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Roman Shirokov, capitão da seleção Russa, enfrenta problemas no tendão de Aquiles e não jogará o Mundial da copa.


Roman Shirokov é baixa de última hora na seleção russa para o próximo Campeonato do Mundo. 

O médio de capitão da equipa de Fabio Capello não se recuperou de uma lesão no tornozelo e deverá ser operado na segunda-feira. 

''Desempenhou um papel muito importante na nossa equipe, mas agora outros jogadores vão ter a oportunidade de mostrar o que são capazes de fazer'', afirmou o selecionador depois do encontro desta sexta-feira frente ao Marrocos (2-0). 
Pavel Mogilevets será o seu substituto nos 23.

Fonte: Terra Esportes
Após divulgar a lista de 23 jogadores, Felipão anuncia lista de suplentes com Lucas e Kardec.


A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) divulgou nesta terça-feira a lista de 30 jogadores enviada para a Fifa para a Copa do Mundo. A relação inclui os 23 convocados por Luiz Felipe Scolari, mais sete jogadores suplentes. Miranda, Filipe Luis, Rafinha, Lucas Leiva, Kardec, Lucas, Diego Cavalieri foram os escolhidos para ficar na lista de espera.
Felipão tem até o dia 2 de junho para confirmar à organização da Copa do Mundo qual será a sua lista final de 23 nomes. Diferentemente de outros técnicos, o brasileiro preferiu divulgar já no dia 7 de maio os seus escolhidos, sem deixar para fazer cortes no futuro. 
Ronaldinho, Kaká e Robinho ficaram fora da lista de suplentes. Apesar dessa relação, Scolari poderá convocar um nome que não esteja incluído, caso ocorra algum corte por lesão na equipe.
Mas o atacante foi perdendo espaço, deixando de ser convocado após atuação apagada em 45 min de amistoso da seleção contra a Zâmbia, na China, em outubro do ano passado. Desde então, o ex-são-paulino não frequentou mais as listas de Felipão.
Já Alan Kardec teve caminho contrário. Ele jamais defendeu a seleção principal, mas conseguiu espaço entre os 30 atletas para a Copa em virtude do grande rendimento pelo Palmeiras na Série B do Brasileirão, em 2013, e no Paulistão de 2014.
Fonte: Tribuna Hoje

O início de ano que costuma ser festivo para Michael Schumacher está sendo bem diferente em 2014. O alemão não pôde comemorar o Ano Novo, tampouco celebrará o aniversário de 45 anos nesta sexta-feira (3). O heptacampeão mundial da F1 está internado em estado grave na França desde o último domingo, quando sofreu um acidente enquanto esquiava na estação de Méribel, nos Alpes. Ele teve traumatismo craniano e hemorragia cerebral depois de cair e bater a cabeça contra uma pedra, e está em coma artificial já há cinco dias.

No Ano Novo, Schumacher esteve acompanhado pela família no Centro Hospitalar Universitário de Grénoble, com alguns fãs e jornalistas encarando o frio em uma noite gelada do lado de fora. Nesta sexta, a aglomeração diante do CHU deve ser maior, com a Ferrari ajudando a organizar uma ‘festa de aniversário silenciosa’ para o piloto. A comemoração não deve ser das mais animadas, mas servirá para mostrar o respeito e a admiração que existem pelo legado do piloto.

A situação, de acordo com os médicos que o atendem, é crítica. Michael já passou por duas cirurgias na cabeça – sendo a segunda delas mais delicada, para a remoção de um hematoma no cérebro – e ficou estável entre terça e quinta-feira. Caso não estivesse usando capacete, provavelmente teria morrido na hora. O item de proteção, aliás, partiu no violento impacto.

 Fonte: Grande Prêmio
Médico de Anderson Silva revela que o lutador está ansioso em voltar para o octógono.

Após ter sido operado para reparar a fratura na perna esquerda sofrida na luta contra Chris Weidman, Anderson Silva já pensa na volta ao UFC. Responsável por conduzir a cirurgia, Steve Sanders falou sobre o procedimento nesta segunda-feira. Ele revelou que a primeira coisa que o brasileiro perguntou foi quando poderá voltar a lutar.
Questionado sobre o assunto, Sanders respondeu: "Se tivesse que dar um palpite, a recuperação da fratura levaria entre três e seis meses. Para voltar a treinar, demoraria de seis a nove meses." O médico disse ainda que, do ponto de vista ortopédico, Anderson não terá problemas para voltar a lutar.
A cirurgia durou cerca de uma hora. Uma haste de titânio foi colocada na tíbia do lutador, que ficará por mais alguns dias no hospital, onde serão monitorados o nível de dor e os antibióticos. O brasileiro anda de muletas e poderá colocar peso sobre a perna operada dentro de algumas semanas, dependendo do grau de conforto.
O médico ainda disse que não existia nenhum tipo de predisposição que levou Anderson a quebrar a perna do jeito que quebrou e ainda esclareceu que a idade não teve influência no ocorrido. 
A fratura na perna esquerda levou o brasileiro à derrota por nocaute técnico diante de Weidman, que havia tirado o cinturão de Anderson ao nocauteá-lo em julho. Mantido como campeão dos pesos médios do UFC, o norte-americano deve defender o cinturão contra o também brasileiro Vitor Belfort, que pretende marcar o duelo para fevereiro. 
Fonte: IG Esporte
Adriano poderá voltar aos gramados em 2014.

