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Pela primeira vez no Brasil, duas cidades do Piauí foram escolhidas para os lançamentos dos balões do projeto Loon, do Google, que fornece internet em longa distância e alta velocidade para comunidades rurais e remotas.  Ainda em fase de testes, a equipe soltou cinco balões nesta sexta-feira (6) em Teresina, com tecnologia 4G e próximo a linha do Equador.
De acordo com o presidente do Google Brasil, Fábio Coelho, o Piauí foi escolhido justamente para permitir entender melhor como se comportam os balões em áreas mais quentes. "A questão geográfica do estado e por não haver chuva nesta época pesaram na nossa decisão o local de lançamento. Os outros testes foram feitos no ano passado em lugares frios, na Nova Zelândia e Norte da Califórnia, onde aprendemos muito sobre a estratosfera em altas latitudes. Pretendemos lançar em outros lugares, mas por enquanto vamos acompanhar as informações destes balões", destacou.
Os primeiros testes do Google no país aconteceram no dia 28 de maio deste ano em Campo Maior, Norte do Piauí, onde foram lançados dois balões. Um dos balões deu acesso LTE (Long Term Evolution, que significa 'Evolução a Longo Prazo') à internet para a Escola Linoca Gayoso Castelo Branco, zona rural da cidade. Durante uma hora, os alunos da unidade tiveram pela primeira vez aula conectados à rede.
O representante do Google no Brasil explicou que após os testes, os balões foram desativados e apenas os cinco lançados em Teresina ficarão sobrevoando a estratosfera, de acordo com o vento, durante o período previsto de 100 dias. "Além do direcionamento pelo Centro de Controle, os equipamentos possuem um número para que as pessoas possam ligar caso encontre algum balão nosso", comentou Fábio Coelho.
Quem também presenciou os lançamentos dos balões foi o ministro da Comunicação Paulo Bernardo. Ele revelou que entrou pessoalmente em contato com a diretoria do Google para o Piauí ser o primeiro estado do país a testar a tecnologia.
O ministro lembrou que no estado, apenas 27% dos domicílios têm acesso à internet, considerado o segundo pior nível do país. "Um projeto deste pode trazer inúmeros benefícios, especialmente econômicos e na área da Educação, e o governo está aberto a estudar novas ideias e convertê-las em serviços", disse Paulo Bernardo.
Projeto Loon
O projeto do Google é uma tecnologia experimental de acesso à internet por meio de balões que voam carregados pelo vento em uma altitude duas vezes maior àquela em que operam os aviões comerciais. Os balões podem enviar sinais de acesso à internet para o solo a uma velocidade similar ou até maior à das redes 3G atuais.
Estações no solo se conectam à infraestrutura local de internet e enviam sinais aos balões. Os balões se comunicam entre si, formando uma rede de comunicação no céu. As pessoas se conectam à rede de balões por meio de uma antena especial de internet instalada em suas casa, que é capaz de enviar e receber sinais dos balões que sobrevoam a área.
Os balões do projeto Loon têm um diâmetro de 15 metros. Eles são feitos de um plástico muito fino com três milímetros de espessura e são de material biodegradável. Acompanham um painel solar que fornece energia para os sistemas eletrônicos, uma caixa no qual inclui rádios, antenas, um computador de voo e um sistema de controle de altitude.
Fonte: G1
Google começa a vender edição de teste dos óculos


O Google liberou nesta quarta-feira (13) a venda dos óculos inteligentes Glass para qualquer pessoa nos Estados Unidos.
Em comunicado, a empresa afirmou que os aparelhos oferecidos ainda fazem parte da Edição Explorador, voltada para testes e a coleta de impressões dos usuários, mas a partir de agora podem ser comprados por qualquer um. No início do programa, apenas convidados poderiam adquirir os óculos e, em abril, as vendas foram abertas por apenas um dia.
“Nós estamos prontos para continuar encontrando novos Exploradores, e nós não podemos esperar para ouvir todas as suas experiências e relatos para fazer o Glass cada vez melhor”, informou a empresa.
As vendas podem ser feitas por meio do site do Glass. O preço cobrado pelo aparelho é de US$ 1,5 mil, mais tributos e taxas de transporte.
O Glass mostra na lente dos óculos conteúdo multimídia fornecido por aplicativos instalados, muitos deles do próprio Google. Algumas funções podem ser ativadas com comandos de voz e piscadas de olho. Para tirar fotos, por exemplos, é preciso apenas piscar.
Além disso, os óculos ganharam armações mais convencionais para deixar o ar de ficção científica para trás. Isso levou a fabricante Luxottica, que produz os óculos da Ray-Ban e Oakley, a fornecer as armações do Glass.
Por ter a capacidade funcional de um computador e exibir seus conteúdos em uma tela posicionada na frente dos olhos dos usuários, o Glass entrou na mira das autoridades de trânsito dos Estados Unidos. Uma mulher chegou a ser multada por usar os óculos inteligentes ao volante.
Fonte: G1-Tecnologia
Yahoo supera Google em acessos nos Estados Unidos.

