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Cineasta austríaco, premiado em Festival Internacional de Cinema de São Paulo, morre de malária na áfrica.

O cineasta austríaco Michael Glawogger morreu de malária na noite de anteontem, aos 54 anos, na Libéria, onde filmava um documentário. Glawogger foi premiado no Festival Internacional de Cinema de São Paulo em 1998 com o documentário “Megacities”.
Ele trabalhava no projeto “Untitled – Der Film ohne Namen” (sem título – o filme sem nome, em tradução livre), que faria parte de sua série documental na qual analisa as consequências da globalização. As filmagens começaram em dezembro do ano passado e deveriam durar o ano todo, passando por diversos países.
Segundo o próprio diretor, o conteúdo do filme não estava definido, e seu trabalho “seguia a curiosidade e a intuição”. No ano passado, ele se juntou ao cineasta Win Wenders para dirigir um trecho do documentário em 3D “Cathedrals of Culture”, filme em seis partes que conta a história de edifícios icônicos. No filme, apresentado no Festival de Berlim em fevereiro deste ano, ele retratou a história da Biblioteca Nacional da Rússia.
Entre os diretores que se juntaram ao projetos estão o brasileiro Karim Aïnouz (“O Céu de Suely”), o vencedor do Oscar James Marsh (“Man on Wire”), o dinamarquês Michael Madsen (“Into Eternity”) e o ator norte-americano Robert Redford (“Todos os Homens do Presidente”).
Durante sua carreira, Glawogger se destacou por documentários como “Megacities” (1998), “Trabalhos Mortais” (2005) e “Whore’s Glory” (2011). Nos três, ele retrata a vida de populações pobres em países em desenvolvimento. Ele esteve em São Paulo em 1995 para apresentar seu filme “Die Ameisenstrasse”, na Mostra Internacional de Cinema.
Na época, procurava famílias migrantes do meio rural que tentavam fazer a vida em metrópoles, para retratar em seu projeto “Megacities” – premiado no mesmo festival, três anos mais tarde. Aceitou passear pela cidade com a reportagem da “Folha de S.Paulo” e pediu para ver bairros pobres. “É nesses lugares onde a cultura está mais viva”, disse então.
Porém nenhuma família brasileira foi incluída no filme, que retrata pessoas de Bombai, Nova York, Cidade do México e Moscou. Ele também trabalhou em ficções como “Slumming” (2006), “Kill Daddy Good Night” (2009) e a comédia “Contact High” (2009).
Fonte: O tempo
Médica mineira manda cortar o pênis do ex-noivo. Ela foi localizada em São Paulo.

A médica Myriam Priscilla de Rezende Castro, de 34 anos, foi presa nesta terça-feira, 1, em Pirassununga, no interior de São Paulo, acusada de mandar cortar o pênis do ex-noivo Wendel José de Souza, após ele romper o relacionamento, a três dias do casamento, em 2002. O crime aconteceu em Juiz de Fora, Minas Gerais. Myriam está presa em Belo Horizonte.
Ela foi condenada por lesão corporal gravíssima, em 2009, e, desde o ano passado, após esgotados os recursos, passou a ser considerada foragida.
De família tradicional, a médica teria contado com a ajuda do pai, Walter Ferreira de Castro, hoje com 76 anos, que cumpre pena domiciliar. Eles teriam contratado dois homens que se passaram por funcionários de uma companhia telefônica para entrar na casa da vítima e cortar seu pênis com uma faca na frente de seu irmão, que desmaiou ao ver a cena.
O casal se conhecia havia quatro anos e o ex-noivo contou ter resolvido terminar o relacionamento após crises de ciúmes da médica – em uma ocasião, a mulher teria tentado incendiar o carro e a casa do rapaz.
Defesa. 
O advogado Marcelo Cerqueira Chaves, que defende a médica, alega que ela é inocente. Ele diz que o homem que cortou a vítima, Flavio Natal de Araújo, teria mudado sua versão. Consta no processo que ele teria dito durante o ataque que agiu a mando de Myriam e seu pai. Porém, segundo a defesa, no fim do ano passado, ele deu nova versão e afirmou ter sido enviado por um ex-namorado da médica.
Segundo Chaves, a revisão do julgamento será discutida no dia 14. O advogado deve pedir que a pena seja cumprida em regime semiaberto.
Fonte: Estadao
O sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de água de parte da região metropolitana de São Paulo, continua a bater recordes negativos.

O sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de água de parte da região metropolitana de São Paulo, continua a bater recordes negativos. Nesta sexta-feira (28), o nível dele chegou a 13,8%, o mais baixo da história.

Segundo dados da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado), o Cantareira opera nos últimos meses em estado crítico. Para se ter uma ideia, no dia 28 de março do ano passado, o índice estava em 61,9%.

De acordo com meteorologistas do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), não há previsão de chuva para hoje e amanhã na região do Cantareira. A partir de domingo, com a chegada de uma frente fria, é previsto chuva para a região, mas ainda não dá para precisar se será chuva será ou não forte .Com a chegada do outono, que começou na semana passada, a tendência é que as chuvas sejam ainda mais escassas.

O complexo de represas do Cantareira é considerado um dos maiores sistemas de abastecimento do mundo. Somente na Grande São Paulo, ele produz 30 mil litros de água por segundo para abastecer 8,8 milhões de pessoas.

Desde o dia 10 de março, o governo de São Paulo reduziu a vazão do Cantareira para não esgotar o manancial. Para compensar a medida, nove bairros paulistanos deixaram de ser abastecidos pelo sistema e passaram a receber água dos sistemas Guarapiranga e Alto Tietê, totalizando 1,6 milhão de usuários.

O sistema do Alto Tietê também opera com 37,6% de sua capacidade. Em 1º de março, antes de começar a ajudar abastecer os bairros da capital, operava com 38,9% da sua capacidade. Já o Guarapiranga opera com 76,7 % do seu reservatório.

A presidente da Sabesp, Dilma Pena, confirmou que o programa de economia de água que dá 30% de desconto na conta daqueles que são abastecidos pelo sistema Cantareira será prolongado pelo ano todo. A ideia é preservar o manancial e garantir o abastecimento ao longo de 2014.

Fonte: Jornal de Floripa
Já se cotabilizam 18 mortes em Itaoca após chuvas.


O número de mortos em decorrência das chuvas em Itaoca (SP) já chega a 18, segundo balanço da Defesa Civil do estado de São Paulo divulgado às 12h. Apenas uma das vítimas ainda não foi identificada. Até o momento, há três pessoas hospitalizadas e nove desaparecidas. Na Escola Municipal Elias Lages de Magalhães estão abrigadas 21 pessoas. Aproximadamente 83 famílias (332 pessoas) estão desalojadas.



O Fundo Social de Itaoca pede que as pessoas doem café, produtos de higiene pessoal e de limpeza, que estão em falta. As demais doações devem ser feitas apenas na próxima semana, por conta da falta de espaço para estocagem na cidade.



“Precisa ligar aqui para confirmar de onde está vindo [a doação] e a quantidade. Os depósitos encontram-se bem lotados. Mas produtos de higiene, limpeza e café estão em falta”, disse Andrea Fortes, do Fundo Social de Itaoca. O telefone para contato é 15 3557 1143.

A prefeitura divulgou os números das contas bancárias do Fundo Social (Banco Bradesco, agência 2027-3 e conta 1003321-7), e da conta SOS Itaoca (Banco do Brasil, agência: 3637-4 e conta 100000-4) para realização de doações às vítimas.

De acordo com a Defesa Civil ainda operam na cidade 15 equipes do Corpo de Bombeiros que contam com a ajuda de cães farejadores e do helicóptero Águia. A prefeitura está fazendo o levantamento dos prejuízos e das necessidades de recursos para as obras de reparos. Ontem, os governos federal e estadual reconheceram o estado de calamidade pública que permite o repasse de recursos para auxiliar nesses trabalhos.

Fonte: Correio RAC
O preço da beleza Mulher de trinta anos morre eletrocutada enquanto alisava os cabelos com chapinha.


