Arrow

Últimas Notícias

Você está lendo notícias sobre: Mostrando postagens com marcador MMN. Mostrar todas as postagens
Telexfree é multada por está operando de forma ilegal, diz Anatel.

A TelexFree tem se envolvido em muitas problemas nos últimos meses e nesta sexta-feira, 23, recebeu mais uma notícia ruim. A empresa está sendo processada pela Anatel por não ter autorização para oferecer serviços de VoIP.


Segundo a organização, qualquer empresa é livre para realizar chamadas de voz pela internet entre dois computadores. Contudo, quando a ligação é entre um computador e uma linha telefônica, é necessário existir alguma interconexão com uma operadora de telefonia. Para isso, a chancela da agência é necessária.



Segundo o UOL Economia, a empresa foi multada em R$ 4 mil e segue sem autorização para funcionar.



Para quem não conhece, a TelexFree é uma companhia que vende um serviço de VoIP, como o Skype. Contudo, segundo a justiça, o serviço é pouco utilizado e a verdadeira renda é gerada com a inclusão de novos associados, o que caracteriza uma pirâmide financeira, prática ilegal no Brasil.


Fonte: Olhar digital
Diretor da Telexfree diz que empresa é sustentável e solicita a liberação de novos cadastros à justiça. Taxas de adesão não serão cobradas.

A diretoria da Telexfree encaminhou uma petição à Justiça, na última semana, solicitando que a empresa volte a atuar, cadastrando novos associados sem cobrar a taxa de adesão durante um prazo de 90 dias. O diretor de marketing Carlos Costa afirmou, em um vídeo divulgado pela empresa, que a intenção é provar que a Telexfree pode se manter apenas com as vendas dos pacotes de chamadas telefônicas via internet (Voip). Segundo o advogado da empresa, Horst Fuchs, o documento foi encaminhado à Justiça Acreana.

A empresa com sede no Espírito Santo é investigada pelo Ministério Público (MP-AC) por suspeita de manter um esquema de pirâmide financeira. A Telexfree, nome fantasia da empresa de marketing multinível Ympactus Comercial Ltda, está proibida desde o dia 18 de junho de realizar pagamentos e o cadastro de novos investidores.

No vídeo, Carlos Costa afirma que a TelexFree não se mantém apenas com a adesão de novos divulgadores. “Essa proposta vai rebater a acusação que o Ministério Público acreano faz. Eles dizem que nosso negócio só se mantém com a entrada de novos divulgadores, com a adesão de novos divulgadores. Nessa nossa proposta ao Judiciário acreano, nós vamos pedir um prazo de 90 dias só trabalhando dessa forma que estou apresentando. Nesse período, aceitaremos cadastro de novos divulgadores gratuitamente. Repito: de graça. Se o Judiciário acreano aceitar, vamos trabalhar apenas com as vendas do nosso serviço e provaremos por A mais B, para quem quiser. Isso não é um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), porque não precisamos disso, o nosso negócio é lícito”, disse.
Costa diz ainda que a empresa não possui irregularidades. “Eu desafio quem quiser. Nosso negócio tem sustentabilidade, sim, e nós conseguimos provar todas elas individualmente, se precisar. Nosso negócio é plenamente sustentável. Não se deixem levar. Vamos provar para eles que nosso negócio é altamente sustentável”, afirmou
Ainda no vídeo, o diretor de marketing faz um cálculo simulado dos supostos ganhos reais dos divulgadores. Ele faz a conta considerando os níveis, as vendas e os valores dos planos. Segundo Costa, o divulgador que coordenasse uma rede poderia ter uma renda mensal superior a US$ 18,9 mil.
Inquérito
No dia 28 de junho, o Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Estado do Acre (MP-AC), instaurou inquérito para apurar se as atividades da Telexfree envolvem práticas de crimes contra a economia popular, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

O desembargador Francisco Djalma, por meio de liminar, suspendeu as investigações policiais no dia 11 de julho. Já no dia 1º de agosto a liminar foi cassada pelo TJ-AC e o inquérito policial foi reaberto na Delegacia de Combate ao Crime Organizado (Decco) da Polícia Civil.
Fonte: G1
Mais uma empresa suspeita de pirâmide financeira no país, tem vários registros no site Reclame Aqui .

