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Um bebê de oito meses é agredido pela própria mãe na china. Saiba como e por quê da agressão.

Uma história de violência de uma mãe contra o próprio filho chocou e comoveu a China na última semana. O bebê, de apenas oito meses de idade, sobreviveu após ter recebido dezenas de tesouradas, a maior parte delas no rosto, por ter mordido o seio da mãe enquanto mamava.

O crime aconteceu em Zuzhou, na Província de Jiangsu. O menino Xiao Bao mora, com a mãe e dois tios, que trabalham coletando lixo para reciclagem. Foi um dos tios quem descobriu o bebê ferido, deitado em uma poça de sangue, no quintal de casa, e o levou ao hospital. 

A mãe confessou que atacou Xiao porque ele a mordeu durante a amamentação. O bebê precisou receber cem pontos depois do incidente e ainda está se recuperando no hospital.

Vizinhos pediram que o governo tirasse o menino da família, mas o pedido foi negado, porque, aparentemente, a mãe não sofre de doenças mentais e o bebê está protegido pela presença dos tios.

Fonte: Daily Mail
Religiosos com o apoio do Unicef impedem casamento de menina de dez anos no Afeganistão.




Farzana, uma menina de 10 anos iria casar-se obrigada por seu pai , que aceitou a proposta de dar a sua mão em casamento a um homem de 50 anos. 

O noivo, que já era casado com outras 6 crianças, ofereceu nove mil dólares ao pai da menina. Os rendimentos do trabalho dele não passam de 30 dólares por mês. 

O UNICEF e líderes religiosos conseguiram, no entanto, impedir mais um caso de pedofilia entre tanto outros que ocorrem constantemente no Afeganistão.
Criança era mantida refém por cafetão para obrigar mãe a se prostituir na Espanha.

Seis mulheres foram libertadas em Valência, Espanha, depois de uma organização de cafetões as obrigar a se prostituirem. As autoridades libertaram ainda o filho de uma das mulheres, com apenas oito anos, que era usado como refém.

 O alerta foi dado às autoridades quando uma das vítimas da organização, a mãe do menino de 8 anos, conseguiu escapar  e procurou ajuda numa das guaritas da Polícia Nacional, em Valência. A mulher foi ouvida por agentes especializados no combate  ao Tráfico de mulheres. Uma vez que elas apresentavam ferimentos, causados por agressões físicas e sexuais, foram encaminhadas para o centro hospitalar de Valência, onde permaneceram durante as 24 horas seguintes.

Na casa onde a organização de proxenetas se encontrava instalada, em Alzira, os agentes do Grupo Operativo Especial de Segurança (GOES) encontraram, na terça-feira, cinco mulheres, entre os 18 e os 38 anos, assim como a criança de oito anos, que era mantida num quarto de pequenas dimensões, sem ventilação e sem cuidados higiênicos.

No local, as autoridades conseguiram deter três dos elementos da organização, acusados de sequestro e exploração sexual. O líder do grupo, que pode ter fugido para a Romênia, o seu país de origem, foi acusado de tráfico de mulheres para exploração sexual, prostituição mediante coação e detenção ilegal.
A mãe da criança, como também o restantes das mulheres sequestradas pela organização, eram forçadas a se prostituirem na rua de Catarroja, em Valência. Ao não obedecer às ordens que lhe eram dadas, a mulher era espancada, insultada e coagida através de ameaças feitas ao seu filho. O menino, embora só estivesse preso na casa há cinco dias, já se encontrava nas mãos dos criminosos, há mais de um ano, mudando para diferentes pontos da cidade valenciana.
Cobra Python ataca e mata duas crianças no Canadá.






Uma cobra exótica escapou de uma loja de animais em Cambellton, na província de New Brunswick, no Canadá, e matau duas crianças, uma de cinco e outro de sete anos, quando elas dormiam num quarto localizado no andar à cima do estabelecimento comercial. As duas crianças foram estranguladas.

Tudo aconteceu na madrugada de segunda-feira, quando crianças dormiam na casa de um amigo, num apartamento situado no segundo piso à cima da loja especializada em animais exóticos. A polícia foi alertada pelas 06h30 h . Chegando ao local foram confirmadas as morte das duas crianças, mas não foram divulgados mais informações sobre o local as crianças foram encontradas.

 “Uma investigação preliminar levou a polícia a considerar que uma cobra exótica escapou da sua caixa na loja durante a noite, entrou no sistema de ventilação e depois no apartamento”, Informou as autoridades no site da polícia canadense. Neste momento, tudo aponta ser que “as duas crianças tenham sido estranguladas pela cobra”, acrescenta a nota. A autópsia será realizada nesta terça-feira.

