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Nokia e o sistema Android? Empresa finlandesa aposta em celulares populares.


Antes parceira fiel do Windows Phone, a Nokia surpreendeu ao anunciar a linha de celulares Nokia X, com sistema operacional móvel Android, e os aparelhos 220 e Asha 230. Mas erra quem pensa que essa atitude foi uma traição: na verdade, trata-se de uma estratégia para desbancar a própria Google a ajudar a popularizar a Microsoft entre novos consumidores.
Pode parecer confuso, mas o ex-CEO e atual chefe da divisão mobile da Nokia, Stephen Elop esclarece o assunto. Segundo ele, a ideia é manter o Windows Phone no topo, com dispositivos de alto desempenho. Abaixo, vem a nova família Nokia X, com um Android cuja interface lembra bastante o sistema operacional da Microsoft.
Além disso, vários serviços oferecidos como padrão nessa linha serão da própria empresa, como Skype, OneDrive e Outlook, em vez dos tradicionais Hangouts, Google Drive e Gmail, da rival.

Transição natural


Quem comprar o Nokia X e gostar do serviço, portanto, será levado a comprar um smartphone com Windows Phone em seguida – e o mercado do Android, que é o sistema operacional móvel mais difundido do mundo, é uma mina de ouro a ser explorada.
"Você vê muitos outros vendedores de Android que estão em posições difíceis e constroem produtos normais ou incríveis, mas sem serem capazes de avançar, porque esse ecossistema evoluiu bastante", argumenta Elop, insistindo que a Microsoft e a Nokia têm essa base e a capacidade de criar um catálogo diferenciado de eletrônicos – que culminam no Windows Phone, claro.
"Agora é o momento certo, porque há um crescimento de smartphones de baixo custo em vários países. (...) Nós temos que ganhar o direito dessa próxima compra [do consumidor, após o Android]. O que nós fizemos, claro, é ter certeza de que a interface primária do usuário é unicamente da Nokia", conclui o executivo.

Fonte: TecMundo
A Google anunciou hoje, num evento para jornalistas a mais nova versão do sistema operacional Android 4.3 que continua a se chamar Jelly Bean. Apesar da mesma nomenclatura, o SO móvel do robozinho verde trouxe algumas novidades para smartphones e tablets que ganharão (ou não) a última versão do sistema operacional.

As novidades são muitas, mas apenas algumas foram contempladas para serem destacadas por Sundar Pichai, o novo chefão do Android e que também acumula o cargo de chefão do Chrome OS. Primeiro, o Android 4.3 Jelly Bean ficou ainda mais rápido, liso e responsivo. Para isso, os desenvolvedores da Google deram uma melhora no tempo de execução do Vsync, implementou um buffer triplo, toque de latência reduzida, melhoria na entrada de de dados para a CPU e renderização 2D aceleração acelerada por hardware. 

Na parte de gráficos, o Android 4.3 confirmou o que já se especulava, o SO traz suporte para a nova API OpenGL ES 3.0, que permite desenvolver jogos com melhores gráficos, incluindo uma série de melhorias de aceleração de efeitos visuais em gráficos de alta complexidade. Na ocasião da apresentação, foi apresentado um aplicativo que poderá ser baixado na Google Play Store e que explora os recursos e melhorias nos gráficos com o OpenGL ES 3.0. Este recurso é altamente dependente do hardware, portanto, os jogos que utilizam esse recurso poderão não mostrar todo os detalhes pela ausência do suporte ao OpenGL ES 3.0.

A Google trouxe o suporte ao chamado Bluetooth inteligente, mesmo Bluetooth 4.0 LE (Low Energy), outra funcionalidade que dependerá do hardware. Com o Bluetooth 4.0 LE e o AVRCP 1.3, o Android 4.3 economizará energia no uso dessa conexão e ainda poderá enviar mais que apenas o arquivo para outros aparelhos, mas informações do tipo quem está cantando a canção, álbum, etc. 