Investigada pelo Ministério Público de Minas Gerais por suspeita de ser uma pirâmide financeira, a empresa NNex acumula reclamações de centenas de investidores por falta de pagamento, pagamentos mais de 50% abaixo do combinado e dificuldades de comunicação. As duas últimas semanas concentram mais da metade das queixas contra a empresa no conhecido site Reclame Aqui, 266 de um total de 445. A NNex confirma os problemas, mas atribui os atrasos a uma “migração bancária” e os pagamentos, na verdade, antes estariam “supervalorizados” porque são atrelados ao faturamento da empresa, que teria caído após a “crise no setor”.
A investigação sobre a empresa começou no Rio Grande do Norte, mas passou para o MP de Minas Gerais, que informou ao JC manter o caso sob sigilo.
Entre os insatisfeitos com a NNex no Reclame Aqui estão investidores do Recife, Camaragibe, Jaboatão dos Guararapes, Santa Cruz do Capibaribe e Petrolina. Pedindo anonimato, um investidor topou comentar o assunto. Ele teme ficar sem receber, caso fale abertamente do caso.
O investidor conta que o negócio tem um funcionamento muito similar à Telexfree, no epicentro da atual polêmica sobre supostas pirâmides no País. A NNex cobra uma adesão de R$ 600 a R$ 2.890 e exige postagens diárias de anúncios em sites específicos. Os investidores são pagos por por e-Vouchers, algo como “vales” virtuais que, no início, eram trocados cada um por R$ 42.
“O problema é que eles começaram a atrasar. Passei 20 dias esperando o pagamento. Quando chegou, cada um dos cinco e-Vouchers que eu recebia não valia mais R$ 42 e sim R$ 15. Ou seja, eu ganhava R$ 200 por semana e agora vou receber R$ 15. Em quanto tempo vou recuperar os R$ 2.890 que investi? Ainda tenho R$ 1 mil para recuperar o dinheiro que coloquei”, comenta o investidor.
As queixas se multiplicam e são feitas diretamente na página da empresa em uma rede social. Os insatisfeitos acusam a empresa de ser uma pirâmide e cobram a devolução do dinheiro.
No último dia 8, já bombardeada por queixas, a empresa postou na rede social a seguinte mensagem: “seus clientes menos satisfeitos são sua maior fonte de aprendizado”. Um insatisfeito respondeu: “E que tal serem fiéis a seus divulgadores? NNex, a pior empresa que já vi na vida, além de não pagarem querem brincar com a cara de seus divulgadores”. Só ontem foram novas 22 queixas no Reclame Aqui.
A EMPRESA
A NNex minimiza os problemas. Diretor de comunicação da NNex, Harry Nicolau Johann diz que a empresa tem um índice de atendimento de 97% dos problemas, em um universo de 10 mil investidores. A empresa nega ser uma pirâmide financeira.
“A queda na remuneração do e-Voucher (leia matéria ao lado) tem relação direta com a baixa no faturamento da empresa. Eles são variáveis e relacionados ao lucro da NNex. Houve um período em que o e-Voucher estava supervalorizado, mas com a crise do setor o valor caiu”, diz Harry. Além disso, afirma, os atrasos de pagamentos teriam ocorrido por uma migração bancária, já encerrada.
O “setor” a que ele se refere é o ramo de marketing multinível, do qual a NNex diz fazer parte, como outras empresas, a exemplo de Telexfree, BBom e Priples, todas investigadas.
No site da NNex, as informações sobre sua atividade são confusas, dificultando a compreensão sobre o que ela de fato faz: “Nossas atividades principais se concentram em duas vertentes, uma é a busca por parceiros que tenham produtos de interesse de nosso público-alvo. Estes parceiros são empresas que comercializam ou distribuem serviços e produtos, digitais e físicos. A outra é gerenciar e motivar um grupo de distribuidores, que são nossos afiliados, no consumo e revenda dos produtos e serviços comercializados pelos nossos parceiros.”
O diretor esclarece por telefone: “Vendemos serviços e produtos físicos, como perfumes. Nossa renda não é somente com a captação de mais pessoas para a rede.”
A empresa apresenta como parceiras comerciais duas marcas que são do mesmo grupo, o Portal Rekomende e a Permuta Digital. A NNex era sediada em Belo Horizonte, mas mudou o endereço para Barueri, com base administrativa em Sorocaba, São Paulo.
Embora a NNex em seu site se apresente como um negócio que já estaria no mercado há 2 anos, desde o início do mês divulga uma sequência de eventos em várias cidades do País, um “Grand Opening” (“grande inauguração”, em inglês). Seriam eventos para lançar novos produtos e serviços. Mas pelo menos um evento, o de Salvador, foi cancelado pela empresa, que no site se desculpa pelo episódio.
“Eu gostaria de aproveitar o contato da reportagem para informar que de 30 a 40 dias vamos lançar novos produtos”, avisa Harry.
Os afiliados, certamente, estão na expectativa.
Fonte: Jornal do Commercio PE
Priples é proibida de fazer novos cadastros pela justiça. Os proprietários foram presos no último sábado.

