilidades". 
Fonte: Jornal do Brasil
Michelle fabulosa e sua festa dos cinquenta. Só entrou quem era pop!


As recepções a líderes mundiais e a personalidades de grande relevância são rotineiras na Casa Branca, mas nunca um evento reuniu tantas celebridades como a festa do 50.º aniversário da primeira-dama Michelle Obama, na noite do último sábado. As opiniões sobre o momento dividem-se entre o concerto de Beyoncé, a dança do Presidente Barack Obama, ou o seu discurso emocionado dedicado à mulher.

As regras impostas aos convidados eram simples e incontornáveis: nada de celulares, muita dança e pouca comida. A imprensa não teve direito a convite e a lista dos convidados não foi revelada, mas o segredo do evento não impediu que alguns detalhes fossem conhecidos.

A imprensa norte-americana dá conta de um desfile de políticos e celebridades quase infindável. Bill e Hillary Clinton, o vice-Presidente, Joe Biden, sir Paul McCartney, a antiga estrela da NBA, Magic Johnson, e Stevie Wonder são apenas alguns dos nomes mais conhecidos que marcaram presença na festa de Michelle.

Os parabéns ficaram a cargo de John Legend, mas foi Beyoncé, cada vez mais uma presença habitual nos eventos presidenciais – o Washington Post já lhe chama a diva da presidência –, que brilhou sob os holofotes. Os êxitos “Single Ladies (Put a Ring on It)“ e “To The Left” foram interpretados pela cantora norte-americana. Os Obama foram também brindados com uma cover de “At Last”, de Etta James, uma das preferidas do casal.

Alguns convidados saudaram o discurso emocionado que Barack Obama dirigiu a Michelle, descrevendo-a como uma grande mulher e mãe e agradecendo-lhe por ter feito dele um homem melhor. “Ele subiu a fasquia para todos nós, não sei como é que vamos conseguir estar à altura a partir de agora”, afirmou à saída da festa o cantor James Taylor, citado pela CNN. O artista Herbie Hancock notou que a voz do Presidente “quase quebrou como se estivesse a chorar.”

Com cinquenta anos e “fabulosa”, como frisou durante a última semana, Michelle organizou uma festa para demonstrar isso mesmo. A primeira-dama, cujo aniversário foi na sexta-feira, apareceu com uma camisola vermelha e de calças e, segundo alguns convidados, “pareceu muito confortável e feliz.” O convite advertia para a utilização de “calçado para dançar” e os convidados cumpriram.


O actor Samuel L. Jackson dizia, à entrada da festa, que estava à espera de ouvir “música de outros tempos” e Magic Johnson prometeu dançar a noite toda. O gosto de Michelle Obama pela dança já foi comprovado nas aparições em vários programas televisivos, como no de Ellen DeGeneres ou o de Jimmy Fallon. Mas foi mesmo Barack Obama quem dominou a pista com o seu “dougie”.

Fonte: Publico Pt
Barack Obama disse que os interesses dos EUA com o Brasil, são maiores que questões de espionagem.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse hoje (6) que os interesses do seu país com México e Brasil são maiores do que a questão da espionagem, e que não “assina embaixo de tudo que os jornais dizem” a respeito do assunto. Sobre atuação da Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA, na sigla em inglês), Obama cogitou dar "um passo atrás" para analisar a forma como as tecnologias têm sido usadas.
Obama ressaltou que “há uma gama de interesses” nas relações envolvendo os EUA e os dois países que, segundo denúncias veiculadas na imprensa, foram espionados. “Especificamente sobre Brasil e México, temos de analisar as alegações. Não assino embaixo de tudo que os jornais dizem. Levo as alegações muito a sério, entendo as alegações de mexicanos e do povo brasileiro, e vamos trabalhar para ver onde está a fonte de tensão”, disse hoje (6), durante coletiva de imprensa em São Petersburgo, na Rússia, onde ocorre a 8ª Cúpula do G20, reunindo as maiores economias mundiais.