O suporte a perfis restritos também foi uma grande sacada da Google para o Android 4.3, o que vai restringir determinados conteúdos e áreas do sistema operacional, podendo emprestar o smartphone ou tablet para outra pessoa que ela não poderá realizar compras ou instalar conteúdos não autorizados nos dispositivos com essa versão do SO. Ao que parece, apenas os tablets disporão dessa funcionalidade que deveremos confirmar. 

No campo da localização a Google implantou novas APIs para otimizadores para equipamentos de georreferenciamento, Scanner de Wi-Fi que fará apenas a varredura de conexões Wi-Fi, e por isso o Android 4.3 e os Nexus não poderão desligar o Wi-Fi. No entanto, a Google alerta que essa funcionalidade não consumirá muita energia, pois não permitirá que o módulo de dconexão funcione apenas reconheça as redes Wi-Fi próximas aos dispositivos. Um novo vetor de rotação para jogos foi implantado no Android 4.3, melhorando a experiência de reconhecimento dos movimentos nos jogos.

Já no campo das mídias digitais, a Google rouxe para o Android um Modular DRM Framework, suporte à codificação VP8, inclusive extensões OpenMAX 1.1.2. Aplicativos agora podem utilizar um novo Media muxer combinando áudios de diferentes origens em um único arquivo de saída. 

A Google não descuidou da segurança. O Android 4.3 Jelly Bean é munido de um arsenal de segurança tornando uma solução atraente para empresas, configurando access points WPA2 empresariais, novo Snadbox reforçado utilizando o SELinux, melhorias nas KeyChain para desenvolvimento de aplicativos para Android, restrição de Setuid de aplicativos, entre outros recursos que melhoraram sensivelmente a segurança. Se isso tudo será suficiente para barrar as infestações e as brechas? Claro que não. À medida que a Google trabalha para fechar o Android à possíveis ataques, há um exército de pessoas pensando como superá-las e infiltrar no SO.

Por fim, ainda hoje, o Android 4.3 Jelly Bean já estará disponível para os donos de dispositivos Nexus. 



 Fonte: Mobile Expert
Nova empresa no mercado de smart-phones, NewKia, é constituída por ex-funcionários da Nokia.

Poucos dias se passaram desde que a Microsoft comprou a divisão de dispositivos móveis da Nokia, patentes e alguns serviços da companhia finlandesa, enterrando assim a possibilidade de um dia a empresa construir um smartphone com o sistema operacional móvel Android.
Que a Nokia teria um outro futuro se tivesse adotado o Android que não fosse parar nas mãos da Microsoft por um preço irrisório, ninguém tem dúvidas disso. Mas nem tudo está perdido. Ex-funcionários da Nokia se reuniram para fundar uma nova empresa que foi inspirada na companhia de origem e foi batizada de Newkia. O presidente da nova companhia é Thomeas Zilliacus, que foi empregado na fábrica de smartphones finlandesa durante 15 anos. Zilliacus revelou os planos da empresa em uma entrevista concedida ao portal ZDNet.
O executivo afirmou que ex-funcionários da Nokia estariam interessados em se juntar à Newkia e produzir smartphones Android. "O que a Newkia quer fazer é usar o know-how Nokia, tecnologia e design para construir os melhores smartphones do mundo, mas rodando Android", disse Zilliacus.
O atual presidente da Newkia não poupou críticas à falecida Nokia. Segundo Zilliacus, “eles pensaram que poderiam ganhar sempre. Eles não perceberam que o mercado mudou e os consumidores queriam coisas diferentes como a tecnologia avançada”. Na conversa com o site ZDNet, Zilliakusc afirmou que em 2003, os funcionários teriam mostrado um protótipo nos moldes do iPhone, que foi rejeitado pela direção da empresa, que achou que o mercado não estava preparado para o dispositivo.
Ziliacus acredita que a Newkia não precisará ter fábricas próprias, segundo ele, "o mundo mudou muito nos últimos anos na fabricação e distribuição de telefones celulares. Você não precisa mais de suas próprias fábricas como a Nokia fez e você pode rapidamente atingir cotas de mercado bastante significativas com o produto e conceito de direito". Para ilustrar sua afirmação, Zilliacus citou o exemplo da chinesa Xiaomi, que em pouco mais de um ano ultrapassou a Apple no disputado mercado chinês.

