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A "mãe-robô", produzida na Universidade de Cambridge, na Inglaterra, junta pequenos cubos para formar um novo "bebê-robô". "Ela" então avalia a distância que eles conseguem percorrer e, após analisar os resultados, consegue projetar outros robozinhos capazes de percorrer distâncias ainda mais longas.

Adaptação
O objetivo do estudo é descobrir como produzir robôs que se adaptem ao ambiente. O trabalho, feito por pesquisadores de Cambridge e Zurique, na Suíça, foi publicado na revista científica PLOS One.

Apesar de a ideia de robôs construírem outros robôs – cada vez melhores – parecer roteiro de filme de ficção, até o momento não é preciso se preocupar com a hipótese de eles "dominarem o mundo": os "bebês-robos" são apenas cubos de plástico com um motor dentro.

A mãe-robô cola um ao outro em configurações diferentes, o que lhe permite encontrar sistemas cada vez melhores. Apesar de a montagem ser simples, o trabalho em si é elaborado. A mãe construiu dez gerações de robôs. A versão final conseguiu percorrer o dobro da distância coberta pelo primeiro antes de a sua bateria acabar.
De acordo com Fumiya Iida, da Universidade de Cambridge, que conduziu a pesquisa com colegas da Universidade ETH, em Zurique, um dos objetivos é encontrar novas ideias sobre como seres vivos evoluem.
"Uma das grandes questões da biologia é como a inteligência surgiu – e estamos usando a robótica para explorar esse mistério", disse ele à BBC. "Sempre pensamos em robôs fazendo tarefas repetitivas, já que, tipicamente, são projetados para produção em massa e não customização em massa. Mas, queremos ver robôs capazes de inovação e criatividade."

Outro objetivo é desenvolver robôs capazes de melhorar e se adaptar a novas situações, de acordo com Andre Rosendo, que também trabalhou no projeto. "Pode-se imaginar carros sendo construídos em fábricas e robôs procurando defeitos e consertando-os por conta própria", disse.

"E robôs usados na agricultura poderiam experimentar técnicas diferentes de colheita para ver se melhoram o rendimento." Iida disse que começou a trabalhar com robótica porque estava decepcionado, já que os robôs da vida real não eram tão bons como os que ele via em filmes de ficção científica como "Guerra das Estrelas" ou "Jornada nas Estrelas".

Seu objetivo é mudar isso. Para tanto, tira lições do mundo natural visando a melhorar a eficiência e a flexibilidade de sistemas de robótica tradicionais. Será que em breve veremos robôs como os da ficção científica que o inspiraram? "Ainda não chegamos lá, mas com certeza, por que não? Talvez em cerca de 30 anos", diz ele.