O Yahoo! superou o Google em número de visitantes nos Estados Unidos em julho deste ano pela primeira vez desde maio de 2011, mostrou o levantamento da consultoria de dados da internet comScore lançado nesta quinta-feira (22).
No sétimo mês do ano, os sites do Yahoo! foram acessados por 196,5 milhões de visitantes únicos, enquanto as páginas do Google receberam 192,2 milhões de internautas. Completam a lista Microsoft (179,6 milhões), Facebook (142,2 milhões) e AOL (117,3 milhões).
A ultrapassagem ocorreu sem que o comScore tivesse incluído na conta a audiência do Tumblr, que atingiu 38,3 milhões de visitantes únicos, o 28º site mais acessado do país.
Criado em 2007, o Tumblr funciona como uma rede de blogs e foi adquirido em junho por US$ 1,1 bilhão pelo Yahoo!. Foi a 11ª compra do Yahoo! desde que Marissa Mayer assumiu a presidência-executiva da empresa, em julho de 2012.
Durante a gestão Marissa, a empresa adquiriu mais companhias do que nos três anos anteriores à entrada dela (2011, 2010 e 2009).
A atual presidente-executiva deixou o Google em julho de 2012, em que estava à frente da área de geolocalização da empresa, responsável por serviços como Maps, Earth e Street View. Mayer era a funcionária número 20 da companhia.
Quando Mayer chegou ao Yahoo!, a empresa não adquiria uma companhia havia oito meses –a última havia sido a Interclick, empresa de estruturação de dados para publicidade on-line, por US$ 270 milhões, ainda em 2011.
Três meses após sua entrada, Mayer liderou a aquisição do Stamped, aplicação que permite aos donos de smartphones compartilharem restaurantes e músicas favoritas por meio do celular. A startup havia recebido financiamento do pop star Justin Bieber e do jornal “The New York Times”.
Além disso, o Yahoo! também fez parcerias com novas companhias do mundo da internet, como o Twitter.
Outros sites conhecidos do público brasileiro na lista dos mais acessados em julho nos EUA são os da Amazon (6º), com 110 milhões de acessos; Apple (11º), com 75 milhões; Ask (12º), com 75 milhões; LinkedIn (20º), com 52,9 milhões; Yelp (24º), com 41,8 milhões; Twitter (30º), com 36,4 milhões; Netflix (36º), com 30,9 milhões; EA Online (42º), com 26,9 milhões; e o Pinterest (49º), com 25,4 milhões.


Fonte: G1
Não colaboramos com espionagem, disseram representantes das empresas, Facebook, Google e Microsoft.

Em audiência pública realizada nesta quinta, 15, representantes de Facebook,Google e Microsoft negaram que essas empresas tenham colaborado com a NSA (National Security Agency - agência de segurança do governo norte-americano). A reunião foi realizada pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado (CRE).
Marcel Leonardi, do Google Brasil, disse que "nenhuma das companhias presentes na audiência permitiria que algo assim acontecesse, e por um motivo muito simples: a base da existência dessas companhias é a confiança que o usuário deposita em seus serviços".
Bruno Magrani, da Facebook, declarou que a empresa nunca participou de nenhum programa do governo dos EUA ou de qualquer outro programa que visasse garantir acesso direto aos dados dos usuários. E Alexandre Esper, da Microsoft Brasil, frisou que nenhum usuário dessa companhia jamais teve seus dados devassados de forma direta e irrestrita por qualquer agência do governo, "em qualquer lugar do mundo".
Presidente da CRE, o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) afirmou que as denúncias de espionagem revelam que "os mecanismos excepcionais de combate ao terrorismo previsto na legislação norte-americana estariam repercutindo muito além do território daquele país". Também observou que, se for verdade que empresas como Microsoft, Google e Facebook estariam dando aplicação extraterritorial a dispositivos da legislação dos EUA, isso seria "abusivo, ilegal e ilegítimo".

Fonte: Revista Rxame
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