Mesmo com sede em Singapura, a equipe de criação e desenvolvimento estará fincada em solo finlandês. As operações da Newkia começarão no concorrido e lucrativo mercado asiático, mas o presidente da empresa não descarta a expansão da empresa para outros mercados, com possibilidades de lançamentos nos EUA. 



Fonte: Mobile Expert
Microsoft adquire divisão de celulares da Nokia por mais de 16 bilhões reais.

A Microsoft fechou a compra dos negócios e patentes da divisão de celulares  da companhia finlandesa Nokia, ex-líder mundial na venda de aparelhos móveis, anunciaram nesta terça-feira ambas as empresas em comunicado conjunto.
A Microsoft pagará 5,44 bilhões de euros (cerca de R$ 17 bilhões ou US$ 7,2 bilhões) pela compra da divisão de dispositivos móveis e patentes da Nokia, sendo 3,79 bilhões de euros pela unidade de fabricação de celulares e martphones, atualmente sufocada pelas concorrentes, e 1,65 bilhão de euros pelas patentes da companhia finlandesa.
O comunicado detalhou que o executivo-chefe de Nokia, Stephen Elop, deixará seu posto, enquanto a Microsoft - na prática - deverá assumir o controle total da Nokia, empresa que já liderou a venda mundial de celulares, mas que perdeu terreno nos últimos anos diante dos smartphones da Apple e da sul-coreana Samsung.
Ambas as multinacionais esperam que a transação seja confirmada em seu total somente no primeiro trimestre de 2014, logo após a aprovação dos reguladores estatais e dos acionistas.
"É um ambicioso passo para o futuro, uma situação que beneficia ambos os lados, além de empregados, acionistas e consumidores. As duas equipes juntas acelerarão a fração de mercado da Microsoft e seus lucros em telefones", indicou Steve Ballmer, executivo-chefe da Microsoft.
O passo dado pela Microsoft é similar ao dado pela Google, criadora do sistema operacional Android, na compra da Motorola em 2011, em um setor tecnológico cada vez mais integrado e em que dispositivos portáteis, sistemas operacionais, aplicativos e outros serviços cada vez estão mais concentrados em competir.
"Para a Nokia este é um importante passo para se reinventar, fortalecer sua posição financeira e iniciar um próximo capítulo", indicou no comunicado conjunto Risto Siilasmaa, quem agora aparece como o executivo-chefe provisório da Nokia.
Com esta operação, a Microsoft, que também perdeu terreno devido à ascensão da Apple, Google e Facebook nos últimos anos, consuma a absorção de uma empresa que é parte essencial da economia da Finlândia e uma das pioneiras na fabricação de telefones celulares.
O acordo entre Microsoft e Nokia inclui a transferência de 32 mil empregados à multinacional americana, entre funcionários de gestão, engenharia, manufatura, montagem e distribuição no mundo todo.
Por causa da desaceleração dos últimos anos, impulsionada principalmente pela ascensão dos smartphones e tablets, a Nokia demitiu cerca de 20 mil empregados e eliminar algumas das gratificações.
No segundo trimestre deste ano, a empresa registrou uma queda na venda de celulares de 27%, além de 5 bilhões de euros de prejuízos acumulados nos últimos nove trimestres.
Moto X, o primeiro celular produzido pela Motorola desde sua aquisição pelo o Google, começa a chegar ao mercado.