Mais uma empresa acaba de se juntar à TelexFREE e BBom na lista de investigadas por supostos esquemas de pirâmide financeira. A Priples, de anúncios virtuais, está proibida de fazer pagamentos e cadastrar novos integrantes desde que uma denúncia feita pela polícia de Pernambuco foi feita e aceita à Justiça do Estado.
No sábado, os sócios da empresa, o estudante de ciências da computação Henrique Maciel Carmo de Lima, de 26 anos, e a enfermeira Mirele Pacheco de Freitas, de 22 anos, foram presos. Na segunda, cerca de 70 milhões de reais em contas bancárias no nome da companhia foram bloqueados também a pedido da polícia.
De acordo com a denúncia, a empresa teria 95% de suas verbas vindas das taxas de adesão de cerca de 200.000 associados espalhados pelo país.
Em seu site, a empresa pernambucana afirma que não pode mais fazer adesões “sob pena de pagamento de multa no valor de 50.000 reais por cada novo cadastro”. A Priples também afirma que está proibida de pagar comissões, bonificações e quaisquer outras vantagens aos participantes, também sob pena de ter de pagar multa de 50.000 reais por cada pagamento indevido.
A empresa ainda teve de tirar seu site do ar até o julgamento final da ação para não ter de pagar uma multa diária de um milhão de reais.
A Priples teria sido criada em abril e, apesar de pouco tempo de operação, já teria conseguido movimentar 107 milhões de reais, segundo informações divulgadas pela imprensa.
Em vídeo institucional, a companhia explica que para cada recarga de 1.000 reais feita (não há detalhes de produto), os divulgadores ganhariam 20 reais por dia, ou seja, 620 reais por mês. Os pagamentos seriam feitos por meio de créditos de anúncios publicados no site ou revendidos à empresa e repassados para terceiros. 
Na mira
Uma força tarefa foi montada pelo Ministério Público para investigar 30 empresas suspeitas de operar esquemas de pirâmide financeira no país, mesma acusação que recai sobre a TelexFREE, a BBom e a Priples. O nome dessas empresas não será divulgado, mas elas poderão também ter seus bens bloqueados, se as suspeitas forem confirmadas.
Ministério Público solicita fechamento da BBom à Justiça e devolução do dinheiro aos associados.