Fonte: G1

Pela primeira vez no Brasil, duas cidades do Piauí foram escolhidas para os lançamentos dos balões do projeto Loon, do Google, que fornece internet em longa distância e alta velocidade para comunidades rurais e remotas.  Ainda em fase de testes, a equipe soltou cinco balões nesta sexta-feira (6) em Teresina, com tecnologia 4G e próximo a linha do Equador.
De acordo com o presidente do Google Brasil, Fábio Coelho, o Piauí foi escolhido justamente para permitir entender melhor como se comportam os balões em áreas mais quentes. "A questão geográfica do estado e por não haver chuva nesta época pesaram na nossa decisão o local de lançamento. Os outros testes foram feitos no ano passado em lugares frios, na Nova Zelândia e Norte da Califórnia, onde aprendemos muito sobre a estratosfera em altas latitudes. Pretendemos lançar em outros lugares, mas por enquanto vamos acompanhar as informações destes balões", destacou.
Os primeiros testes do Google no país aconteceram no dia 28 de maio deste ano em Campo Maior, Norte do Piauí, onde foram lançados dois balões. Um dos balões deu acesso LTE (Long Term Evolution, que significa 'Evolução a Longo Prazo') à internet para a Escola Linoca Gayoso Castelo Branco, zona rural da cidade. Durante uma hora, os alunos da unidade tiveram pela primeira vez aula conectados à rede.
O representante do Google no Brasil explicou que após os testes, os balões foram desativados e apenas os cinco lançados em Teresina ficarão sobrevoando a estratosfera, de acordo com o vento, durante o período previsto de 100 dias. "Além do direcionamento pelo Centro de Controle, os equipamentos possuem um número para que as pessoas possam ligar caso encontre algum balão nosso", comentou Fábio Coelho.
Quem também presenciou os lançamentos dos balões foi o ministro da Comunicação Paulo Bernardo. Ele revelou que entrou pessoalmente em contato com a diretoria do Google para o Piauí ser o primeiro estado do país a testar a tecnologia.
O ministro lembrou que no estado, apenas 27% dos domicílios têm acesso à internet, considerado o segundo pior nível do país. "Um projeto deste pode trazer inúmeros benefícios, especialmente econômicos e na área da Educação, e o governo está aberto a estudar novas ideias e convertê-las em serviços", disse Paulo Bernardo.
Projeto Loon
O projeto do Google é uma tecnologia experimental de acesso à internet por meio de balões que voam carregados pelo vento em uma altitude duas vezes maior àquela em que operam os aviões comerciais. Os balões podem enviar sinais de acesso à internet para o solo a uma velocidade similar ou até maior à das redes 3G atuais.
Estações no solo se conectam à infraestrutura local de internet e enviam sinais aos balões. Os balões se comunicam entre si, formando uma rede de comunicação no céu. As pessoas se conectam à rede de balões por meio de uma antena especial de internet instalada em suas casa, que é capaz de enviar e receber sinais dos balões que sobrevoam a área.
Os balões do projeto Loon têm um diâmetro de 15 metros. Eles são feitos de um plástico muito fino com três milímetros de espessura e são de material biodegradável. Acompanham um painel solar que fornece energia para os sistemas eletrônicos, uma caixa no qual inclui rádios, antenas, um computador de voo e um sistema de controle de altitude.
Fonte: G1
Google começa a vender edição de teste dos óculos


O Google liberou nesta quarta-feira (13) a venda dos óculos inteligentes Glass para qualquer pessoa nos Estados Unidos.
Em comunicado, a empresa afirmou que os aparelhos oferecidos ainda fazem parte da Edição Explorador, voltada para testes e a coleta de impressões dos usuários, mas a partir de agora podem ser comprados por qualquer um. No início do programa, apenas convidados poderiam adquirir os óculos e, em abril, as vendas foram abertas por apenas um dia.
“Nós estamos prontos para continuar encontrando novos Exploradores, e nós não podemos esperar para ouvir todas as suas experiências e relatos para fazer o Glass cada vez melhor”, informou a empresa.
As vendas podem ser feitas por meio do site do Glass. O preço cobrado pelo aparelho é de US$ 1,5 mil, mais tributos e taxas de transporte.
O Glass mostra na lente dos óculos conteúdo multimídia fornecido por aplicativos instalados, muitos deles do próprio Google. Algumas funções podem ser ativadas com comandos de voz e piscadas de olho. Para tirar fotos, por exemplos, é preciso apenas piscar.
Além disso, os óculos ganharam armações mais convencionais para deixar o ar de ficção científica para trás. Isso levou a fabricante Luxottica, que produz os óculos da Ray-Ban e Oakley, a fornecer as armações do Glass.
Por ter a capacidade funcional de um computador e exibir seus conteúdos em uma tela posicionada na frente dos olhos dos usuários, o Glass entrou na mira das autoridades de trânsito dos Estados Unidos. Uma mulher chegou a ser multada por usar os óculos inteligentes ao volante.
Fonte: G1-Tecnologia
Nokia e o sistema Android? Empresa finlandesa aposta em celulares populares.