Como inovar num mercado onde atualmente, todos os celulares lançados são completos de fábrica? Onde todas as empresas de mesmo ramo, já fizeram isso? Todas já acrescentaram reconhecimento de voz, GPS e navegação. Onde todas, já aprimoraram as telas, agregando as mais altas tecnologia de resolução de imagem e vídeo, ao ponto de precisarmos de um microscópio para perceber a diferença?

Então e agora? Como distinguir seu telefone dos outros 4 mil aparelhos com tela sensível ao toque? Isso não é uma piada. Hoje existem 3.997 celulares Android diferentes. E seis iPhones e uma ampla variedade de aparelhos Windows e BlackBerry.


Com muito alarde, o Google orgulhosamente apresenta sua resposta? O Moto X.
Este telefone é o primeiro produzido pela Motorola desde que o Google a comprou, no ano passado, por US$12,5 bilhões (nota da redação: o Moto X ainda não é vendido no Brasil) .
Olhando para ele, você nunca diria que esse é o aparelho Android através do qual a Motorola espera mudar tudo. Sua traseira curva é plastificada, e não de metal (como o HTC One) ou vidro (como o iPhone 4 e 4S). Sua confortável tela de 4,7 polegadas parece ótima, mas não é tão grande ou nítida quanto o Samsung Galaxy ou o HTC One. O telefone é bastante rápido, mas seu processador não é o mais novo ou melhor.
Contudo, o Moto X oferece cinco recursos que nenhum celular jamais ofereceu.
Recursos
Recurso 1: é possível criar seu próprio esquema de cores. Você recebe uma escolha de 18 cores para o painel traseiro, preto ou branco para a frente, e sete cores para alguns detalhes (os botões e o anel ao redor da lente da câmera). As opções de cores são excelentes; a probabilidade de você e seu inimigo aparecerem em uma festa com um Moto X idêntico é de uma em 252.
Clientes nos EUA recebem seus telefones customizados em até quatro dias, cortesia do Recurso 2: ele é montado nos Estados Unidos. Os componentes ainda são feitos na Ásia, mas eles são finalizados no Texas – você pode perder menos sono se preocupando com trabalhadores chineses mal pagos.
O Recurso 3 é o mais útil: o modo sem toque. Assim como a Siri no iPhone, você pode mandar o aparelho discar um número, enviar uma mensagem, abrir um aplicativo, definir um alarme, procurar um fato na internet e assim por diante.
Comandos de voz
Porém, diferente da Siri, não é preciso pressionar um botão para falar. O celular está sempre escutando, mesmo quando estiver no porta-copo de seu carro.
E funciona incrivelmente bem, desde que você inicie seu pedido com uma saudação, "OK, Google Now". Sem tirar os olhos da estrada, você pode dizer: "OK, Google Now, me diga a rota até o Empire State Building". Ou "OK, Google Now, me lembre de dar o remédio para o cachorro às 20h00".
Essa ideia realmente inspirada é um salto adiante em segurança e conveniência. Ela deve seu sucesso a um chip especial que simplesmente escuta o dia todo. No entanto, ele vem com letrinhas miúdas.
Por exemplo, é preciso treinar o telefone a reconhecer sua voz. Em uma sala silenciosa, você precisa repetir "OK, Google Now" por três vezes, exatamente da mesma forma.
Se você protege o celular com senha, o recurso perde grande parte de sua força. Ele não executa a maioria dos comandos até você desbloquear o aparelho – e esse é o fim do conceito "sem toque".
E os comandos de voz do Android ainda não se comparam aos da Siri. O telefone reconhece o básico, como "Me acorde às 7h30", "Abra o Angry Birds", "Qual o valor das ações do Google?" e "Verifique a previsão do tempo para Memphis na sexta-feira".