A auxiliar de escritório Cristina Barbosa Marcolino, de 30 anos, morreu eletrocutada enquanto alisava os cabelos com uma chapinha, na noite de quinta-feira (19), em Várzea Paulista, região de Jundiaí (SP). O pai de Cristina ouviu um barulho e a encontrou caída no chão do quarto, na casa da família, na Vila São José.
Cristina não conseguiu pedir socorro. Ela preparava-se para sair com o namorado. Cristina foi levada ao hospital da cidade, mas já chegou morta. Os médicos ainda tentaram reanimá-la, sem sucesso. O corpo foi levado para o Instituto Médico-Legal (IML) de Jundiaí. De acordo com o laudo, a auxiliar de escritório sofreu uma parada cardíaca em razão do choque elétrico.
A Polícia Civil afirmou que, apesar de tudo indicar que a morte foi acidental, a causa será investigada. O aparelho usado pela vítima será submetido à perícia. A rede elétrica também será examinada. De acordo com relato feito por familiares, Cristina tinha saído do banho e estava descalça, com os pés úmidos sobre o piso, o que pode ter contribuído para a descarga elétrica. De acordo com o pai, Orlando Marcolino, a filha havia trabalhado como hair stylist e tinha experiência no uso da chapinha. A mulher foi enterrada nesta sexta-feira, 20, no Cemitério Nossa Senhora do Montenegro, na própria cidade.
Fonte: Último Segundo

A nuvem de gás formada após um incêndio em um galpão de fertilizante em São Francisco do Sul, Santa Catarina, pode chegar ao Estado de São Paulo. Segundo o meteorologista Marcelo Martins, da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri/Ciram), isso vai depender da direção e intensidade dos ventos. "Se chegar, aparecerá na forma de uma névoa, bastante dissipada", afirmou. Mas o mais provável é que o gás alcance o interior de Santa Catarina, em cidades da região de Joinville e do Vale do Itajaí. O governo de Santa Catarina decretou situação de emergência em São Francisco do Sul. O local do incêndio armazena 10 mil toneladas de nitrato de amônia, cuja oxidação produz uma fumaça densa, que se respirada causa irritação na pele, olhos e vias respiratórias. 

A Defesa Civil estabeleceu um perímetro de segurança de 800 metros de raio a partir do incêndio. Mais de 200 bombeiros trabalhavam no combate ao incêndio até a noite desta quarta-feira, 25. O nitrato de amônia não é inflamável, mas oxidante. Por isso, o incêndio não produz chamas. Foram removidos contêineres ao redor, para facilitar o acesso de grandes equipamentos de combate, e o telhado do galpão. O objetivo é resfriar o produto. "O nitrato de amônia, por si só, é considerado estável. Caso aquecido, pode tornar-se explosivo", explicou o gerente de produtos perigosos da Defesa Civil, major Geovane Matiuzzi, dos bombeiros.

O incêndio começou entre 22h e 23h da noite de terça-feira, 24. O soldado Felipe Rosa, da comunicação social do Corpo de Bombeiros, afirmou que pelo menos 70 pessoas tiveram de ser atendidas por respirar a fumaça, e liberadas em seguida.

O major Matiuzzi disse que os efeitos do gás formado no processo de oxidação são parecidos com os do gás lacrimogêneo, por isso não são considerados letais quando inalados. O comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Marcos Oliveira, afirmou que o perigo é com a inalação direta e em grande quantidade. "Para evitar contaminação, as pessoas foram retiradas logo no início."

Nas primeiras horas do incêndio, a população assustada começou a deixar a cidade, causando trânsito nas vias internas e na BR-280, que liga São Francisco do Sul a Joinville. O acesso ao município foi bloqueado. A prefeitura recomenda que quem já está fora, não tente voltar enquanto a situação não for resolvida.

A Defesa Civil removeu as famílias dos bairros mais atingidos: Paulas, Iperoba, Reta e Sandra Regina. Cerca de 400 pessoas estão em um abrigo instalado em uma escola estadual que fica na entrada da cidade.
As aulas nas unidades da rede estadual em São Francisco do Sul e nas cidades vizinhas de Garuva e Itapoá foram suspensas até sexta-feira, 27. Os bombeiros ainda atuavam no local, sem previsão de término da operação, até o fim da noite de quarta-feira, 25.

Efeitos. A fumaça não é tóxica, mas pode ter efeitos que provocam irritação das vias respiratórias. Essa é a análise do professor Renato Sanchez Freire, do Departamento de Química Fundamental da Universidade de São Paulo (USP). Segundo ele, o único efeito imediato para o morador da região seria uma possível irritação das vias respiratórias, provocada pelo elevado calor da fumaça, sem nenhuma consequência tóxica. "Respirar a fumaça provocada pela explosão não é muito diferente do que respirar o gás provocado pelo escapamento de um caminhão."

Fonte: Estadão
Condenado a 19 anos, Pimenta Neves, passará para o regime semi-aberto.

