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A poucos dias da Copa, PF ainda não sabe quem fará segurança nos estádios.


Responsável por fiscalizar a segurança privada no país, PF não havia recebido da Fifa nomes das empresas contratadas até dia 28 de abril; STF confirma que, se houver problemas, responsabilidade civil é da União.

“Segurança fica a cargo das autoridades do Estado. A Fifa não pode garantir segurança. Isso faz parte do compromisso do governo que organiza”, afirmou categoricamente Sepp Blatter, presidente da FIFA, em uma coletiva de imprensa em Hong Kong no final de abril.
Não é o que prevê o acordo para sediar a Copa (hosting agreement) nem a Lei Geral da Copa. De acordo com esses dispositivos, a segurança do interior e do entorno dos estádios – o  chamado “perímetro de segurança” –  estará a cargo de 20 mil agentes privados contratados diretamente pelo COL, o Comitê Organizador Local da Fifa.
Serão esses agentes privados, ou “stewards”– seguranças treinados e sem qualquer tipo de armamentos – que vão acionar as forças de segurança pública caso avaliem ser necessário. Eles também comandarão a segurança nas demais “instalações oficiais”, como os hotéis onde estarão as delegações, os Centros de Treinamento de Seleções, os Campos Oficiais de Treinamento e o Centro de Mídia. Nesses locais, “a força pública é usada apenas sob demanda”, nas palavras da assessoria de imprensa do COL.
Até o final de abril, porém, a Fifa não havia comunicado à Polícia Federal, que pela legislação brasileira tem a atribuição de fiscalizar as forças de segurança privada atuantes no país, nem quais foram as empresas contratadas. “O responsável pela contratação das empresas é a Fifa e até o momento não nos foi enviada uma relação das empresas contratadas para fornecer segurança no evento”, confirmou a Polícia Federal à Agência Pública no dia 28 de abril, em resposta a um pedido de Lei de Acesso à Informação. “O processo de seleção foi realizado pela Fifa sem participação do Departamento de Polícia Federal. Os contratos são firmados pela Fifa sem divulgação de duração e valores à Polícia Federal”.
Uma lacuna que preocupa os especialistas em segurança pública e que não parecer fazer sentido diante da afirmação do presidente da Fifa de que a responsabilidade pela segurança durante os jogos é do Estado brasileiro. “Não pode o responsável pela fiscalização, que é a PF, dizer que não tem nenhuma informação sobre quem vai fazer, até porque isso tem que estar interligado ao esquema maior de segurança, que afinal de contas é público”, diz a analista de Justiça e Segurança Pública do Instituto Sou da Paz, Carolina Ricardo. “Não faz sentido ter essa separação. O que não está muito clara é essa relação com a segurança privada”. A resposta ao pedido de acesso à informação ilustra bem a falta de normas claras. Perguntada sobre protocolos que regerão o emprego das forças privadas nos estádios, a PF declarou: “O protocolo de atuação da segurança privada consiste na prevenção de ocorrência de ilícitos, com acionamento da Força Pública em caso de sua ocorrência”.

