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Mulher na polônia revela que quer viajar o mundo para poder manter relações sexuais com cerca de 100 mil homens.

É bom ter objetivos na vida, mas supostamente essa mulher de Varsóvia, na Polônia, exagerou.
Lisewska Ania, 21 anos, planeja viajar por várias cidades do mundo, para poder manter relações sexuais, por 20 minutos, com pelo menos 100 mil homens.
"Eu quero conhecer homens na Polônia, na Europa e no mundo. Adoro sexo, diversão e homens, disse, de acordo com um jornal austríaco. "Na Polônia, o tema do sexo ainda é um tabu e quem deseja realizar suas fantasias sexuais é considerado um pervertido sexual, uma prostituta ou um desequilibrado mental". revelou a mulher.
Questionada sobre quando começou a planejar essa maratona exagerada de sexo, ela disse que já havia iniciado  o projeto deste o mês passado em Varsóvia, de acordo com sua página no Facebook, e espera passar na Polônia antes de seguir viagem para outros países.

Ela revelou, que até agora fez sexo com 284 homens, de acordo com o site local, Fakt.pl e ter um namorado sério não foi suficiente para impedí-la. 

O namorado revelou ao site que não estava feliz com o "hobby incomum" de sua namorada, mas acabou por concordar, com tal façanha.
A mulher declarou que atrai seus pretendentes através de sua página no Facebook e um site criado exclusivamente para esse fim.
A mulher levaria cerca de 3,8 anos para completar a missão do sexo sem precedentes, com os 100.000 homens, praticando 20 minutos com cada um, - esta é claro, fazendo dia e noite sem parar. Sem espaço para dormir, comer ou tomar banho. Mas A mulher revelou que planeja ter seus encontros sexuais durante os finais de semana, o que estenderia o tempo por quase 20 anos, de acordo com um site polonês .
 Bebes nascidos na Alemanha serao registrados como, masculino, feminino ou sexo indefinido.

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A partir de novembro, a Alemanha vai se tornar o primeiro país europeu a dar aos pais a opção de não registrar seus filhos nem como gênero feminino nem masculino. Para pais de crianças hermafroditas haverá a opção “gênero indefinido”.

A nova lei foi aprovada em maio, mas só entra em vigorem 1º de novembro. As crianças registradas com o terceiro gênero poderão escolher um dos sexos tradicionais quando forem mais velhas ou, se desejarem, também poderão permanecer como “indefinidas”, reporta o jornal britânico The Guardian.
A mudança na lei é vista como a primeira vez que o direito alemão admite que é possível para um ser humano não ser de nenhum dos gêneros tradicionalmente conhecidos – feminino e masculino. No país, transexuais, pessoas que nascem de um sexo, mas se reconhecem como de outro, já são reconhecidos por leis, mas hermafroditas, pessoas que têm tanto o órgão sexual feminino quanto o masculino, não têm os mesmos direitos. Isso muda com a nova lei.
A legislação foi aprovada com base em uma decisão do tribunal constitucional alemão que prevê que qualquer pessoa que se sinta profundamente identificada com um gênero tem o direito de ser reconhecida legalmente como pertencente a ele.
Entretanto, alguns juristas do país já colocaram as questões que vão surgir no futuro.


Alguns dilemas práticos terão de ser revistos como, por exemplo, o fato de que na Alemanha o casamento ainda é descrito como uma união entre homem e mulher. Presídios também teriam de sofrer adaptações para abrigar o terceiro gênero. 



A Alemanha é o primeiro país europeu a ter uma lei institucionalizando o terceiro gênero, mas países da Oceania, como a Nova Zelândia, já têm leis parecidas desde o ano passado. Na Austrália, o terceiro gênero foi conhecido neste ano, mas desde 2011 australianos podem se identificar como sexo “x” em seus passaportes.

Fonte: Exame.com


Chris Beck trabalhou 20 anos no Navy Seals, um comando especial da Marinha dos EUA que frequentemente faz operações secretas em territórios inimigos. Mas ao longo desse período o oficial guardava um segredo pessoal: desde a infância, ele sentia que era uma mulher nascida em um corpo masculino.
Como oficial altamente condecorado da Marinha, o mundo de Beck era duro, machista e às vezes violento. Ele participou de missões sigilosas no Pacífico e no Oriente Médio, inclusive durante a Guerra do Iraque.