O jornalista Antonio Marcos Pimenta Neves, condenado em 2006 a 19 anos de prisão pela morte de sua ex-namorada, a também jornalista Sandra Gomide, 33 anos, em 2000, vai passar para o regime semiaberto. 
Segundo a decisão, da juíza Sueli Zeraik de Oliveira Armani, da Vara de Execuções Criminais de Taubaté, “o sentenciado tem contra si uma condenação de 14 anos, 10 meses e três dias de reclusão, por homicídio doloso; já implementou o requisito temporal para a progressão de regime prisional e mantém bom comportamento carcerário, consoante atestado pela Administração Penitenciária”.
Ainda segundo a decisão, “a transferência para regime menos gravoso de cumprimento de pena deve ser deferido quando o preso tiver cumprido pelo menos 1/6 da reprimenda no regime anterior e revelar bom comportamento carcerário, este comprovado por simples declaração do diretor da unidade prisional”. 
De acordo com a juíza, se os dois requisitos forem apresentados, “é o quanto basta para a concessão do benefício”. “No caso em questão ambos vêm comprovados nos autos”, afirma Sueli. 
O caso Pimenta Neves
A jornalista Sandra Gomide, 33 anos, foi morta com dois tiros em um haras em Ibiúna, no interior de São Paulo, em agosto de 2000. O ex-namorado de Sandra, então diretor de redação do jornal O Estado de S. Paulo, Antônio Pimenta Neves, confessou o crime, alegando que a colega o traía. Os dois se conheceram em 1997 e tiveram um relacionamento por cerca de três anos.
Pimenta Neves chegou a ficar preso por sete meses enquanto respondia ao processo, mas conseguiu no Superior Tribunal de Justiça (STJ) um habeas-corpus para aguardar o julgamento em liberdade. Em 2006, ele foi condenado a 19 anos e dois meses de reclusão em regime fechado. No entanto, alegando entendimento anterior do Supremo Tribunal Federal (STF) - de que os condenados podem recorrer em liberdade até que todos os recursos sejam julgados -, o juiz de Ibiúna concedeu ao jornalista o direito de recorrer em liberdade.
Ao julgar recurso a favor de Pimenta Neves, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) considerou a confissão espontânea do crime e reduziu a pena para 18 anos. Alegando a mesma atenuante, a defesa conseguiu no STJ a redução para 15 anos. Os advogados do jornalista continuaram recorrendo até que, em 24 de maio de 2011, o STF negou o último recurso e determinou que a pena fosse imediatamente cumprida. Em seguida, policiais cercaram a casa de Pimenta Neves, na capital paulista, e ele se entregou.
Fonte: Agência Brasil
Jovem de 19 anos foi encontrada morta, em Itanhaém, litoral de São Paulo.

Uma jovem de 19 anos foi encontrada morta, degolada, na manhã de quinta-feira, em uma gruta na Praia dos Sonhos, em Itanhaém, litoral de São Paulo. Segundo a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) da cidade, Solange dos Passos Pimentel estava desparecida desde quarta-feira, quando sua família registrou um boletim de ocorrência.
Segundo a Polícia Civil, o corpo foi localizado por volta das 11h20 por populares, que acionaram então a Polícia Militar. Solange tinha um corte profundo no pescoço. 
A polícia não forneceu informações sobre o desaparecimento da garota nem sobre suspeitos do crime. O delegado Douglas Borguez, responsável pelo caso, já interrogou diversas pessoas e continua à procura de provas que ajudem a esclarecer o caso.  
Fonte: Jornal do Brasil


Ao menos seis pessoas morreram e 24 foram socorridas no desabamento de um prédio comercial de dois pavimentos em construção na Avenida Mateo Bei, altura do número 2.600, em São Mateus, na zona leste de São Paulo, na manhã desta terça-feira, 27. O Corpo de Bombeiros chegou a informar que havia sete mortos, mas corrigiu a informação, afirmando ter dúvidas se em um setor havia um ou dois copos. Estima-se que cerca de 10 pessoas ainda estejam sob os escombros. No local estava sendo construída uma loja da rede de moda Magazine Torra Torra.


O Corpo de Bombeiros recebeu o chamado às 8h35 e 23 viaturas prestam atendimento, além de dois helicópteros Águia da Polícia Militar. A estimativa que cerca de 35 pessoas trabalhavam no empreendimento no momento do acidente. Os feridos, de leves a graves, com fraturas, estão sendo separados em uma triagem no local e encaminhados a hospitais da região. A maioria eram funcionários da obra.