Uma carta na manga

O Planejamento Estratégico de Segurança para a Copa do Mundo do Ministério da Justiça, determina apenas que “no que se refere às medidas de segurança nos locais de interesse, a FIFA, através da Gerência Geral de Segurança do Comitê Organizador da Copa do Mundo FIFA Brasil 2014, terá responsabilidade pelas ações de segurança privada nos perímetros privados dos locais de interesses”. E acrescenta: “Se, por qualquer motivo, a segurança no interior de um estádio ou outro local sob a responsabilidade da FIFA não for garantida por esta entidade, as autoridades públicas de segurança assumirão e avocarão a responsabilidade e o controle dessas áreas”.
Mas, apesar de utilizar essa prerrogativa na hora de contratar as forças de segurança privada, a Fifa não terá nenhum tipo de ônus em caso de problemas, daí a declaração de Blatter. Desde 2007, durante os acordos para o Brasil sediar a Copa do Mundo, a Fifa tem em seu poder uma carta de garantias assinada pelo então ministro da justiça Tarso Genro, que afirma: “Nós aceitamos completa responsabilidade legal por quaisquer incidentes de segurança e/ou acidentes em conexão com a Competição, e indenizamos, defendemos e isentamos a Fifa e todas as subsidiárias da Fifa de toda a responsabilidade legal, obrigações, perdas, prejuízos, ações, demandas, recuperações, deficiências, custos ou despesas (incluindo honorários de advogados) que as partes possam sofrer ou incorrer em conexão com, resultantes de ou a partir de quaisquer incidentes de segurança e/ou acidentes em conexão com as Competições”.
A promessa virou lei com a Lei Geral da Copa, promulgada 5 anos depois. No artigo 23 a União assumiu legalmente responsabilização civil perante a Fifa por todos os danos decorrentes de acidentes de segurança relacionados ao evento – exceto se a Fifa tiver motivado os danos. Isso significa que, se houver qualquer processo contra o evento motivado por questões de segurança na Copa, quem paga os custos é o Brasil.
O artigo 23 foi referendado esta semana pelo Supremo Tribunal Federal ao julgar uma ação de inconstitucionalidade movida pela Procuradoria-Geral da República. A votação foi quase unânim: 10 votos a favor e um único contrário, do presidente do STF, Joaquim Barbosa. Na declaração de voto, muitos ministros louvaram as vantagens econômicas do Brasil sediar a Copa. Um deles foi o relator, ministro Ricardo Lewandowski, para quem o compromisso de sediar a Copa foi assumido “livre e soberanamente” pelo Brasil quando se candidatou e entre as promessas figurava “a responsabilidade por eventuais danos decorrentes do evento”. Já o ministro Teori Zavascki incluiu até a previsão das fontes de pagamento de eventuais prejuízos legais: dinheiro do Tesouro Nacional. (leia mais aqui)

Nó jurídico

“A possibilidade de segurança privada nos estádios surgiu com a Copa do Mundo”, explica André Zanetic, pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da USP que estuda o setor privado. Segundo ele, com as exigências da Fifa abriu-se uma nova frente de negócios, as empresas de “stewards” – e, com eles, um tremendo nó jurídico e muitos desafios em termos de fiscalização. “Virou a atividade principal a ser apoiada quando o Brasil acabou sendo escolhido para ter Copa do Mundo e a Fifa ficou responsável em fazer a segurança dos estádios. Mas isso só faz sentido se você tiver uma articulação consistente com as forças públicas”.
O emprego dos “stewards” foi regulamentado por uma portaria da Polícia Federal de dezembro de 2012, que estabelece como critério central para esse novo tipo de trabalho a necessidade de tais agentes realizarem um curso com carga horária de 50 horas, ou 5 dias, em escolas aprovadas pela PF. Foi a primeira vez que apareceu na legislação brasileira a figura do “vigilante em extensão em segurança para grandes eventos” – esses são definidos como “aqueles realizados em estádios, ginásios ou outros eventos com público superior a três mil pessoas”.
Publicada às pressas, seis meses antes da Copa das Confederações, a portaria deu um “jeitinho” para que os seguranças privados da Fifa pudessem atuar nos estádios. Inicialmente, o Ministério da Justiça pretendia aprovar o Estatuto da Segurança Privada – a lei atual é de 1983 – que deve regulamentar as cerca de 2 mil empresas e 700 mil vigilantes em atuação no país – número maior que o das polícias federal, civil e militar de todos os Estados juntos. O tema, no entanto, é tão espinhoso que o texto ficou meses parado na Casa Civil e o governo ainda não apresentou o texto do projeto de Lei ao Congresso.
“Já faz muito tempo que está se tentando fazer uma nova regulamentação ao setor. Tinha se chegado à conclusão de que não iam conseguir fechar antes, e isso [a regulamentação dos “stewards”] precisava avançar sem passar por toda a discussão do legislativo”, explica André Zanetic. “Mas de certa forma corre-se o risco de ser um arranjo insuficiente para dar conta dos problemas da organização da segurança na Copa”. Ele lembra o episódio da partida entre Atlético-PR e Vasco da Gama em dezembro do ano passado no estádio Arena Joinville, quando uma briga na arquibancada deixou quatro feridos e resultou em troca de acusações entre a Polícia Militar e o Atlético, que tinha contratado 60 seguranças para o evento. “Hoje a gente começou a fazer segurança privada nos estádios de futebol de uma forma mal ajambrada que começa a dar esses resultados. O que aconteceu em Santa Catarina pode acontecer de novo”, alerta o especialista.