O Ministério Público Federal em Goiás (MPF-GO) e o Ministério Público de Goiás (MP-GO) pediram à Justiça que decrete a dissolução da BBom e a devolução do dinheiro investidos pelos cerca de 300 mil revendedores do negócio, acusado de ser uma pirâmide financeira. 
A suposta fraude é "mais abrangente" do que a praticada pela Avestruz Master, que lesou 40 mil pessoas há cerca de oito anos, diz a procuradora da República Mariane de Mello, uma das responsáveis pela ação contra a BBom. Ela também atuou no caso das aves.
"Mesmo tendo ficado 7 anos no mercado, a Avestruz Master arrebanhou 40 mil associados [ e deu prejuízo de R$ 1 bilhão ]. A BBom, com três meses de atuação tinha cerca de 300 mil associados e nós conseguimos bloquear R$ 300 milhões. Proporcionalmente, a abrangência é muito maior", diz Mariane, em entrevista ao iG .
Desde julho, a BBom está impedida pela  Justiça de movimentar suas contas ou cadastrar novos integrantes. 
Em nota, a empresa informou estar ciente de desenvolver "uma atividade econômica lícita e regular" e que apresentará defesa contra os pedidos dos órgãos. Ao mesmo tempo, diz o texto, a empresa tentará derrubar a liminar (decisão temporária) que bloqueia suas atividades desde julho. 
Rastreadores insuficientes 
O pedido de dissolução da BBom e de devolução das verbas foi feitos por meio de uma ação civil pública (ACP) apresentada no fim da tarde de segunda-feira (5) à Justiça.
O documento propõe que sejam declarados nulos todos os contratos firmados pelas empresas responsáveis pela marca – a Embrasystem e a BBrasil organizações e métodos –, inclusive aqueles firmados pelos associados, como são chamados os revendedores.
A BBom é apresentada por seus responsáveis como um sistema de marketing multinível pelo qual são comercializados os serviços de rastreamento de veículos e de pessoas prestados pela Embrasystem.
Os revendedores (associados) eram atraídos para a rede com a promessa de lucros expressivos, e tinham de pagar taxas de adesão que variam de R$ 600 a R$ 3 mil. 
Para o MPF-GO e o MP-GO, a BBom é uma pirâmide financeira pois os lucros e bonificações prometidos aos associados viriam das taxas de adesão, e não da venda dos serviços de rastreamento. 
Segundo o texto da ação civil pública, a BBom vendeu 1 milhão de rastreadores, mas adquiriu junto a fornecedores menos de 90 mil aparelhos. O principal fornecedor, de acordo com o documento, vendeu 69.114 rastreadores à BBom. 
"A principal semelhança [ com a Avestruz Master] é não ter o produto para entregar. A Avestruz Master revendeu 600 mil aves mas só tinha 38 mil", diz Mariane. "A grande maioria das pessoas que compram [ o rastreador da BBom ] não tem interesse em receber. É igualzinho à Avestruz."
Dinheiro investido em luxo 
Além disso, os procuradores e o promotor acusam as empresas de não terem autorização do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para prestar o serviço de rastreamento. Tal aval não é necessário, segundo a BBom.
Ao mesmo tempo em que não adquiriram todos os rastraeadores revendidos, os responsáveis pela BBom gastaram mais de R$ 10 milhões em veículos como Ferrari, Lamborghini e Mercedes. Carros de luxo como esses eram usados para premiar os associados e, assim, atrair mais membros para a rede.
"[ O grupo também ] promoveu opulentas festas e transferiu milhões de reais a contas pessoais do sócio João Francisco de Paulo [ dono da Embrasystem ] e de pessoas diversas", segundo a APC, assinada por Mariane, pelo procurador da República Helio Telho e pelo promotor de Justiça Murilo Moraes e Miranda.
Além do crime de pirâmide financeira, os responsáveis pelas empresas são acusados de praticarem captação antecipada de poupança popular de forma irregular. Esse tipo de atividade, cujo exemplo mais conhecido é o Baú da Felicidade, depende de autorização do Ministério da Fazenda para ocorrer. A BBom não tinha tal homologação.
Novo congelamento
As contas das empresas e dos sócios foram bloqueados no dia 10 de julho. A entrada de novos associados ou a cobrança de mensalidades dos que já haviam aderido, no dia 17. Ambas as decisões são liminares (temporárias) e foram dadas pela juíza  Luciana Gheller, da 4ª Vara Federal de Goiânia.
Em novo despacho divulgado nesta terça-feira (6), entretanto, Luciana afirma ter recebido indícios de que "os associados continuaram a aderir ao sistema ou a pagar as mensalidades cobradas" e que "ativos financeiros continuam sendo movimentados pelos réus." Por esse motivo, a juíza emitiu uma nova determinação de bloqueio.
A BBom é a segunda empresa a ser alvo de uma ação civil pública nesse teor. No início de julho, o Ministério Público do Acre (MP-AC) moveu um processo semelhante contra a Telexfree, que também está com as contas bloqueadas. A ação ainda não foi julgada .
Outras 29 empresas são investigadas pela suspeita de serem pirâmides financeiras
Tribunal de Justiça do Acre emite nota sobre Telexfree