Segundo o major dos Bombeiros Anderson Lima de Oliveira, comandante da operação, uma das vítimas resgatadas manteve contato com os socorristas pelo celular, o que facilitou na sua localização. Trata-se de um homem de 24 anos, que estava sob duas lajes. Ele foi retirado com ferimentos nos membros inferiores, mas estava consciente. Ainda conforme o major, os socorridos informaram que a estrutura entrou em colapso repentinamente, sem que houvesse explosão.

De acordo com o capitão Marcos Palumbo, também do Corpo de Bombeiros, há 70 homens e dois cães farejadores na área. Segundo ele, além das vítimas soterradas, há outras que estavam próximas da obra e não ficaram sob os escombros. O capitão afirma que recebeu a informação de que a construção do prédio começou há cerca de três meses e abrangia uma área de cerca de 400 metros quadrados. A região é de grande movimento e diversas linhas de ônibus passam pelas ruas próximas, que foram isoladas.
Para facilitar o atendimento, foi montado um posto avançado no local. Segundo Palumbo, os trabalhos são delicados, pois é preciso cuidado com novos desabamentos. "Vai ser um trabalho demorado, de muita cautela", afirmou. "As equipes só vão sair do local quando todas as vítimas forem socorridas e o local estiver em segurança."

De acordo com a recepcionista Amanda Prevideli, de 21 anos, que trabalha em um escritório de contabilidade a uma quadra do acidente, não houve abalo no edifício de sua empresa.
Responsáveis. O Magazine Torra Torra nega ter responsabilidade sobre a obra e afirma que só assumiria o imóvel após as reformas estruturais que seriam realizadas pelo proprietário.

Segundo a empresa, havia um contrato de locação e uma firma de engenharia contratada pelo magazine fazia uma avaliação sobre as condições de uso do prédio. "Caso esse laudo técnico fosse positivo, atestando a segurança estrutural, a rede então faria o acabamento para abrigar mais uma unidade", afirmou a Torra Torra por meio de nota.

O grupo tem 37 lojas, todas no Estado de São Paulo, e começou com uma unidade no Brás, região central da capital paulista, em 1992. O prédio que desabou seria a oitava loja na cidade.
Trânsito. A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informou que a Avenida Mateo Bei foi interditada nos dois sentidos por causa da ocorrência. Vinte e quatro linhas de ônibus foram desviadas, segundo a SPTrans.


Fonte: Estadao
Linhas de telefones celulares do interior de São Paulo passam a utilizar mais um dígito à partir desse domingo.

No próximo desse domingo, todas as linhas de telefones celulares do interior de São Paulo (DDDs 12 a 19) irão começar a receber o nono dígito. Desde julho do ano passado a região metropolitana da capital paulista (DDD 11) já recebeu a atualização. Com a alteração, todos os números de telefonia móvel do Estado de São Paulo passarão a contar com o algarismo “9” antes dos outros números. A região do DDD 11 já tem o nono dígito implantado desde o ano passado.

A iniciativa da inclusão do nono dígito serve para aumentar as possibilidades de combinações numéricas, que agora cada código de área passa a ter 90 milhões de possibilidades de números.

Conforme a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), diferentemente da região metropolitana de São Paulo, as demais regiões do país não estão com a numeração saturada e não necessitam ainda da mudança. Porém, para padronizar a situação no Estado, o órgão decidiu implantar o nono dígito em todo o Estado de São Paulo. Até 2016, todo o Brasil deverá contar também com tal algarismo.

A partir do próximo domingo, dia 25 de agosto, até 9 de setembro, todas as chamadas realizadas sem o acréscimo do nono dígito serão completadas, entretanto, depois deste prazo até o dia 2 de dezembro, o usuário que não utilizar o dígito, será notificado pelas operadoras.

Outros Estados também irão receber o nono dígito ainda neste ano, como é o caso do Rio de Janeiro e São Paulo. Até o final de 2014, Amazonas, Roraima, Pará, Amapá e Maranhão receberão um algarismo a mais.

Em 2015 Estados como Minas Gerais, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí terão seus números modificados. Por fim, até o final de 2016, o nono dígito será disponibilizado para os Estados de Rondônia, Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins, Distrito Federal, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.



Fonte: Oficina da net
Só em São Paulo Mais de 400 médicos fizeram as provas para o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos.