Legislação de encomenda

O atropelo legal para a segurança na Copa ficou claro alguns meses depois da publicação da portaria da PF, em maio de 2013, o texto foi alterado pelo diretor-geral da PF Leandro Daiello Coimbra, abrandando a sua principal exigência: a formação dos vigilantes. A exigência inicial era de que a obrigatoriedade valeria dali a seis meses, mas a data foi mudada para dez meses. Portanto, ela não foi aplicada na Copa das Confederações, “considerando a impossibilidade prática de que as empresas de curso de formação de vigilantes capacitem profissionais em quantidade suficiente”, diz a portaria da PF.  Mudou-se a lei porque não ia dar tempo.
Hoje em dia o curso é obrigatório para todos os que vão fazer a segurança privada dos estádios. No entanto até o final e abril, apenas 5084 vigilantes haviam passado pelo curso de 5 dias, segundo dados da PF publicados pela BBC. A Fifa pretende empregar 20 mil.
Entre outros itens, o curso inclui conhecimentos da cadeia de comando da segurança e responsabilidades das forças públicas; técnicas de controle de acesso; gerenciamento de público – o que inclui “psicologia básica de controle de multidões” –; e conhecimentos básicos de direito, da Constituição, do Código Penal, do Estatuto do Torcedor e do regulamento de segurança da Fifa. O quesito “uso progressivo da força” é descrito como “técnicas de imobilização e condução de detidos; defesa contra agressão de instrumentos lesivos a integridade física dos espectadores e dos próprios vigilantes; técnicas de contenção de distúrbios em massa”.
As aulas também ensinam o vigilante a “desenvolver exercício prático de formação, como cortina humana para impedir avanços de multidões e outros gerenciamentos e separação de conflitos, como contenções e escoltas”, e enfatiza a obrigação de “identificar e comunicar seu superior sobre comportamentos anti-sociais, racistas, xenófobos, ou contra crianças e idosos; e desenvolver técnicas de dissuasão de tais comportamentos, caso sua atuação, individual ou em equipe, seja suficiente para encerrar a ocorrência, sem deixar de fazer o devido encaminhamento às autoridades”
Mas apesar de definir todas essas atribuições para os vigilantes privados, ainda não está claro, segundo os especialistas, qual será o poder de fiscalização que a PF terá de fato e como será a articulação entre os seguranças privados e as forças públicas. “Se você pegar a regulação que foi feita na legislação sobre segurança na Copa, você vê que não tem nenhum protocolo específico sobre como seria feita a tal ação integrada”, diz André. “Há uma insegurança jurídica muito grande, inclusive dentro do pessoal da PF, de ter que lidar com um ordenamento jurídico vago, que se resume a algumas frases falando que vai haver integração entre forças públicas e segurança privada em ações que ficam na alçada da segurança privada”.
A Pública procurou a Polícia Federal e a Fifa para perguntar como será feita a fiscalização da segurança privada durante a Copa. Não obteve respostas. A Fifa também não informou os nomes das empresas contratadas, os valores ou a duração dos contratos, como havia sido solicitado pela reportagem.