A Corregedoria Geral do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC) emitiu nesta terça-feira (23) uma nota de esclarecimento aos investidores da Telexfree. Na nota assinada pelo corregedor geral, desembargador Pedro Ranzi, informa que o órgão não possui competência para interferir em decisões judiciais.
Ranzi diz ainda que a nota foi emitida devido a procura constante à Corregedoria, feita por investidores insatisfeitos com a decisão da Justiça acreana que bloqueou os pagamentos e adesões à Telexfree.
Na nota o desembargador explica que o papel da Corregedoria está restrito a investigar a conduta dos magistrados e ressalta. "Os magistrados têm independência para decidir conforme sua convicção e o Direito, devendo ser preservada essa garantia fundamental dos juízes e da sociedade", diz.
A nota conclui dizendo que as decisões tomadas pela Justiça em relação à Telexfree devem ser 'atacadas' apenas por meio dos 'recursos processuais competentes'.



   "A cada dia o movimento TelexFREE ganha mais força, mais união e mais organização. Assembléia Legislativa do Acre abriu suas portas mais uma vez para receber divulgadores da TelexFREE e líderes de várias empresas de marketing multinível que atuam no estado e em todo país. 
    O encontro teve como principal objetivo a criação do comitê e da associação de marketing multinível do estado. Ildson Viana - Divulgador TelexFREE - "Esse comitê que foi criado hoje, tendo o encaminhamento certo, a motivação certa, tem uma  importância tremenda para o marketing multinível, não apenas no Acre, mas no Brasil. À partir daqui podemos levantar algumas pautas, discussões, inclusive encaminhamentos, para que o multinível seja legalizado no Brasil."
   O deputado Moisés Diniz - Deputado Estadual e Líder do Comitê - destacou a importância de toda sociedade nesse movimento: " Esse comitê chama a sociedade, chama sindicatos, igrejas, empresários, movimento social e discute com a justiça, sem pressão, e leva à justiça o sentimento do coração do povo de dizer que é possível, manter uma empresa funcionando enquanto se julga um mérito. Colocando seus peritos para investigar a empresa sem prejudicar milhares de pessoas, como estão sendo prejudicadas. A justiça tem peritos, profissionais, especialistas para fazer a investigação e depois dar a sentença lá no final do mérito, mas eles não podem nesse momento prejudicarem essas pessoas. Nós não estamos aqui pressionando a justiça, mas fazendo um apelo de que é possível cumprir a lei e preservar a vida. Portanto, suspende-se a liminar. A empresa volte a funcionar e a investigação continue como é feito em todo Brasil."

Connect-se!

Páginas Visitadas