A maioria dos 1.772 inscritos no país para o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos (Revalida) escolheu a cidade de São Paulo para submeter-se aos testes. No total são 424 candidatos ou 23,93% do número de brasileiros e estrangeiros que concorreram hoje (24) ao direito de ter o diploma obtido fora do país reconhecido no Brasil para o exercício legal da profissão.

Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo exame, que é feito desde 2011, não houve o registro de nenhum incidente ou atrasos envolvendo os inscritos na capital paulista, onde as provas ocorrem em unidade da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
A exemplo das demais localidades onde ocorre o Revalida, além de São Paulo: Brasília, Rio Branco, Manaus, Salvador, Fortaleza, Campo Grande, Curitiba, Rio de Janeiro e Porto Alegre, os médicos que fazem as provas em São Paulo cumpriram a primeira etapa, de testes de múltipla escolha, de manhã e, à tarde, entre questões dissertativas.
Ao finalizar a primeira parte da prova, muitos médicos consideraram as questões muito longas e exaustivas. “É bem extensa e cansativa, mas foi acessível”, avaliou Janaína da Silva, brasileira, de 31 anos, que acabou de completar seus estudos em Cuba, onde o ensino é gratuito. Ela elogiou a qualidade do curso de medicina cubano. “O curso é ótimo. A gente já tem contato com os pacientes no terceiro ano e acesso o tempo todo com os professores”.
Janaína contou que foi estudar naquele país porque obteve uma bolsa de estudo por meio de uma Organização Não Governamental (ONG), a Articulação de Mulheres Negras de São Paulo. “Eu queria fazer medicina, mas no meu país isso é impossível para quem tem um nível econômico baixo. Lá, todo o ensino é público, e eu pude realizar um sonho”, disse.
Questionada sobre o Programa Mais Médico, do Ministério da Saúde, a médica recém-formada defendeu tratar-se de “um bom programa e que deve visar o atendimento no interior em que as cidades são menos abastecidas [de médicos].
Já a venezuelana Gabriela Fuenmayor, de 30 anos, formada há seis anos em seu país, compareceu para o exame pela segunda vez. Ela é pediatra na Venezuela e faz residência em cardiopediatria no Hospital do Coração, com o registro profissional provisório. No conceito dela, a exigência de conhecimentos específicos envolveu dificuldade média. Comparando, no entanto, com o exame do ano passado, a venezuelana disse que este” foi mais fácil”.
Além de buscar aprimoramento no Brasil, ela demonstrou ter interesse em trabalhar, mas não em regiões distantes dos grandes centros médicos e tem preferência por São Paulo. Quanto ao Programa Mais Médico, defendeu que antes de submeter-se a ele, todos os participantes deveriam fazer o Revalida para comprovar que “se vai trabalhar com igual nível dos formados aqui [no Brasil].
Também da Venezuela, e igualmente fazendo as provas pela segunda vez , Simon Echeto, de 31 anos, formado há sete, avaliou ter cumprido com tranquilidade as exigências de conhecimento da primeira parte das provas. Ele faz residência médica no Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia e acha natural que os médicos formados no exterior tenham que fazer o Revalida.
Para Simon, é injusto que essa prova seja dispensada aos inscritos no Programa Mais Médicos. “Eu acho que eles deveriam fazer também porque o brasileiro tem o direito à qualidade dos médicos que vêm trabalhar”.
Entre os inscritos, Calos Roberto da Silva, de 44 anos, formado na Bolívia no ano passado, lamentou não poder participar do Programa Mais Médico. Podem se inscrever apenas aqueles oriundos de países com distribuição de profissionais acima da mensurada no Brasil que é de 1,8 mil médicos por mil habitantes.
Ele estudou na Bolívia pelo fato de o curso lá ser mais barato. “Mas agora, aqui, sou considerado um falso médico”, observou. A mesma queixa foi feita por sua colega de sala de aula, Cibelle Vieira, de 34 anos. “É revoltante que a gente não possa participar”, desabafou.

Fonte: Jornal do Brasil
Estudante de Ribeirao Preto, interior de Sao Paulo, quer ir morar em Marte. Ele é um dos 100 mil inscritos no projeto.