O Legado

O pesquisador André Zanetic enfatiza que não é contra o uso de segurança privada dentro dos estádios. Essa é apenas uma das facetas da crescente privatização desses espaços, na qual não faz sentido ter “um contingente público atuando numa atividade específica privada”, diz ele.
A mesma visão foi defendida calorosamente pelo presidente da Associação Brasileira das Empresas de Vigilância (ABREVIS) José Jacobson Neto Presidente em um editorial na revista da associação em outubro de 2012. “Os stewards são o símbolo internacional dessa nova concepção em segurança para grandes eventos”, escreve ele, defendendo a chegada de uma “nova cultura” ao Brasil que “vai trazer de volta as famílias aos estádios” – e gerar altos lucros. “Os estádios passam a ser arenas multiuso, onde os jogos de futebol figu­ram como uma das atividades, juntamente com promoções de shows, eventos culturais, religiosos, artísticos e de outras modalidades desportivas. Restaurantes, cinemas e teatros complementam os atrativos. E serão exatamente esses atrativos que propiciarão a arrecadação necessária para tornar as arenas multiuso uma atividade economicamente viável ao ponto de tornar pagável uma segurança de qualidade”.
O mesmo editorial não deixa dúvidas de que as demandas da Fifa constituíram um “marco” para o setor de segurança privada. “O grau de confiança atribuído à segurança privada iniciou-se com a FIFA, que legitimou o empre­go de seus regulamentos no Brasil quando firmou o host agreement com o então Presidente Lula. Posteriormente, o COL/FIFA – Comitê Organizador Local permitiu a inserção do art. 70 na Lei Geral da Copa (Lei nº 12.663, de 5 de junho de 2012), que introduziu a segurança privada no sistema jurí­dico brasileiro para os jogos do evento. Finalmente, o COL buscou afinar sua doutrina com a Polícia Federal, órgão regulador da segurança privada no Brasil”.
O texto termina num tom profético: “A sorte para a segurança privada do Brasil está lançada. A Copa do Mundo será um divisor de águas, elevando o segmento como parceiro dos órgãos de segurança pública dentro do novo siste­ma integrado de segurança”.
Em email enviado pela sua assessoria de imprensa, a Fifa coloca as mudanças na área de segurança como “parte importante do legado da Copa para o Brasil” e destaca especificamente a segurança privada: “Entre os impactos a serem observados estão a capacitação dos profissionais de segurança privada para atuação em grandes eventos, a regulamentação da profissão de steward, o novo conceito de procedimento operacional compartilhado entre as seguranças pública e privada, as adequações técnicas visando o combate a incêndio e pânico, instalações inteligentes e equipamentos eletrônicos adequados para a prevenção da violência (por exemplo, identificação de torcedores que já causaram problemas anteriormente), entre outros avanços”.
Fonte: A Publica
Casa explode após tiroteio nos Estados Unidos.

Uma casa em New Hampshire, nos Estados Unidos, explodiu na segunda-feira (13) pouco depois de um tiroteio no local.
A imprensa americana noticiou que um policial foi morto na troca de tiros. As autoridades ainda não esclareceram o que aconteceu no local.
Uma câmera de televisão de um helicóptero flagrou várias explosões. Os bombeiros não foram autorizados a entrar no local, devido a temores de balas perdidas.
Quando finalmente tiveram acesso à casa, ela já havia sido consumida pelas chamas.

Veja o vídeo da explosão.



Fonte: R7
Irmão de traficante preso assume tráfico em favelas da Maré. Polícia do RJ já está a procura do indivíduo.

Depois da prisão de um dos chefes do tráfico do Complexo da Maré, Menor P, a polícia do Rio procura agora o irmão dele, que aparece num vídeo feito pelo Jornal Extra.

De acordo com a reportagem, a gravação foi feita em novembro do ano passado. Eles teriam saído do Complexo da Maré, por causa de uma operação policial e procurado abrigo no Morro da Serrinha, favela no subúrbio de Madureira.  Nas imagens é possível ver o irmão do traficante. Ele aparece com um colete preto usado pelos paraquedistas do Exército.

Segundo a polícia, “Zangado”, irmão de Menor P, assumiu a chefia do tráfico em 11 das 15 favelas da Maré depois que o traficante foi preso por policiais federais na quarta-feira (26), num apartamento em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. O traficante estava com R$ 4 mil em dinheiro e não reagiu à prisão.

A Polícia Federal já pediu à Justiça a transferência dele para um presídio federal, fora do estado. Os policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) ocupam  há uma semana duas das 15 comunidades do conjunto de favelas da Maré: a Nova Holanda e o Parque União. Mas mesmo com a presença dos homens do Bope, moradores dizem que ainda ouvem tiros na região e convivem com o medo.

Traficantes da quadrilha rival de Menor P que controlam o tráfico nas duas favelas ocupadas pelo Bope também estão sendo procurados. O Disque-Denúncia oferece recompensa entre R$ 1 mil a R$ 2 mil em troca de informações sobre o paradeiro deles.

No domingo (30) as polícias Civil e Militar vão ocupar o conjunto de favelas da Maré. É mais uma etapa para a preparação da chegada das tropas federais na região.

Fonte: Jornal Hoje
PF prende quadrilha que desviou R$ 73 milhões da Mega Sena. CEF informou ter sido a maior fraude já ocorrida em toda história da instituição.