À AFP, uma fonte policial confirmou que a cobra foi capturada e que a mesma não será entregue ao proprietário da loja. Segundo a Radio Canadense, a cobra teria entre 3,5 e 4,5 metros e pesava cerca de 45 quilos, uma informação não confirmadas oficialmente.

"Acidente sem sentido"

A loja Reptil Ocean, de onde escapou a cobra, publicou entretanto uma mensagem na sua página no Facebook. “As mais profundas condolências vão para a família das crianças. Ocorreu um terrível acidente sem sentido”, pode ler-se na página, onde é ainda indicado que o site da loja foi temporariamente suspenso devido aos “comentários injuriosos” que ali foram publicados nos últimos dias.

Não foi confirmado qual à qual família de cobra pertencia a que levou a morte das crianças. Informações iniciais identificaram-na como sendo uma jibóia, mas foi depois identificada como sendo uma python. Segundo a BBC, o proprietário da loja declarou à estação CTV News, que tinha o animal desde 2001.

O director do Zoo Ecomuseum de Montreal, ouvido pela Radio Canadense, disse:
 “é muito difícil acreditar” que uma jibóia, tenha sido a causadora das mortes. Segundo David Rodrigues, ao verificar-se que “é um caso isolado, muito, muito extraordinário e pouco provável”.

O responsável diz que se trata de um animal que morde para se defender e que estrangula a presa unicamente para se alimentar. Segundo David Rodrigues, esse comportamento é estimulado pela fome e pelo odor transmitido pela presa.

Nenhuma acusação foi formalizada até agora.
Fonte: Publico
Acúmulo de leite pode provocar inflamação da mama, diz especialista.


Na semana passada começou a Semana Mundial de Aleitamento Materno. A campanha visou mobilizar a população de mais de 170 países sobre a importância do leite materno nos primeiros anos de vida do bebê.
Embora seja uma prática milenar, a amamentação ainda gera muitas dúvidas e é rodeada de mitos. Por isso, a enfermeira obstetra Kelly P. Coca esclarece os pontos mais polêmicos sobre o tema.
A mulher costuma sentir dor durante a amamentação?
A dor pode ocorrer e é muito frequente na primeira semana pós-parto. Mulheres que amamentam pela primeira vez costumam relatar leve desconforto, mas que “some” em poucos segundos. No entanto, não é normal sentir dor, alerta a enfermeira obstetra.
- A dor pode ser sinal de que algo está errado, como o posicionamento inadequado da criança, que pode ocasionar machucados nos mamilos.
A especialista reforça que se o desconforto passar de uma intensida de moderada para intensa é importante fazer uma avaliação com o médico.
Tomar sol evita machucados no peito?
O sol ajuda na prevenção de fissuras, mas alguns cuidados devem ser tomados pela mãe.
- A exposição deve durar de 10 a 15 minutos diariamente em horários recomendados, ou seja, antes das 10h e após às 17h.
Amamentar deixa o peito caído?
Não há relação entre amamentação e flacidez, garante a enfermeira Kelly P. Coca. O peito não costuma ficar flácido durante a amamentação, pelo contrário, a mama fica endurecida e pesada devido à produção de leite. Para proporcionar conforto e evitar empedramento, Kelly recomenda o uso de sutiã de sustentação. Segundo ela, a mama volta à condição normal depois que ocorre o desmame.
Esfregar o bico do seio com bucha vegetal ajuda a engrossar a pele e evita rachaduras?
Segundo Kelly, não existem estudos que comprovem que usar bucha deixa esta região do seio mais resistente, já que o corpo da mulher se prepara naturalmente para a gestação.
- Durante a gestação há um aumento e escurecimento da região do mamilo e aréola, preparo natural para a amamentação.
Sabonete retira a oleosidade da pele?
A enfermeira explica que é necessário evitar o uso do sabonete diretamente na região do mamilo e aréola, mas que caso haja contato não é preciso entrar em pânico.
- A natureza novamente propicia a produção de uma oleosidade na região para preparar a mama para a amamentação.
Devo fazer movimentos de ordenha para estimular a produção de leite?
Durante a gestação não há necessidade de estimular a mama por que a “descida” do leite ocorre naturalmente, explica Kelly.
- A produção de leite inicia-se à partir de 48 ou 72 horas após o parto. Antes desse período, a mulher produz o chamado colostro.
O acúmulo de leite pode causar mastite?
A mastite é a inflamação das glândulas mamárias. Segundo a enfermeira, a maneira de evitar essa inflamação é não permitir o acúmulo de leite por meio de massagens ou extração até o alívio da dor.
Devo amamentar de hora em hora para o leite não empedrar?
A enfermeira ensi na que é importante esta belecer com o bebê o intervalo de mamadas que ele desejar.
- A mama irá controlar a produção de leite pelo estímulo do bebê. Lembrando sempre de verificar a mama após a amamentação para identificar se há algum ponto de dor. Neste caso, recomenda-se realizar a massagem e a extração do leite até atingir o conforto. Com isso, a produção de leite normaliza rapidamente.
A manteiga pode ser usada para tratar as rachaduras dos mamilos?  Mito.
Neste caso, é importante usar apenas os produtos indicados pelo especialista. O uso indiscriminado de alguns produtos pode piorar a rachadura e até aumentar as chances de infecção. Dependendo do caso, Kelly diz que é possível aplicar no local lanolina 100% natural.
Bolsa de água quente ajuda a desempedrar o leite?
Para a especialista, o ideal é realizar massagens e, quando necessário, retirar o excesso de leite.
-  A compressa com água fria pode ajudar nos casos de dor intensa e inflamação. Tal indicação deve ser feita sempre por especialista, pois, o uso sem orientação pode piorar o quadro.