Mas, em fevereiro passado, mais de um ano após sua aposentadoria da Marinha, ele trocou sua foto em seu perfil no LinkedIn pela de uma mulher alta, morena, com uma blusa branca, sorrindo diante de uma bandeira americana. E escreveu: "Tiro agora todos os meus disfarces e mostro ao mundo minha verdadeira identidade como mulher".


Chris se tornou Kristin.


Enquanto esperava pela reação de seus antigos colegas de trabalho, Kristin sabia que sua decisão não tinha volta.


Códigos

Os oficiais do Navy Seals participam de algumas das missões militares mais difíceis e perigosas do mundo (uma das unidades em que Kristin trabalhou, por exemplo, foi responsável pela missão que matou Osama Bin Laden no Paquistão, em maio de 2011) e têm, entre si, um código de lealdade, integridade e confiança.



Kristin temia que seus ex-colegas a acusassem de desonrar esse código por assumir-se como transgênero.




Alguns tiveram dificuldades em aceitar a decisão dela, mas as respostas que ela recebeu foram, em sua maioria, positivas.




"Muitos deles disseram 'Kris, não entendo o que você está passando agora, mas sei da sua história", ela conta à BBC. "Meus 'irmãos' do Navy Seal disseram, 'você fez um ótimo trabalho de campo nos últimos 20 anos. Não te entendo, mas te apoio 100% e espero aprender mais a respeito (do que você está passando) e te ver no próximo encontro."




Sabendo que a notícia rapidamente espalharia, Kristin decidiu contar sua própria história antes que alguém fizesse isso para ela.

'Três vidas'

Ela é coautora do livro Warrior Princess: A US Navy Seal's Journey to Coming Out Transgender (em tradução livre, "Princesa Guerreira: A Jornada de Uma Navy Seal em se assumir Trangênero"), com Anne Speckhard, professora de psiquiatria da Universidade Georgetown, em Washington.



O livro aborda sua infância em uma família religiosa e socialmente conservadora, suas tentativas de suprimir sua identidade de gênero - ela secretamente comprava roupas femininas e depois as jogava fora - e seus dois casamentos, que fracassaram.




"Eu estava vivendo três vidas", diz Kristin. "Tinha uma vida secreta com minha identidade feminina, minha vida secreta com os Seals e minha vida em casa, que eu compartilhava com minha mulher, filhos, pais e amigos. As pessoas viam fragmentos de mim, mas, em geral, ninguém realmente me conhecia."




As operações especiais ocorridas após os atentados de 11 de Setembro, combinadas com uma vida emocional "totalmente esmagada" fizeram com que Kristin desenvolvesse estresse pós-traumático.




Ela contou que, por anos, lidou com o impacto psicológico de "tanta morte, tanta dor" recorrendo a "cerveja, motos e mais cerveja".




Mas o fato de assumir-se como transgênero teve um "impacto dramático" em seus sintomas de estresse. "Não sinto tanta raiva e durmo melhor, simplesmente porque estou mais feliz", relata. "Muitas pessoas me disseram, 'pela primeira vez estou vendo você sorrir'."

'Não pergunte, não conte'

O fim da política "don't ask, don't tell" ("não pergunte, não conte"), em 2011, pôs fim ao veto a pessoas abertamente homossexuais nas Forças Armadas americanas. Mas essa mudança não se aplicou a transgêneros, que ainda podem ser dispensados se descobertos.



Kristin, por sua vez, defende que oficiais transgêneros possam ser realocados dentro das Forças Armadas.




"É uma condição humana", argumenta. "Os militares têm de olhar além do gênero e ver pessoas como eu como indivíduos, não apenas feminino ou masculino, e entender que eu ainda posso fazer um bom trabalho. Posso não conseguir fazer todas as tarefas de antes, mas posso fazer algo diferente - ser analista de inteligência ou oficial de segurança em postos de checagem."




"Ninguém é perfeito", prossegue. "Não sou Conan o Bárbaro, nem sou a Barbie. Somos todos diferentes."




Kristin diz agora que abraça seu novo papel como porta-voz não oficial da comunidade transgênero com o mesmo "espírito guerreiro" de sua carreira militar.




"Recebi e-mails comoventes de pessoas presas a ambientes de dor e preconceito, e (ajudá-las) faz com que tudo valha a pena", conta. "Também recebi e-mails de heterrossexuais dizendo, 'obrigada por seu trabalho (na Marinha). Nunca entendi (o que você passou), mas agora entendo'."




"O medo do desconhecido é o maior problema", agrega Kristin. "Não vou machucar ninguém e não sou contagiosa. Sou apenas eu."

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