Operação da Polícia Federal (PF) deflagrada neste sábado, 18, em três Estados desarticulou uma quadrilha que teria desviado R$ 73 milhões da Mega-Sena, jogo de loteria da Caixa Econômica Federal. O banco relatou à PF que se trata da maior fraude já sofrida em toda sua história.

Segundo a polícia, os envolvidos forjavam um bilhete da Mega-Sena com os números sorteados. Depois, abriam uma conta em nome de um ganhador fictício, com o aval de um gerente da Caixa da agência de Tocantinópolis (TO). Em seguida, o dinheiro era transferido para diversas contas.

Um dos envolvidos, segundo o Estado apurou, é o suplente de deputado federal Ernesto Vieira Carvalho Neto, que disputou a vaga em 2010 pelo PMDB do Maranhão na chapa da governadora Roseana Sarney (PMDB).

Segundo os investigadores, ele teria comprado um avião com o dinheiro desviado da Caixa e teria a intenção de usá-lo numa fuga. Até a manhã de sábado, a PF não havia localizado o suplente para cumprir o mandado de prisão expedido contra ele e outras quatro pessoas, que não tiveram o nome revelado. Nenhuma delas foi presa.

Conforme relatos, houve até perseguição em alguns locais com pistas falsas sobre o paradeiro dos envolvidos. A Justiça também autorizou o cumprimento de dez mandados de busca e apreensão e um mandado de condução coercitiva (quando a pessoa é levada a prestar depoimento e liberada em seguida) nos Estados de Goiás, Maranhão e São Paulo.

Já foram recuperados 70% dos valores desviados, informou a PF. O gerente da agência onde a conta foi aberta foi preso antes da operação batizada de Éskhara (que significa crosta deferida, casca) ser deflagrada. A PF não informou se ele colaborou com a investigação.

Os envolvidos responderão pelos crimes de peculato, receptação majorada, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro, cujas penas somadas podem chegar a 29 anos de prisão.

A PF informou que as investigações prosseguem porque há outros possíveis fraudadores. A PF, que trabalhou em parceria com o Ministério Público do Tocantins, não tinha a intenção de deflagrar a operação no sábado, mas antecipou pra evitar vazamento de informação.

A Caixa divulgou nota na qual informa que foi o banco quem comunicou à PF sobre a fraude. "A Caixa Econômica Federal informa que acionou a polícia logo que constatou a fraude. O banco continua acompanhando o caso e está à disposição da PF." A operação da PF ocorre no momento em que a Caixa tenta abafar uma crise, após a revelação pela revista IstoÉ de que se apropriou de R$ 719 milhões de saldos de contas bancárias de clientes que foram encerradas por iniciativa do banco.


Fonte: Estadão
Um Policial Civil do Rio grande do Norte, que também figurava como investidor da Telexfree, cometeu suicídio no último dia 4.

Um Policial Civil cometeu suicídio no interior da Delegacia de Policia da cidade de Caicó no Rio Grande do Norte.  
De acordo com informações, ele investiu parte de seu patrimônio na Telexfree e após o bloqueio da empresa teve que se desfazer de bens como um carro zero km, para poder honrar com seus compromissos financeiros.
  
O policial havia comprado o carro e com menos de um mês da compra do veículo, a telexfree foi bloqueada pela justiça, o mesmo teve que devolver o veículo e ainda ficou sem parte de seu patrimônio que ficou retido na empresa. 
Este fato teria deixado o policial  depressivo e pode ser uma das linhas seguidas para esclarecer a real motivação pelo qual o mesmo cometeu o suicídio.
Ele estava afastado do serviço da policia civil já fazia alguns meses, por enfrentar sérios problemas psicológicos. Um outro fator apontado por alguns colegas na delegacia é a alta carga de trabalho na DP, onde poucos policiais precisam se desdobrar para cumprir sua carga horária, muitas vezes tendo que realizar operações muitas vezes sozinhos. Segundo um investigador, o seu colega reclamou algumas vezes desse fato e isso também acabou levando ao afastamento do mesmo.
O Policial Civil cometeu suicídio atirando na própria cabeça na manhã desta quarta-feira (04), por volta de 07h30, no interior do alojamento da Delegacia Municipal de Policia Civil da cidade de Caicó.

