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Imagine poder abastecer um carro em movimento. Na próxima geração de veículos elétricos, bobinas sob o assoalho prometem carregar a bateria do veículo remotamente. A energia virá de um campo eletromagnético gerado por cabos instalados sob a estrada. Depois, com a bateria cheia, o veículo pode circular livremente por outras ruas. Atualmente, veículos elétricos online estão passando por testes de estrada em Seul, na Coréia do Sul.

Impressoras 3D já são testadas e até vendidas inclusive aqui no Brasil. A impressão 3D deve evoluir e permitir a criação – com qualidade – de estruturas sólidas a partir de um simples arquivos digitais. Potencialmente, essa novidade promete revolucionar a fabricação de muitos objetos plásticos e até metálicos, que poderão ser impressos remotamente em casa ou no escritório.

Assim como um machucado que cicatriza, uma aposta é a criação de materiais estruturais “não-vivos” capazes de se autorregenerar quando cortados, rasgados ou quebrados. Já imaginou? Materiais que se consertam sozinhos sem intervenção humana! Um dos grandes potenciais dessa tecnologia seria melhorar a segurança de materiais utilizados na construção civil, carros e até aviões.

Novas tecnologias devem viabilizar a dessalinização da água do mar a baixo custo. Se a escassez de água potável é um problema ecológico eminente em muitas partes do mundo, tirar o sal da água marinha a baixo custo ofereceria uma fonte praticamente ilimitada de água. Atualmente, isso tem um custo energético muito alto; principalmente de combustíveis fósseis. Tecnologias emergentes oferecem potencial para a dessalinização e a purificação de águas reduzindo o consumo de energia em 50% ou mais.

Hoje, muitos estudos apontam a possibilidade de usar a energia solar para transformar o dióxido de carbono em combustível para veículos. Uma das abordagens mais promissoras usa bactérias fotossintéticas geneticamente modificadas para transformar resíduos de CO2 em combustíveis líquidos ou produtos químicos de baixo custo usando sistemas conversores alimentados por energia solar.

Técnicas modernas podem acabar com a desnutrição que atinge milhões de pessoas em todo o mundo. Através de identificação e reprodução de proteínas naturais essenciais para o ser humano, a biotecnologia promete levar a alimentação a nível molecular, proporcionando assim aminoácidos mais solúveis e com melhor gosto, textura e características nutricionais; isso sem contar os benefícios no desenvolvimento muscular e no controle da obesidade. Gastronomia à parte, a solução parece interessante.

O crescente uso de sensores vai mudar a forma como nos relacionamos com o mundo à nossa volta; especialmente na área da Saúde. Exemplos incluem sensores que monitoram as funções corporais, como frequência cardíaca, oxigenação do sangue e nível de açúcar no sangue; que, se necessário, respondem de forma automática. Fora da medicina, sensores também podem permitir que veículos se identifiquem quando em movimento e assim reduzam drasticamente o risco de acidentes.

Depois de quase uma década de pesquisas, cientistas já trabalham com a incrível possibilidade de que produzir medicamentos dentro do próprio corpo humano. São medicamentos ao nível molecular que agem apenas em torno da célula doente ou mesmo no seu interior.

A tecnologia se baseia no uso de materiais orgânicos para criar circuitos e dispositivos eletrônicos. Esses circuitos eletrônicos orgânicos são finos, flexíveis e até transparentes. Diferente dos semicondutores a base de silício, a eletrônica orgânica pode ser impressa por processos de baixo custo, similares à impressão a jato de tinta. Um exemplo são coletores solares fotovoltaicos impressos, que custam muito menos do que as células solares de silício e podem acelerar a transição para o uso de energias renováveis.

Hoje, os reatores nucleares usam apenas 1% da energia potencial disponível no urânio; o resto vira lixo nuclear radioativo. A longo prazo, o futuro da energia atômica depende da disponibilidade de combustível – neste caso, o urânio. Uma das maiores promessas para esse problema são os reatores de quarta geração. Esses reatores convertem o urânio-238 em plutônio-239, que pode ser utilizado como combustível.