Diferente da Siri, porém, ele não consegue criar respostas faladas a consultas sobre filmes, esportes e restaurantes. Ele não reconhece "Leia minhas novas mensagens de texto", "Acrescente picles na minha lista de compras" ou "Poste no Twitter, 'Acabo de ver um arco-íris duplo'". O Android não tem a mesma esperteza.
Ou a personalidade. Experimente dizer "Conte-me uma piada", "Você acredita no amor?" ou "Abra as portas do compartimento, Hal" para a Siri; você receberá respostas engraçadíssimas. Em comparação, o Moto X soa lobotomizado.
Ferramentas
Entretanto, o Moto X vem com uma percepção situacional soberba. Se você ligar o recurso Assist, o telefone alterna os modos de acordo com a hora e o local: dirigir, reunião e dormir.
No modo dirigir, o celular detecta quando você está em movimento. Ele começa a ler novas mensagens de texto em voz alta, direcionando chamadas ao modo viva-voz e, se você quiser, respondendo a chamadas com uma mensagem de texto automática: "Estou dirigindo e retorno assim que puder".
No modo reunião, o telefone sabe quando você está em um evento ou reunião consultando seu calendário. Durante esses períodos, ele ativa o silencioso e pode responder com uma mensagem de texto ("Estou em uma reunião, retorno quando puder"). Softwarezinho inteligente!
O modo dormir, como sugere o nome, coloca o aparelho no silencioso durante as horas que você especificar como de sono (nos modos dormir e reunião, você pode criar exceções para favoritos ou quando uma pessoa insiste por diversas vezes).
Recurso 4: a Motorola observou que muitas pessoas despertam seus telefones várias vezes ao dia apenas para conferir a hora ou mensagens perdidas. O Moto X exibe essa informação brevemente – a hora e um ícone para evento perdido – sempre que você o move. Não é preciso apertar nenhum botão; apenas puxe-o de seu bolso ou levante-o da mesa. A empresa diz que isso não gasta praticamente nada de bateria (que é mais ou menos igual à de seus rivais: você precisa recarregá-lo toda noite).
Se essa tela exibe um ícone (mensagem de texto, e-mail ou ligação, por exemplo), você pode manter o dedo pressionado sobre ele para visualizar os detalhes. Ou deslize para cima para abrir o aplicativo correspondente e responder. Infelizmente, este recurso mostra apenas uma notificação – a mais recente.
Câmera
Recurso 5: você pode abrir o aplicativo da câmera movendo o pulso umas duas vezes, como se tentasse espantar um mosquito; funciona com o telefone ligado ou desligado. Em dois segundos, você está pronto para tirar uma foto tocando em qualquer ponto da tela.
Isso é maravilhoso, assim como o próprio aplicativo simplificado. No entanto, a câmera deixa um pouco a desejar. Ela faz uma quantidade ridícula de busca por foco, e você acaba com algumas imagens borradas. Além disso, os vídeos são um pouco simplórios demais.
É ótimo que a Motorola esteja focada em aprimorar alguns recursos inovadores que você irá realmente usar; não é como o Samsung Galaxy S4, sobrecarregado com uma montanha de truques duvidosos. É ótimo que o telefone tenha uma proteção resistente a espirros de água. Também é ótimo que, por se tratar de um aparelho do Google, você poderá atualizá-lo a novas versões do Android conforme elas aparecerem. Isso é raro de acontecer em celulares Android de outras empresas.
Infelizmente, as cinco grandes inovações do Moto X não chegam a abalar a terra. Ele é um bom telefone, mas precisa competir com a beleza profundamente satisfatória (e alto-falantes superiores) do HTC One, o fervilhante poder (e tela superior) do Galaxy S4, e o ecossistema infinito de aplicativos e acessórios (e controle por voz superior) do iPhone.
Moto X, alguém se habilita?
Fonte: iG Tecnologia
Linhas de telefones celulares do interior de São Paulo passam a utilizar mais um dígito à partir desse domingo.