Antes parceira fiel do Windows Phone, a Nokia surpreendeu ao anunciar a linha de celulares Nokia X, com sistema operacional móvel Android, e os aparelhos 220 e Asha 230. Mas erra quem pensa que essa atitude foi uma traição: na verdade, trata-se de uma estratégia para desbancar a própria Google a ajudar a popularizar a Microsoft entre novos consumidores.
Pode parecer confuso, mas o ex-CEO e atual chefe da divisão mobile da Nokia, Stephen Elop esclarece o assunto. Segundo ele, a ideia é manter o Windows Phone no topo, com dispositivos de alto desempenho. Abaixo, vem a nova família Nokia X, com um Android cuja interface lembra bastante o sistema operacional da Microsoft.
Além disso, vários serviços oferecidos como padrão nessa linha serão da própria empresa, como Skype, OneDrive e Outlook, em vez dos tradicionais Hangouts, Google Drive e Gmail, da rival.

Transição natural


Quem comprar o Nokia X e gostar do serviço, portanto, será levado a comprar um smartphone com Windows Phone em seguida – e o mercado do Android, que é o sistema operacional móvel mais difundido do mundo, é uma mina de ouro a ser explorada.
"Você vê muitos outros vendedores de Android que estão em posições difíceis e constroem produtos normais ou incríveis, mas sem serem capazes de avançar, porque esse ecossistema evoluiu bastante", argumenta Elop, insistindo que a Microsoft e a Nokia têm essa base e a capacidade de criar um catálogo diferenciado de eletrônicos – que culminam no Windows Phone, claro.
"Agora é o momento certo, porque há um crescimento de smartphones de baixo custo em vários países. (...) Nós temos que ganhar o direito dessa próxima compra [do consumidor, após o Android]. O que nós fizemos, claro, é ter certeza de que a interface primária do usuário é unicamente da Nokia", conclui o executivo.

Fonte: TecMundo
Novo golpe para brasileiros. Versão de WhatsApp para PC pode roubar dados bancários do usuário.


A ESET, empresa de segurança digital, anunciou que seus pesquisadores da América Latina encontraram um novo golpe voltado aos usuários brasileiros, que tenta infectar computadores prometendo uma versão do aplicativo de bate-papo WhatsApp para PC.


A empresa alerta que se trata de um Trojan que está sendo distribuído por e-mail com o intuito de roubar informações bancárias.

A vítima recebe uma mensagem em sua caixa de entrada, anunciando que agora é possível baixar gratuitamente o software para seu computador com Windows, o que seria uma novidade, já que o app é exclusivo para smartphones (iPhone, BlackBerry, Android e Windows Phone).

Ao instalar o executável no seu computador, com o sugestivo nome "Whatsapp.exe", o código malicioso é executado e o computador infectado. De acordo com a ESET, trata-se do vírus Win32/TrojanDownloader.Banload que também descarrega o Win32/Spy.Banker.AALL,capaz de roubar informações pessoais, principalmente dados bancários.

Os pesquisadores dizem que centenas de pessoas já estariam infectadas com o vírus. O alerta da ESET é desconfiar de qualquer oferta boa demais, pouco usual ou duvidosa e refletir antes de dar o clique.


Fonte: Olhar digital
A Google anunciou hoje, num evento para jornalistas a mais nova versão do sistema operacional Android 4.3 que continua a se chamar Jelly Bean. Apesar da mesma nomenclatura, o SO móvel do robozinho verde trouxe algumas novidades para smartphones e tablets que ganharão (ou não) a última versão do sistema operacional.

As novidades são muitas, mas apenas algumas foram contempladas para serem destacadas por Sundar Pichai, o novo chefão do Android e que também acumula o cargo de chefão do Chrome OS. Primeiro, o Android 4.3 Jelly Bean ficou ainda mais rápido, liso e responsivo. Para isso, os desenvolvedores da Google deram uma melhora no tempo de execução do Vsync, implementou um buffer triplo, toque de latência reduzida, melhoria na entrada de de dados para a CPU e renderização 2D aceleração acelerada por hardware. 