Adriano está próximo de voltar aos gramados. De acordo com reportagem do diário Extra, nesta segunda-feira, os representantes do atacantes vão se encontrar com a diretoria do Atlético-PR ainda durante a tarde de hoje para encaminhar um acerto com vistas ao próximo ano.

Segundo a matéria, "a ideia é trabalhar em um contrato de produtividade para 2014".

O time paranaense, uma das grandes sensações do futebol brasileiro em 2013, está na briga por uma vaga na Libertadores do ano que vem - atualmente é o terceiro no campeonato nacional.

Adriano, 31, está sem clube desde que deixou o Flamengo no final de 2012 (sua última partida oficial, porém, foi ainda pelo Corinthians, em março do ano passado). Os boatos de que o Imperador se aposentaria dos gramados aumentaram nesta temporada, mas não se confirmaram.

Internacional e Botafogo chegaram a negociar com Adriano em 2013, porém não avançaram.

Fonte: Extra
Guerra civil na Síria faz atacante brasileiro voltar ao país.


A Síria, um dos principais países do Oriente Médio, vive uma intensa guerra civil desde 2011, que já matou mais de 110 mil pessoas em quase três anos de conflitos entre forças do governo de Bashar al-Assad e bases opositoras, em uma revolta denominada Primavera Árabe. Nos últimos dias, no entanto, a tensão no país cresceu diante um possível ataque dos Estados Unidos à capital Damasco.


Em meio a crise politica que atinge o país asiático, o atacante Ewerson Batata se arriscou e buscou seu espaço no Al Ittihad Aleppo, um dos clubes mais populares da região. A passagem do atacante brasileiro no futebol sírio, no entanto, durou menos de uma temporada. A tensão e os frequentes ataques terroristas presenciados pelo atleta, fizeram Ewerson Batata, pai de uma menina de cinco anos,  rescindir com o Al Itihhad e retornar ao Brasil. Em entrevista ao site LANCE!Net, o jogador, de 32 anos, relatou os momentos de pânico que presenciou no país do Oriente Médio e o que motivou seu retorno ao Brasil.


-  Logo na primeira viagem pelo campeonato sírio, vi que não era seguro ficar mais no país devido atentados a bombas. Um dia cheguei de viagem e explodiu um carro bomba uma quadra da minha casa. Pela falta de segurança durante as viagens e dentro do país, me fizeram abrir mão de todo meu contrato e o rescindir para voltar para o Brasil. Afinal a vida não tem preço. Tinha a sensação de que a qualquer momento uma bomba poderia cair do meu lado e eu morrer, principalmente depois que explodiu um carro bomba uma quadra da minha casa. O medo era grande e o que me confortava era saber que Deus estava cuidando de mim - relatou Ewerson, que treinava sob o barulho de tiros.

- Quando estávamos treinando no estádio do Al Ittihad, os tiros rolavam solto poucos metros dali. Principalmente quando anoitecia, porque os confrontos eram sempre a noite. Ouvia vários tiros de arma que nunca tinha ouvido antes - afirmou.

O retorno de Ewerson ao Brasil acorreu de forma segura, após a rescisão de seu contrato, porém, outro companheiro de time não teve a mesma sorte. Dias depois de chegar ao Paraná, os confrontos em Aleppo ficaram mais intensos e um atleta do Al Ittihad foi vítima da guerra no país. O jogador foi assassinado ao visitar a família antes de sua transferência para o futebol da Jordânia, onde tinha acordado o contrato dias antes de ser morto.

-  Dois dias depois que cheguei no Brasil, o lateral-esquerdo do meu time foi morto. Era o único jogador que havia sido negociado com um time da Jordânia. Eu ainda estava na Síria quando ele foi na Jordânia assinar o contrato. Tinha voltado apenas para ficar com a família na Síria, quando aconteceu. Há dois meses outro jogador também morreu em confrontos. Depois que sai de Aleppo, os bombardeios ficaram constantes, vi que Deus cuidou de mim enquanto eu estava lá - lamentou Ewerson.


O campeonato local está em sua 41ª edição e conta com 18 times divididos em dois grupos. O maior campeão do país é o Al-Jaish SC Damascus, com 12 título conquistados, enquanto o Al Ittihad conta com seis títulos, ocupando a terceira colocação entre os maiores campeões na Síria. Na temporada 2010/2011, o torneio foi suspenso devido o início das revoltas para tirar do poder o presidente Bashar al-Assad. Em sua passagem pelo campeonato, Ewerson descreveu que as partidas aconteciam às 12h, para que não houvesse a presença de torcedores nos estádios, devido a falta de segurança.