No próximo desse domingo, todas as linhas de telefones celulares do interior de São Paulo (DDDs 12 a 19) irão começar a receber o nono dígito. Desde julho do ano passado a região metropolitana da capital paulista (DDD 11) já recebeu a atualização. Com a alteração, todos os números de telefonia móvel do Estado de São Paulo passarão a contar com o algarismo “9” antes dos outros números. A região do DDD 11 já tem o nono dígito implantado desde o ano passado.

A iniciativa da inclusão do nono dígito serve para aumentar as possibilidades de combinações numéricas, que agora cada código de área passa a ter 90 milhões de possibilidades de números.

Conforme a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), diferentemente da região metropolitana de São Paulo, as demais regiões do país não estão com a numeração saturada e não necessitam ainda da mudança. Porém, para padronizar a situação no Estado, o órgão decidiu implantar o nono dígito em todo o Estado de São Paulo. Até 2016, todo o Brasil deverá contar também com tal algarismo.

A partir do próximo domingo, dia 25 de agosto, até 9 de setembro, todas as chamadas realizadas sem o acréscimo do nono dígito serão completadas, entretanto, depois deste prazo até o dia 2 de dezembro, o usuário que não utilizar o dígito, será notificado pelas operadoras.

Outros Estados também irão receber o nono dígito ainda neste ano, como é o caso do Rio de Janeiro e São Paulo. Até o final de 2014, Amazonas, Roraima, Pará, Amapá e Maranhão receberão um algarismo a mais.

Em 2015 Estados como Minas Gerais, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí terão seus números modificados. Por fim, até o final de 2016, o nono dígito será disponibilizado para os Estados de Rondônia, Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins, Distrito Federal, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.



Fonte: Oficina da net


A linha Lumia, produzida pela Nokia, é majoritária quando o assunto é smartphone com Windows Phone no Brasil. Se você procura um aparelho com o sistema operacional da Microsoft e ainda não sabe qual é o ideal para você, talvez este artigo possa ajudá-lo. Conheça "os Lumias", os smartphones coloridos da empresa finlandesa.

Linha Nokia Lumia 1020
O Lumia 1020, anunciado julho deste ano, inaugurou a linha 1000 da Nokia. O aparelho é o top de linha da marca, mas ainda não foi lançado no Brasil. O smartphone roda Windows Phone 8 e tem como carro-chefe a câmera de altíssima qualidade. São 41 megapixels, com tecnologia PureView, e lentes Carl Zeiss.


O aparelho conta com processador de 1,5 GHz e 2 GB de RAM, suficientes para rodar o SO da Microsoft com fluidez. A tela de 4,5 polegadas, no entanto, vai no sentido contrário ao dos tops atuais com Android. Isso porque sua resolução é apenas HD, não Full HD como no Galaxy S4 e LG G2. 
Linha Nokia Lumia 920
O Lumia 920 é o representante mais potente da série disponível por aqui, e também o mais caro, vendido em torno de R$ 1.999. O smartphone é equipado com um processador Snapdragon S4 dual-core de 1,5 GHz , 1 GB de memória RAM e 32 GB para armazenamento interno. Para os que gostam de fotografar, o gadget tem câmera traseira de 8.7 megapixels com flash embutido e as famosas lentes Carl Zeiss Pure View, além de uma frontal de 1,3 megapixels. Para completar, tela de 4,5 polegadas com resolução HD e Gorila Glass 2.


Quando o assunto é desempenho, o aparelho é de alto nível, reunindo configurações e funcionalidades com qualidade. A câmera traseira é considerada uma das melhores do mercado, já a tela responde bem ao sistema com fluidez na mudança de imagens, graças a tecnologia PureMotion HD+.
O som que o aparelho entrega, além de toda tradição da fabricante, tem conectividade para recursos sem fio, que é utilizada tambem no carregamento em uma base especial. Outro detalhe interessante é o que este Lumia já vem pronto para o 4G brasileiro.
Em breve, mais um aparelho da classe 900 desembarcará no país, o Lumia 925. O smartphone promete novas funções fotográficas como capturar uma sequência de movimentos na mesma foto e uma melhor captura de imagens em ambientes com pouca luz. O antecessor do Lumia 920 foi o Lumia 900, que hoje é um aparelho bem difícil de encontrar por aí.
Nokia Lumia 800
O Lumia 800 lembra muito o 920 em seu design mas com especificações mais modestas. Com tela de 3,7 polegadas e Gorilla Glass, o modelo tem processador Snapdragon de 1,4 GHz, 512 de RAM e a versão 7.8 do Windows Phone. O aparelho apresenta ótimo desempenho, câmera traseira com lentes Carl Zeiss de 8 megapixels e 16 GB de memória interna.