Na parte de gráficos, o Android 4.3 confirmou o que já se especulava, o SO traz suporte para a nova API OpenGL ES 3.0, que permite desenvolver jogos com melhores gráficos, incluindo uma série de melhorias de aceleração de efeitos visuais em gráficos de alta complexidade. Na ocasião da apresentação, foi apresentado um aplicativo que poderá ser baixado na Google Play Store e que explora os recursos e melhorias nos gráficos com o OpenGL ES 3.0. Este recurso é altamente dependente do hardware, portanto, os jogos que utilizam esse recurso poderão não mostrar todo os detalhes pela ausência do suporte ao OpenGL ES 3.0.

A Google trouxe o suporte ao chamado Bluetooth inteligente, mesmo Bluetooth 4.0 LE (Low Energy), outra funcionalidade que dependerá do hardware. Com o Bluetooth 4.0 LE e o AVRCP 1.3, o Android 4.3 economizará energia no uso dessa conexão e ainda poderá enviar mais que apenas o arquivo para outros aparelhos, mas informações do tipo quem está cantando a canção, álbum, etc. 

O suporte a perfis restritos também foi uma grande sacada da Google para o Android 4.3, o que vai restringir determinados conteúdos e áreas do sistema operacional, podendo emprestar o smartphone ou tablet para outra pessoa que ela não poderá realizar compras ou instalar conteúdos não autorizados nos dispositivos com essa versão do SO. Ao que parece, apenas os tablets disporão dessa funcionalidade que deveremos confirmar. 

No campo da localização a Google implantou novas APIs para otimizadores para equipamentos de georreferenciamento, Scanner de Wi-Fi que fará apenas a varredura de conexões Wi-Fi, e por isso o Android 4.3 e os Nexus não poderão desligar o Wi-Fi. No entanto, a Google alerta que essa funcionalidade não consumirá muita energia, pois não permitirá que o módulo de dconexão funcione apenas reconheça as redes Wi-Fi próximas aos dispositivos. Um novo vetor de rotação para jogos foi implantado no Android 4.3, melhorando a experiência de reconhecimento dos movimentos nos jogos.

Já no campo das mídias digitais, a Google rouxe para o Android um Modular DRM Framework, suporte à codificação VP8, inclusive extensões OpenMAX 1.1.2. Aplicativos agora podem utilizar um novo Media muxer combinando áudios de diferentes origens em um único arquivo de saída. 

A Google não descuidou da segurança. O Android 4.3 Jelly Bean é munido de um arsenal de segurança tornando uma solução atraente para empresas, configurando access points WPA2 empresariais, novo Snadbox reforçado utilizando o SELinux, melhorias nas KeyChain para desenvolvimento de aplicativos para Android, restrição de Setuid de aplicativos, entre outros recursos que melhoraram sensivelmente a segurança. Se isso tudo será suficiente para barrar as infestações e as brechas? Claro que não. À medida que a Google trabalha para fechar o Android à possíveis ataques, há um exército de pessoas pensando como superá-las e infiltrar no SO.

Por fim, ainda hoje, o Android 4.3 Jelly Bean já estará disponível para os donos de dispositivos Nexus. 



 Fonte: Mobile Expert
Nova empresa no mercado de smart-phones, NewKia, é constituída por ex-funcionários da Nokia.