Um sonho diferente, uma vontade incomum. Para alguns amigos, ele é louco. Os familiares tentam entender. O estudante de engenharia mecânica Elieser da Silva quer viver em Marte. Morando em Ribeirão Preto (SP) e com família em Santa Rosa de Viterbo (SP), o jovem de 20 anos é um dos 100 mil inscritos no projeto da empresa holandesa Mars One, que busca voluntários que desejem uma viagem só de ida ao planeta vermelho em 2022.
A iniciativa, sem fins lucrativos, foi lançada em abril deste ano. Qualquer pessoa com mais de 18 anos e com inglês fluente ainda pode se candidatar. Após a inscrição, os aspirantes a astronautas passarão por uma triagem feita pela Mars One. No total, 24 pessoas de qualquer parte do mundo farão parte do projeto.
Silva está tão confiante na empreitada que passa o dia inteiro no computador tentando aprender tudo sobre o planeta vermelho. "A ideia de morar em Marte surgiu de pesquisas que fiz. Cheguei à conclusão de que nós somos limitados. Devemos evoluir diariamente. Uma forma de o ser humano evoluir é expandir. Por isso, sou um dos candidatos. Se for selecionado, irei com certeza", comentou o jovem.
O estudante leva na brincadeira a opinião dos conhecidos sobre a ideia inusitada. Amigos e familiares falam que é utopia. Ele garante que não liga. "Teve um amigo meu que falou que eu precisava procurar um auxílio médico porque eu não estava normal. Não é todo dia que a gente fala algo assim. Mas acho que todo astronauta não é muito normal mesmo", brincou.
Sobre a possível ida a Marte, Silva garante que está preparado, apesar de saber da dificuldade que enfrentará. "Espero dar o meu melhor se eu for para lá. São 100 mil inscrições para 24 vagas. Imagino que seja muito difícil, sofrido, mas vai ser proveitoso", disse.


Torcedor fanático do Santos, ele lamenta apenas a possibilidade de ter que se afastar do alvinegro praiano caso seja um dos selecionados. "Não vou ver mais o Santos ganhar do Corinthians, mas o amor pelo Peixe vai junto", concluiu.

Projeto

A seleção dos candidatos será feita com base no currículo, carta de intenção e vídeo enviado pelo candidato. Na segunda fase, os candidatos devem apresentar atestado médico e físico e se encontrarão com comitês regionais da missão para entrevistas. Em seguida, cada país votará em um candidato e restarão 24 voluntários, que serão devidamente treinados. Até agora, o site do projeto confirma ter recebido inscrições de mais de 120 países, incluindo Brasil, EUA, China, Rússia, México, Canadá, Colômbia, Argentina e Índia.



Os escolhidos serão divididos em seis viagens só de ida, com quatro passageiros cada, entre 2022 a 2024. A primeira partida está prevista para o segundo semestre de 2022, e chegará ao planeta sete meses depois, já em 2023. A organização aposta na realização de um reality show, em que serão exibidos os treinamentos para viagem, para angariar recursos e financiar boa parte da missão.



Estudante de Ribeirao Preto, interior de Sao Paulo, quer ir morar em Marte. Ele e um dos 100 mil inscritos no projeto.


Fonte: G1
Nova estação em São paulo começa a operar hoje.


A nova estação São Miguel, na linha 12-Safira da CPTM, começa a funcionar neste sábado após receber R$ 45,9 milhões em investimentos. Os usuários já podem utilizar os trens em ambos os sentidos do trajeto Brás-Calmon Viana.
Circulam diariamente pela estação São Miguel cerca de 14 mil usuários, conforme informações da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM). Neste fim de semana, a empresa alerta para intervalos maiores entre as viagens para que seja concluída a transição da operação da antiga estação, que será fechada ao público, para a nova estrutura.
Além de plataformas cobertas, a estação São Miguel conta com elevadores, escadas rolantes, banheiros comuns e adaptados para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. A nova estrutura também dispõe de displays digitais PDT - Painel de Destino dos Trens que informarão aos usuários o horário e o destino dos trens.
Na nova estrutura, salas de apoio ao usuário foram construídas, além de modernos sistemas elétricos, eletrônicos, hidráulicos e de sonorização e telefonia, de acordo com a CPTM. Além de bilheteria com vidros blindados, a estação também conta com iluminação geral e de emergência, circuito fechado de TV e equipamentos de proteção e combate a incêndio.
Outra novidade da nova estação São Miguel é o sistema de captação e reutilização de águas das chuvas que serão reaproveitadas.


Fonte: Yahoo noticias

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