O Lumia 820, seu irmão mais velho, também vem com câmera de 8 megapixels, mas sem a tela “PureMotion HD+”. O processador dual-core tem a mesma frequência do 920, 1,5 GHz. Ele também já chega prontinho para usar o 4G nacional.

O aparelho tem uma vantagem sobre o Lumia 920: a entrada para microSD de fácil acesso, junto com o SIM Card e a bateria, levando em consideração o que a Nokia geralmente está acostumada a fazer com seus smartphones. Outra diferença em relação ao top da linha é a tela que, mesmo com resolução mais baixa, responde bem aos toques e tem cores vibrantes.
O Lumia 820 é recheado de aplicativos úteis. Dentre eles o pacote do Office, Mapas da Nokia para navegação com GPS e o Nokia Lente, um recurso que utiliza fotos e geolocalização para entregar informações sobre os locais em que o usuário se encontra.
Nokia Lumia 720
O Lumia 720 é o sucessor do modelo Lumia 710, lançado em 2012 com poucas mudanças nas configurações. O smartphone vem com processador dual-core Qualcomm Snapdragon S4 de 1 GHz, memória de 512 MB, expansão da tela de 3,7 para 4,3 polegadas, Gorilla Glass, com resolução 480 × 800 pixels. A câmera traseira, com lentes Carl Zeiss e capacidade de gravar vídeos em HD, também ficou um pouco mais poderosa, de 5 megapixels foi para 6,7 megapixels, além da presença de uma frontal, de 1,3 megapixels, que faz videochamadas em alta definição.

Com Wi-Fi, Bluetooth 3.0 e apenas conexão 3G, o aparelho oferece memória interna de 8 GB, expansível até 64 GB por cartão microSD, e bateria mais potente com 2.000 mAh. A versão também ganhou a tecnologia de "carregamento sem fio", assim como o Lumia 920, e tem preço em torno de R$ 969.
Nokia Lumia 620
O Lumia 620 é considerado um smartphone intermediário, com preço sugerido de R$ 679. Possui configurações semelhantes com os modelos superiores da linha: o smartphone vem com processador Snapdragon S4 dual-core de 1 GHz, display de 3,8 polegadas, com resolução de 480 x 800 pixels, e memória RAM de 512 MB. A câmera traseira de 5 megapixels vem equipada com flash, sendo este o destaque do aparelho.

Nokia Lumia 520
O modelo Lumia 520 é um dispositivo de entrada, ou seja, ideal para aqueles que têm curiosidade de experimentar um celular da Nokia com o sistema operacional da Microsoft. Mesmo mais "basicão", o aparelho tem atrativos melhores do que os clássicos lançados antes da dominação iOS x Android, e ainda mantém o DNA de qualidade da empresa.

O smartphone tem processador Snapdragon, dual-core de 1 GHz, 512 MB de memória RAM e tela com 4 polegadas. O armazenamento também é razoável com 8 GB de espaço interno, expansível até 64 GB via cartão microSD. O gadget vem com câmera de 5 megapixels que permite filmar em alta definição (HD) e vários aplicativos exclusivos que já vêm instalados, como o HERE, app de navegação GPS e mapas offline. O Lumia 520 pode ser encontrado nas lojas com preço em torno de R$ 550.


Fonte: Techtudo

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