Poucos dias se passaram desde que a Microsoft comprou a divisão de dispositivos móveis da Nokia, patentes e alguns serviços da companhia finlandesa, enterrando assim a possibilidade de um dia a empresa construir um smartphone com o sistema operacional móvel Android.
Que a Nokia teria um outro futuro se tivesse adotado o Android que não fosse parar nas mãos da Microsoft por um preço irrisório, ninguém tem dúvidas disso. Mas nem tudo está perdido. Ex-funcionários da Nokia se reuniram para fundar uma nova empresa que foi inspirada na companhia de origem e foi batizada de Newkia. O presidente da nova companhia é Thomeas Zilliacus, que foi empregado na fábrica de smartphones finlandesa durante 15 anos. Zilliacus revelou os planos da empresa em uma entrevista concedida ao portal ZDNet.
O executivo afirmou que ex-funcionários da Nokia estariam interessados em se juntar à Newkia e produzir smartphones Android. "O que a Newkia quer fazer é usar o know-how Nokia, tecnologia e design para construir os melhores smartphones do mundo, mas rodando Android", disse Zilliacus.
O atual presidente da Newkia não poupou críticas à falecida Nokia. Segundo Zilliacus, “eles pensaram que poderiam ganhar sempre. Eles não perceberam que o mercado mudou e os consumidores queriam coisas diferentes como a tecnologia avançada”. Na conversa com o site ZDNet, Zilliakusc afirmou que em 2003, os funcionários teriam mostrado um protótipo nos moldes do iPhone, que foi rejeitado pela direção da empresa, que achou que o mercado não estava preparado para o dispositivo.
Ziliacus acredita que a Newkia não precisará ter fábricas próprias, segundo ele, "o mundo mudou muito nos últimos anos na fabricação e distribuição de telefones celulares. Você não precisa mais de suas próprias fábricas como a Nokia fez e você pode rapidamente atingir cotas de mercado bastante significativas com o produto e conceito de direito". Para ilustrar sua afirmação, Zilliacus citou o exemplo da chinesa Xiaomi, que em pouco mais de um ano ultrapassou a Apple no disputado mercado chinês.

Mesmo com sede em Singapura, a equipe de criação e desenvolvimento estará fincada em solo finlandês. As operações da Newkia começarão no concorrido e lucrativo mercado asiático, mas o presidente da empresa não descarta a expansão da empresa para outros mercados, com possibilidades de lançamentos nos EUA. 



Fonte: Mobile Expert
Microsoft adquire divisão de celulares da Nokia por mais de 16 bilhões reais.

A Microsoft fechou a compra dos negócios e patentes da divisão de celulares  da companhia finlandesa Nokia, ex-líder mundial na venda de aparelhos móveis, anunciaram nesta terça-feira ambas as empresas em comunicado conjunto.
A Microsoft pagará 5,44 bilhões de euros (cerca de R$ 17 bilhões ou US$ 7,2 bilhões) pela compra da divisão de dispositivos móveis e patentes da Nokia, sendo 3,79 bilhões de euros pela unidade de fabricação de celulares e martphones, atualmente sufocada pelas concorrentes, e 1,65 bilhão de euros pelas patentes da companhia finlandesa.
O comunicado detalhou que o executivo-chefe de Nokia, Stephen Elop, deixará seu posto, enquanto a Microsoft - na prática - deverá assumir o controle total da Nokia, empresa que já liderou a venda mundial de celulares, mas que perdeu terreno nos últimos anos diante dos smartphones da Apple e da sul-coreana Samsung.
Ambas as multinacionais esperam que a transação seja confirmada em seu total somente no primeiro trimestre de 2014, logo após a aprovação dos reguladores estatais e dos acionistas.
"É um ambicioso passo para o futuro, uma situação que beneficia ambos os lados, além de empregados, acionistas e consumidores. As duas equipes juntas acelerarão a fração de mercado da Microsoft e seus lucros em telefones", indicou Steve Ballmer, executivo-chefe da Microsoft.
O passo dado pela Microsoft é similar ao dado pela Google, criadora do sistema operacional Android, na compra da Motorola em 2011, em um setor tecnológico cada vez mais integrado e em que dispositivos portáteis, sistemas operacionais, aplicativos e outros serviços cada vez estão mais concentrados em competir.
"Para a Nokia este é um importante passo para se reinventar, fortalecer sua posição financeira e iniciar um próximo capítulo", indicou no comunicado conjunto Risto Siilasmaa, quem agora aparece como o executivo-chefe provisório da Nokia.
Com esta operação, a Microsoft, que também perdeu terreno devido à ascensão da Apple, Google e Facebook nos últimos anos, consuma a absorção de uma empresa que é parte essencial da economia da Finlândia e uma das pioneiras na fabricação de telefones celulares.
O acordo entre Microsoft e Nokia inclui a transferência de 32 mil empregados à multinacional americana, entre funcionários de gestão, engenharia, manufatura, montagem e distribuição no mundo todo.
Por causa da desaceleração dos últimos anos, impulsionada principalmente pela ascensão dos smartphones e tablets, a Nokia demitiu cerca de 20 mil empregados e eliminar algumas das gratificações.
No segundo trimestre deste ano, a empresa registrou uma queda na venda de celulares de 27%, além de 5 bilhões de euros de prejuízos acumulados nos últimos nove trimestres.
Imagine poder abastecer um carro em movimento. Na próxima geração de veículos elétricos, bobinas sob o assoalho prometem carregar a bateria do veículo remotamente. A energia virá de um campo eletromagnético gerado por cabos instalados sob a estrada. Depois, com a bateria cheia, o veículo pode circular livremente por outras ruas. Atualmente, veículos elétricos online estão passando por testes de estrada em Seul, na Coréia do Sul.