- O Campeonato em si, era muito difícil. Em cinco jogos pelo nacional, marquei quatro gols. Quando jogamos em casa o policiamento era normal, porque aconteciam às 12h, para que ninguém fosse no Estádio - relatou.


Ewerson Batata começou sua carreira no Malutrom-PR, hoje conhecido como Corinthians-PR, onde ficou por quatro anos. Após chamar a atenção no clube paranaense, o jogador acertou sua transferência para o New England Revolution, dos Estados Unidos. Uma temporada depois, o atacante foi para o futebol da Nicarágua, onde defendeu as cores do América. Antes de ir para o futebol asiático, o jogador de 32 anos, passou pelo São Bento-SC (2005), Cidade Azul-SC (2006) e Nacional-AM (2007), até acertar com o Al Oruba, de Omã por duas temporadas.

Em 2009, Ewerson acertou com o Xi Măng Hải Phòng, do Vietnã, clube onde teve como companheiro o ex-jogador Denílson, que atuou apenas em uma partida. Uma temporada depois, Ewerson foi contratado pelo Khaitan, do Kuwait, até que em 2011 chegou ao clube sírio Al Itihhad Aleppo.


RETORNO FRUSTRADO AO FUTEBOL BRASILEIRO

Após rescindir com o Al Ittihad Aleppo e retornar ao Brasil, o atacante Ewerson Batata recebeu diversas propostas para deixar o país novamente, porém, a proximidade com a família fez com o que o jogador rejeitasse as propostas do exterior e buscasse o recomeço no Brasil. Seu primeiro contrato foi com o Baraúnas, porém, o clube não cumpriu com os salários, fazendo o atleta de 32 anos rescindir seu contrato e acertar com o América, da terceira divisão paulista. No clube de São José do Rio Preto os atrasos voltaram a acontecer e Ewerson rescindiu novamente seu contrato, ficando sem clube.

- Depois da Síria e do susto, conversei com minha esposa e pensei em voltar a jogar aqui no Brasil. Não aceitei as propostas de fora do país e acertei para jogar o Campeonato Potiguar pelo Baraúnas, mas a falta de estrutura do clube e salários atrasados, fez com que terminasse meu contrato e fosse jogar o Campeonato Paulista A3 - afirmou o jogador, que criticou a falta de responsabilidade dos clubes de menor expressão do país.

- Sabia que pelo fato de estar muito tempo fora do Brasil e não ser muito conhecido aqui, teria que arriscar jogando num time pequeno para me destacar e sair para um time de Serie B no Brasileirão, mas foi besteira voltar a jogar no Brasil, porque o América Futebol Clube também não cumpriu com o que acordamos, mas uma vez fiquei sem receber. Infelizmente no Brasil é complicado para receber em times pequenos, acho que todos esses clubes tinham que fechar as portas - criticou.

Apesar de ainda se firmar no futebol brasileiro, Ewerson tem a prioridade de continuar no país ao lado de sua família, porém, o jogador vem mantendo contatos com clubes do exterior.

-  Jogar no Brasil apenas se for para um time com estrutura, porque não posso me aventurar novamente e deixar minha família por sete meses e voltar sem grana para casa. Meus planos são voltar a jogar fora do Brasil. Estou em contato com alguns clubes e espero acertar logo alguma coisa, pois a vontade de jogar e balançar as redes é grande - finalizou o atacante.

Fonte: LanceNet!
Neymar se prepara para amistoso em Brasília.

Liberado pela comissão técnica para uma revisão da cirurgia de retirada de amígdalas, feita em julho, o atacante Neymar se apresentou à Seleção na manhã desta terça-feira, em Brasília. Com a chegada do craque do Barcelona, o técnico Luiz Felipe Scolari poderá contar no primeiro treino, à tarde, com todos os 22 convocados para os amistosos contra Austrália, no próximo sábado, e Portugal, no dia 10 de setembro.
Convocado às pressas para o lugar do lesionado Fred, o atacante Alexandre Pato desembarcou em Brasília na madrugada desta terça-feira. Outros quatro atletas que não tinham chegado a tempo do encontro da Seleção com a presidente Dilma Rousseff, na noite de segunda-feira, também já estão na capital federal: Daniel Alves, Maicon, David Luiz e Hernanes.
Na tarde desta terça, às 15h30m (de Brasília), Felipão comandará a primeira atividade do time no Centro de Capacitação Física dos Bombeiros do DF. A previsão é que a seleção brasileira faça quatro treinos em Brasília antes da partida contra os Socceroos.
O Brasil enfrenta a Austrália no próximo sábado, às 16h15m (de Brasília), no estádio Mané Garrincha. No mesmo dia, a Seleção embarca para Boston, nos Estados Unidos, onde encara Portugal, no 10 de setembro, às 22h (de Brasília).

Fonte: Globo Esporte

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