Projeto Hakani, Denuncia. Crianças enterradas vivas, em tribos indígenas da amazônia.



PROJETO HAKANI 

O QUE É REAL E O QUE NÃO É REAL 

Os esforços na prevenção do infanticídio realizados pelo Projeto Hakani permanecem sob ataque de ativistas da Survival International. Como resultado prático dos esforços desse projeto, um número sem precedentes de grupos indígenas têm se mobilizado para discutir alternativas ao infanticídio, mas o Survival International continua defendendo que o projeto seria parte de uma armação fundamentalista para subverter as culturas tradicionais. Os produtores do filme e representantes do Projeto Hakani respondem. 

Survival International: "O infanticídio na Amazônia é raro. Quando acontece ... " 

Infanticídio é comum entre muitas comunidades indígenas no Brasil. Este fato tem sido substanciado por inúmeros antropólogos, agentes de saúde e muitos líderes indígenas. As estimativas conservadoras de que algumas centenas de crianças indígenas são mortas desnecessariamente a cada ano, pode ser no que Stephen Corry, diretor da Survival International, baseia-se quando diz que o infanticídio é "raro". Mas proporcionalmente ao total da população indígena, esses os números são muito significativos. O povo suruwaha, por exemplo, é um grupo de 130 indígenas, mais de metade deles com a idade abaixo de 18 anos. Ter-se apenas uma criança sacrificada já é um problema de enorme impacto para este grupo. Existem pesquisas que indicam que só entre as comunidades indígenas de Roraima, mais de 200 crianças foram vítimas desta prática nos anos recentes. 

Survival International: De acordo com Corry, os esforços, como o do Projeto Hakani, são um caso de "fundamentalistas" intrometendo-se e impondo suas crenças sobre culturas nativas.

O esforço para abolir o infanticídio como uma prática tradicional foi originada por centenas de indígenas de diferentes comunidades indígenas que reconhecem-no como prejudicial ao desenvolvimento de suas próprias culturas. O argumento de que o filme "Hakani" é uma imposição de ‘fora para dentro’, fomentada por missionários cristãos "fundamentalistas" ansiosos para reorganizar tradições tribais, é infundado. O Projeto Hakani opera sob a pressuposição de que a proteção à vida da criança indígena é perfeitamente compatível com a proteção ao povo e à cultura indígena. 

Survival International: "Mesmo que você baixe o filme completo na internet, os créditos são ilegíveis, por isso você não pode dizer quem está por trás dele ... Missionários evangélicos têm escondido o seu trabalho por décadas ... " 

"Hakani" é uma produção financiada de forma privada e independente, que visa apoiar organizações não governamentais como a ATINI em sua defesa dos direitos das crianças indígenas. O filme é uma ferramenta criada para aumentar a conscientização sobre o infanticídio e abrir a discussão sobre alternativas. Fundada por Márcia e Edson Suzuki, a ATINI envolve uma ampla rede de líderes indígenas, antropólogos, lingüistas, advogados, políticos e educadores - muitos deles sem afiliação religiosa. O casal Suzuki, linguistas altamente reconhecidos e peritos em culturas tribais, têm trabalhado e vivido entre os indígenas por 28 anos e a idéia central que defendem é simples: através da proteção da vida de seus filhos, os indígenas estão protegendo o seu futuro e garantindo a preservação de sua cultura. 

Para a produção do docu-drama, a ATINI contou com uma parceria fundamental com a organização internacional Jovens Com Uma Missão - conhecida no Brasil como Jocum. A maior parte do documentário foi gravado no campus da Jocum na cidade de Porto Velho. 

