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Um bebê de oito meses é agredido pela própria mãe na china. Saiba como e por quê da agressão.

Uma história de violência de uma mãe contra o próprio filho chocou e comoveu a China na última semana. O bebê, de apenas oito meses de idade, sobreviveu após ter recebido dezenas de tesouradas, a maior parte delas no rosto, por ter mordido o seio da mãe enquanto mamava.

O crime aconteceu em Zuzhou, na Província de Jiangsu. O menino Xiao Bao mora, com a mãe e dois tios, que trabalham coletando lixo para reciclagem. Foi um dos tios quem descobriu o bebê ferido, deitado em uma poça de sangue, no quintal de casa, e o levou ao hospital. 

A mãe confessou que atacou Xiao porque ele a mordeu durante a amamentação. O bebê precisou receber cem pontos depois do incidente e ainda está se recuperando no hospital.

Vizinhos pediram que o governo tirasse o menino da família, mas o pedido foi negado, porque, aparentemente, a mãe não sofre de doenças mentais e o bebê está protegido pela presença dos tios.

Fonte: Daily Mail
Bebê mais pesado da Alemanha, nasce de parto normal, pesando mais de 6 kg.

Um dos bebês mais pesados ​​que já nasceram na Alemanha nasceu na semana passada no Hospital da 
Universidade de Leipzig. 

 A menina, Jasleen, nasceu pesando 6,1 kg e medindo cerca de 23 centímetros de comprimento. 

 Ela nasceu de parto normal,  de acordo com um comunicado do hospital. 

"Nós antecipamos que a criança seria grande", disse Holger Stepan, chefe do setor obstetrícia do hospital. 

"Estavamos preparados! Com antecedência montamos uma equipe especial (de médicos e enfermeiras) para estar prontos para eventuais complicações." 

Ele disse que nunca antes tinha ajudado no nascimento de um bebê tão pesado. 

A mãe da menina sofria de diabetes gestacional, que se não tratada ou não controlada, pode causar o nascimento de bebês maior do que o normal. 

Seu problema de diabetes, não foi descoberto, até que a mãe internou-se no hospital, em consequência do parto. Ela não havia consultado naquele hospital até então. 

 O hospital disse que a mãe e a criança estão bem. De acordo com o site do Guinness World Records, o bebê mais pesado - pesando cerca de 10,7 quilos - nasceu em Sevilha, Ohio, no Canadá, em 19 de janeiro de 1879. Ele morreu 11 horas depois do nascimento.


Veja a notícia original, transmitida na Europa pela CNN.


Refluxo dos bebês. Quando ficar preocupado?

Cerca de 50% dos bebês apresentam um refluxo fisiológico nos primeiros quatro meses de vida. Segundo Soraia Tahan, professora adjunta de gastroenterologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), as regurgitações são muito comuns e, na maioria das vezes, não há motivos para os pais se preocuparem.
De acordo com a médica, esse incômodo é causado por um relaxamento inadequado e transitório de uma camada muscular que fica acima do estômago. "Quando ela relaxa de maneira inadequada, o alimento volta para o esôfago", explica.

Quando o refluxo é doença

Se, além de regurgitar ou vomitar, seu bebê tem dificuldade de ganhar peso e apresenta irritabilidade ou desconforto ao mamar, vale a pena ficar alerta.
Essas são, segundo Soraia Tahan, algumas das manifestações da chamada doença do refluxo gastroesofágico. Nesse caso, a criança também pode sentir dor quando come ou apresentar irritabilidade porque a doença pode causar uma inflamação do esôfago, a chamada esofagite.
Também podem aparecer, de acordo com a professora, manifestações respiratórias. A mais comum é a apneia, que é quando a criança para de respirar por conta de um refluxo grave.
O diagnóstico da doença de refluxo só pode ser feito por um médico. "O que os pais podem e devem fazer sempre é um acompanhamento pediátrico", orienta.

O que pode ajudar

O ideal é que o bebê não passe por intervalos muito longos entre as mamadas. E, depois da amamentação, a criança deve ficar em pé no colo para arrotar e se sentir mais confortável.
Para quem não está em aleitamento materno, existem, segundo a professora, fórmulas (leites infantis) com uma goma que atua como um espessante, diminuindo o refluxo. As fórmulas, no entanto, não servem para o refluxo patológico, apenas para o fisiológico, que tende a desaparecer com o tempo. "Com seis meses, o refluxo fisiológico começa a melhorar. Com um ano, há pouco sintomas e, com 18 meses, a criança quase não tem mais sintomas", explica Soraia Tahan. 

 Fonte: Site Meu bebê

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