“A razão pela qual fui ao Brasil é que esse é um país importante e com história de sucesso na transição da ditadura para a democracia, além de ser uma das economias mais dinâmicas do mundo”, argumentou o presidente dos EUA.
Sobre a atuação da NSA, envolvida na espionagem ao Brasil e México, Obama disse caber à agência "buscar informações que não estão em fontes públicas", e que essa prática é similar ao que países mundo afora fazem por meio dos seus serviços de inteligência. “A verdade é que somos maiores e temos melhor capacidade”, emendou.

"Com a tecnologia mudando tão rapidamente, e as capacidades aumentando ainda mais, é importante que a gente dê um passo atrás e analise o que estamos fazendo, porque, só porque podemos conseguir as informações, não quer dizer que tenhamos que acessá-las. Pode ter aí uma relação custo-benefício que temos que pesar", completou o presidente norte-americano.
Ele considerou a possibilidade de a NSA fazer análises "camada a camada", para identificar o que, posteriormente, pode ser analisado de forma mais aprofundada.


Fonte: Portal EBC
Barack Obama diz que EUA não precisam de autorização da ONU para atacar a Síria

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse hoje (6) que não depende de autorização da Organização das Nações Unidas (ONU) para um eventual ataque à Síria. Os Estados Unidos afirmam ter provas de que foram usadas armas químicas em ataques na Síria, cuja responsabilidade é atribuída ao governo do presidente sírio, Bashar Al Assad.
“Diante da paralisia do conselho das Nações Unidas na questão, uma resposta internacional é demandada, e não deve vir de decisão do Conselho de Segurança. Preferiria trabalhar por meio de canais multilaterais e ONU, mas acredito que a segurança mundial e dos EUA demandam [decisões por outros meios]”, disse o presidente norte-americano durante coletiva de imprensa em São Petersburgo, na Rússia, onde ocorre a cúpula do G20.

Obama informou que fará na próxima terça-feira (10) um pronunciamento aos cidadãos norte-americanos, a fim de buscar respaldo do Congresso a um eventual ataque à Síria. 

Perguntado sobre se o ataque pode ser feito sem a autorização do Congresso, ele disse que, entre os motivos da consulta, está o de fazer com que o Legislativo explique ao povo americano “que esta é a coisa certa” a fazer.
“Há várias decisões que tomo que são impopulares, mas é o que se há para fazer”, disse, ao reconhecer que ações desse tipo, envolvendo operações militares, são sempre impopulares. “Fui eleito para acabar com uma guerra, e não para começar outras. Mas tenho o dever da proteção, e há tempos difíceis se quisermos defender aquilo que acreditamos”, acrescentou.
Segundo ele, o uso de armas químicas é uma ameaça à segurança global, principalmente para países vizinhos como Turquia e Israel. "Há riscos de essas armas caírem nas mãos de terroristas", alertou. Apesar de não confirmar se fará ou não o ataque, Obama disse ter condições para uma intervenção “hoje, amanhã ou daqui a um mês”.O presidente norte-americano acrescentou que continuará a contatar líderes mundiais “para tomar as ações necessárias”, e pediu união contra o uso de armas químicas pelo regime de Assad.
Também da Rússia, a presidenta Dilma Rousseff havia informado, anteriormente, que o Brasil não reconhece qualquer ação militar na Síria sem que haja aprovação das Nações Unidas.
Segundo Obama, “a conferência foi unânime à ideia de que armas químicas foram usadas, e a maioria dos presentes está aceitando e concordando que o governo de Assad é o responsável pelo uso delas. Isso, claro, foi questionado por [Vladimir] Putin [presidente da Rússia, país contrário a qualquer ataque à Síria]”, disse Obama.
A conversa com o presidente russo foi “tranquila e construtiva”, segundo Obama, e não abrangeu a questão do asilo dado pela Rússia a Edward Snowden, ex-funcionário de uma empresa terceirizada que prestava serviços para a Agência Nacional de Segurança norte-americana (NSA) e principal responsável pelas denúncias de espionagem pelo governo norte-americano.
“Temos uma relação muito direta [com Putin]. Discutimos a questão da Síria. Foi citado que em todos os pontos de interesse comum, teremos de trabalhar de forma conjunta”, disse o presidente dos EUA.

Fonte: Agência EBC

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