Survival International: "Jovens Com Uma Missão, foi proibida de atuar em algumas partes do Brasil, mas permanece nestas áreas ilegalmente. " 

Jocum tem sido uma presença constante em diversas comunidades indígenas amazônicas nas últimas 3 décadas. Durante grande parte desse tempo, trabalhou ao lado de equipes do governo, na implementação de programas de saúde, tradução, fornecendo transporte aéreo e, algumas vezes, até mesmo intermediando disputas entre grupos indígenas e fazendeiros. Devido a mudanças de regras na atual administração da FUNAI, a Jocum, juntamente com outras ONGs e organizações missionárias, foi convidada a deixar áreas indígenas específicas, tais como a dos suruwaha, até que as novas regras dos convênios sejam firmadas. A alegação de que JOCUM desafiou o governo brasileiro por ter permanecido ilegalmente em determinadas áreas indígenas é categoricamente falsa. 

Survival International: "[cenas de "Hakani"] foram falsificadas. O filme reúne filmagem de diversas comunidades indígenas e lança mão de truque fotográfico para dar a entender a mensagem que desejam. Não foi filmado em uma comunidade indígena, a terra que cobre o rosto da criança é, na verdade, bolo de chocolate, e os indígenas no filme foram pagos como atores. " 

O gênero cinematográfico da produção Hakani é tecnicamente conhecido como docu-drama, uma representação baseada em fatos e eventos reais. A história da menina Hakani é uma história verdadeira, verificável por testemunhas oculares e relatórios por parte das autoridades locais. Esta produção cinematográfica sobre a vida dela, como o próprio gênero reflete, combina categorias geralmente percebidas de forma distinta: documentário e drama. 

O gênero do filme e as informações do que ocorreu nos bastidores sempre foram postados publicamente no website www.hakani.org . As pessoas envolvidas na produção do filme utilizaram todos os recursos cinematográficos disponíveis, ao mesmo tempo em que mantiveram os atores, muitos deles crianças sobreviventes de infanticídio, confortáveis e em segurança. 

Survival International: "práticas bárbaras de um tipo ou de outro ... estão vivas e ativas por todo o mundo, não estão mais presentes na Amazônia do que estão nos E.U.A. ou no Reino Unido. Quanto mais consciente uma pessoa está ... mais se pergunta por que razão os missionários escolheram os indígenas brasileiros. " 

ATINI e Jocum são organizações brasileiras não-governamentais que abordam questões relevantes a segmentos da população brasileira. "Hakani" foi bem recebido entre as comunidades indígenas, sendo que mais de 60 delas já assistiram o filme. Em todas as ocasiões em que "Hakani" foi exibido para um público indígena, provocou discussões positivas e acaloradas. Ficou claro o sentimento de alívio coletivo pelo fato de alguém, ou algum evento, estar criando oportunidades para discutir-se uma questão que, de outro modo, seria de difícil abordagem. 

Em novembro de 2008 mais de 350 indígenas, incluindo líderes de 7 comunidades indígenas, reuniram-se no bem conhecido posto Leonardo na Reserva do Xingu por 2 dias, para assistir o filme e discutir como as famílias indígenas poderiam ser melhor instruídas sobre alternativas ao infanticídio. Uma reunião de acompanhamento com os agentes de saúde está sendo agora planejada pelo cacique geral para desenvolver mais estratégias. Estas iniciativas não são esforços de grupos externos, querendo impor novas crenças. São iniciativas dos próprios indígenas, assumindo o protagonismo desta luta e a responsabilidade por seus próprios destinos. Eles estão tomando iniciativas que, no final, irão beneficiar as suas sociedades. 

Survival International: "[" Hakani '] incita sentimentos de ódio contra indígenas. Olhe os comentários no site do YouTube ... Você não pode culpar o telespectador pela sua hostilidade: poucos poderiam assitir "Hakani" sem ficar zangados com os indígenas." 

Os produtores do filme estão perfeitamente conscientes de que em um ambiente aberto, tal como o YouTube, com poucas restrições, algumas pessoas podem responder de uma forma desagradável e inadequada. O conteúdo e o tom de algumas das respostas postadas são, sem dúvida alguma, totalmente condenados pelos realizadores do filme. 

Para concluir ... 

Não deixamos de levar em consideração as críticas de Stephen Corry quanto ao trabalho executado até o momento pelo Projeto Hakani. Apreciamos a amplitude do trabalho da Survival International em todo o mundo, e não temos nenhuma razão para duvidar da sua verdadeira intenção de proteger e incentivar culturas indígenas para que tenham uma vida saudável. Contrariando às suas suspeitas de Corry, nós do projeto Hakani, estamos muito atentos aos princípio dos Direitos Humanos. Especialmente ao principal entre eles, o direito à vida, de TODOS os indígenas. 

  Fonte: Projeto Hakani

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