Fonte: Cenário MT

Brasil, terra onde só os políticos tem vez! Deputado José Genoino pede aposentadoria por invalidez.

O deputado federal José Genoino (PT) entrou com pedido de aposentadoria por invalidez na Câmara dos Deputados, na quarta-feira (4). De acordo com o advogado dele, Luiz Fernando Pacheco, o estado de saúde do petista requer repouso e inspira cuidados.

De acordo com o defensor, um laudo médico assinado pelo médico Roberto Kalil, que relato o histórico de saúde do deputado, foi protocolado junto com o pedido na Câmara.

O parlamentar foi submetido a uma cirurgia em julho, quando fez uma cirurgia na aorta. Alguns dias depois, ele sofreu uma isquemia cerebral (obstrução da circulação sanguínea no cérebro), que foi revertida. Genoino recebeu alta no dia 20 de agosto.


Segundo seu advogado, foi por conta de seu histórico de problemas de saúde, que foi feito o pedido de aposentadoria.


O diretor-geral da Câmara, Sérgio Sampaio, informou que caso fique comprovada a situação de invalidez de Genoino, o petista terá direito à aposentadoria integral, que hoje é de R$ 26 mil bruto, além de plano de saúde.


Mensalão


O deputado do PT foi condenado no escândalo do mensalão a seis anos e 11 meses de prisão em regime semiaberto pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha.

Agora, faço uma pergunta. Ele conseguirá o benefício e passará a receber o seu salário de R$ 26.723,13 integralmente? Todos, já sabemos a resposta!
Agora, vejam como ocorre para àqueles que estão na base desse injusto e criminoso sistema...

Idosa de 94 anos tem pedido de aposentadoria negado pela 7ª vez


Uma moradora de Casa Branca teve o pedido de aposentadoria mais uma vez negado pelo Instituto do Seguro Social (INSS). Para a previdência, Ana Ribeiro da Silva, de 94 anos, não tem direito ao benefício. Ela recebe apenas uma pensão de um salário mínimo pelo falecimento do marido. A família dela entrou na Justiça para tentar uma solução. 

A idosa sofre de diabetes, hipertensão e também do coração e chega a gastar aproximadamente R$ 700 por mês com medicamentos. Ana já passou por sete perícias do INSS. Os laudos apontaram que ela está apta a trabalhar. 

Apesar de garantir que pagou a previdência durante 36 anos, no entanto, possui apenas um único comprovante de recolhimento, de 1975. O comprovante, no entanto, não está registrado no sistema do INSS. "Na época, o INSS não tinha o controle de quem realizava o pagamento", afirma Acácio Ribeiro, filho da idosa. 

Segundo os dados do Instituto, Ana começou a contribuir apenas em setembro do ano passado. "O benefício por incapacidade é temporário e tem regras. É preciso que a pessoa não esteja doente quando iniciou suas contribuições. No caso, ela só poderá ter direito a um benefício por incapacidade caso tenha uma nova doença", justificou o gerente do INSS Marcelo Bertoldo Motta.

Ainda de acordo com o gerente, ela precisaria comprovar os anos de contribuição. Sem os dados, ficará apenas com a aposentadoria do marido. “Por essa razão ela não tem direito a um beneficio assistencial porque ela está coberta pela previdência social e o benefício que ela pleiteia vai depender da incapacidade no momento em que estiver realizando a perícia”, diz.

Fontes: Radio Vermelho & ViaePTV
Polícia portuguesa apreende 18 milhões de cigarros contrabandeados, avaliados em 4 milhões de euros.


A Polícia federal portuguesa apreendeu mais de 18 milhões de cigarros que chegaram ao país contrabandeados por via marítima.

Em comunicado, a PF daquele país explicou que o material apreendido tem um valor que “supera quatro milhões de euros - Cerca de 12,85 milhões de reais - e a que resultaria numa arrecadação tributária por volta dos três milhões de euros”.

A apreensão foi feita através da Unidade Nacional de Combate à Corrupção no âmbito de um inquérito do Departamento de Investigação e Ação Penal de Lisboa, diz a mesma nota da PF portuguesa. O tabaco apreendido vinha em containeres  do oriente médio e teria como destino final o mercado inglês.