Todas essas tecnologias emergentes para 2013 representam uma visão do conselho do Fórum Econômico Mundial. Mas e você, o que acha disso tudo? Parece um futuro bastante promissor e “hi-tech”,  não é verdade?


Fonte: Olhardigital
Tatuagens eletrônicas garantirão a segurança em transações eletrônicas no futuro.



É difícil pensar em viver sem internet e celular nos dias de hoje. Contudo, difícil imaginar que só poderemos acessá-los usando “tatuagem eletrônicas”, capazes de criptografar senhas. E elas devem se tornar realidade muito em breve. 

Regina Dugan, diretora da divisão de projetos especiais da Motorola, que hoje pertence ao Google, mostrou em uma entrevista recente que isso já existe. A empresa gigante e uma das mais influentes do mundo divulgou recentemente que o instituto MC10 (da Motorola) e as equipes de engenheiros da Google já possuem um protótipo do que deve aposentar de vez as senhas.

 Rápida e eficiente para a autenticação de usuários que desejam usar seus celulares e acessar seu e-mail, a própria diretora já tem uma marca tatuada em seu braço. “Alguns jovens provavelmente não gostariam de usar um relógio, mas com certeza fariam uma tatuagem dessas apenas para chatear seus pais”, justifica. Ao mesmo tempo, Dennis Woodside, CEO da Motorola, explica que os pequenos circuitos eletrônicos são flexíveis e podem ser fixados em qualquer parte do corpo. 

Essas tatuagens foram desenvolvidas primeiramente para o uso médico, mas as empresas de tecnologia acreditam que elas podem servir como o meio mais seguro para evitar fraudes e roubos em transações eletrônicas no futuro.
Tenologia Biônica. Passando um dia num futuro bem próximo.



Essa semana, duas grandes conferências de tecnologia de vestir estão acontecendo nos EUA: a Wear Tech Con em São Francisco e a Wearable Tech Expo em Nova York. Lá, entre muitas novidades, havia uma amostra de como um dia na vida de alguém que veste essas roupas seria em 2015. Veja exemplos:


7:00. Você acorda com uma gentil vibração no seu braço, olha pra baixo e vê o seu pulso com o alarme Lark Pro pulsando silenciosamente. Hora de levantar para o trabalho. O Lark Pro permite que a pessoa saia da cama sem acordar seu parceiro e também ajuda a otimizar o ciclo de sono te acordando no momento certo. Esse tipo de tecnologia é feita para ajudar pessoas com insônia, ao acordá-los durante a fase de sono mais leve.


13:00. Durante a hora de almoço você dá uma corrida usando sua mais nova roupa esportiva tecnológica, assim como as blusas de treinamento miCoach, desenvolvidas pela Adidas. Elas traçam sua performance e mandam os resultados instantaneamente para seu smartphone.

Michael Durwin, um consultor de experiência utilizando o Google Glass diz que a boa forma tem um papel muito grande nesse tipo de tecnologia. "Se eu fosse do tipo que se exercita - o que eu definitivamente nao sou - eu usaria algo como Nike+ para traçar minha corrida de manhã. Ou se eu realmente quisesse monitorar minha saúde, eu usaria um FitBit Flex durante o dia, checando, por volta das 18h, para ver se eu queimei calorias o suficiente para justificar um pedaço de cheesecake."


19:00. Você já chegou em casa, pulou para o chuveiro e então mudou sua roupa para sair. Hoje não é bem a roupa certa para o seu vestido de intimidade, que fica transparente quando você fica excitado. Em vez disso, você opta pelo seu CuteCircuit K-Dress, que conta com centenas de luzes LED bordadas em uma camada de tecido. Syuzi Pakhchyan, uma Tecnóloga da Moda e expert em tecnologia de vestir, diz que "com moda iluminada, há uma linha tênue entre artifício e inovação, (mas) o Cute Circuit K-dress é sofisticado e ainda é possível brincar com ele".

Gostaram de alguma tecnologia? Tem alguma que vocês acham que realmente mudaria seu dia-a-dia? Bom, pelo menos eu tenho a impressão de que tá tudo bem assim... Se bem que o vestido é até gracinha colorido.

Fonte: CNN.


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