“A Polícia federal portuguesa agiu de forma conjunta com as autoridades espanholas e de outros países comunitários para que, para além das apreensões, fosse desmantelada a rede criminosa internacional que se dedicava ao contrabando de tabaco”, declarou à imprensa local.


Fonte: Publico Pt
Deputado federal Marco Feliciano, pede providencias à polícia federal, devido ao constrangimento causado por ativistas gays, em voo.






O pastor Marco Feliciano (PSC-SP) publicou um relato em seu Twitter de um assédio sofrido por ele durante um voo entre Brasília e São Paulo, na manhã desta sexta-feira, 09 de agosto.



Segundo o deputado federal, ao identificarem sua presença na aeronave, alguns ativistas gays passaram a hostilizá-lo com xingamentos e com a música “Robocop Gay”, dos Mamonas Assassinas. Feliciano afirmou ainda que os passageiros interviram na situação e o defenderam, mas com o tamanho do tumulto, o comandante da aeronave ameaçou retornar à capital federal.



“Agradeço aos passageiros do voo AD5019 BSB x GRU bem como a equipe da Azul Linhas Aéreas e o apoio da Polícia Federal do aeroporto de Guarulhos. Ao decolarmos em Brasília cerca de 10 gays me constrangeram, dois vieram à minha poltrona gritando, cantando musica bizarra. Os passageiros me defenderam, o piloto ameaçou retornar pra Brasília. Sofri xingamentos o voo todo. Haviam crianças no voo, famílias. Como não reagi tocaram no meu rosto. Estes cidadãos colocaram em risco a segurança dos passageiros. Querem respeito, mas não respeitam. E assim fazem com qualquer pessoa que discorde de suas práticas. Que Deus nos guarde. Não sou contra gays, sou defensor da família natural!”, escreveu o pastor.



Uma internauta que afirmou estar no mesmo voo que o pastor, disse que a maioria dos passageiros era homossexual: “Praticamente 70% dos passageiros do arco-íris… Não foi dessa vez, Feliciano kkkk”, escreveu a usuária Danyzinhaa_25. Um assessor de Feliciano identificado como Bauer confirmou que o piloto considerou retornar a Brasília: “Pastor Marco Feliciano foi hostilizado por gays dentro do avião. Comandante ameaçou retornar. Como cristão, perdoou os anormais”, escreveu.



Outro assessor do deputado, o cantor Roberto Marinho, relatou o episódio de forma mais detalhada em seu Twitter. Segundo Marinho, a Polícia Federal iria deter os ativistas gays, porém Marco Feliciano resolveu não dar queixa.


Feliciano X Ativistas Gays
O pastor Marco Feliciano tornou-se alvo dos ativistas gays ao ter suas declarações a respeito da homossexualidade repercutidas. A exposição do deputado se tornou maior depois que ele foi eleito para a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM).
Como presidente da CDHM, Feliciano levou à votação o projeto conhecido como “cura gay”, de autoria do deputado federal João Campos (PSDB-GO), que visava a derrubada da proibição do Conselho Federal de Psicologia aos profissionais da área de atenderem homossexuais que buscassem ajuda para reorientação sexual.


Fonte: GospelMais
Polícia resgata menina de 16 anos e mata sequestrador nos estados unidos.

O FBI conseguiu resgatar com vida uma jovem de 16 anos que estava dada como desaparecida desde o início do mês. O raptor, suspeito de ter assassinado a mãe da jovem e o irmão mais novo, foi morto a tiros pela polícia.

James Lee DiMaggio foi localizado, no sábado, num acampamento no estado de Idaho, nos Estados Unidos da América, após uma operação de caça ao homem que envolveu cerca de 150 agentes da polícia. Com ele estava Hannah Anderson, que não era vista desde o dia 3 de agosto.

O homem, de 40 anos, entrou em confronto com a polícia, no momento da prisão e acabou sendo abatido a tiros pelas autoridades. A jovem foi resgatada com vida e aparentemente saudável. Ela será entregue aos cuidados do pai neste domingo.

A mãe de Hannah, Christina Anderson, era amiga a muitos anos, do suspeito, e foi encontrada morta, juntamente com o filho de oito anos, na casa do sequestrador em San Diego, no dia 4 de agosto. Os corpos foram descobertos após um incêndio na residência. Ele é o principal suspeito de ter ateado fogo à casa.

Fonte: Reuters

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