Impressoras 3D já são testadas e até vendidas inclusive aqui no Brasil. A impressão 3D deve evoluir e permitir a criação – com qualidade – de estruturas sólidas a partir de um simples arquivos digitais. Potencialmente, essa novidade promete revolucionar a fabricação de muitos objetos plásticos e até metálicos, que poderão ser impressos remotamente em casa ou no escritório.

Assim como um machucado que cicatriza, uma aposta é a criação de materiais estruturais “não-vivos” capazes de se autorregenerar quando cortados, rasgados ou quebrados. Já imaginou? Materiais que se consertam sozinhos sem intervenção humana! Um dos grandes potenciais dessa tecnologia seria melhorar a segurança de materiais utilizados na construção civil, carros e até aviões.

Novas tecnologias devem viabilizar a dessalinização da água do mar a baixo custo. Se a escassez de água potável é um problema ecológico eminente em muitas partes do mundo, tirar o sal da água marinha a baixo custo ofereceria uma fonte praticamente ilimitada de água. Atualmente, isso tem um custo energético muito alto; principalmente de combustíveis fósseis. Tecnologias emergentes oferecem potencial para a dessalinização e a purificação de águas reduzindo o consumo de energia em 50% ou mais.

Hoje, muitos estudos apontam a possibilidade de usar a energia solar para transformar o dióxido de carbono em combustível para veículos. Uma das abordagens mais promissoras usa bactérias fotossintéticas geneticamente modificadas para transformar resíduos de CO2 em combustíveis líquidos ou produtos químicos de baixo custo usando sistemas conversores alimentados por energia solar.

Técnicas modernas podem acabar com a desnutrição que atinge milhões de pessoas em todo o mundo. Através de identificação e reprodução de proteínas naturais essenciais para o ser humano, a biotecnologia promete levar a alimentação a nível molecular, proporcionando assim aminoácidos mais solúveis e com melhor gosto, textura e características nutricionais; isso sem contar os benefícios no desenvolvimento muscular e no controle da obesidade. Gastronomia à parte, a solução parece interessante.

O crescente uso de sensores vai mudar a forma como nos relacionamos com o mundo à nossa volta; especialmente na área da Saúde. Exemplos incluem sensores que monitoram as funções corporais, como frequência cardíaca, oxigenação do sangue e nível de açúcar no sangue; que, se necessário, respondem de forma automática. Fora da medicina, sensores também podem permitir que veículos se identifiquem quando em movimento e assim reduzam drasticamente o risco de acidentes.

Depois de quase uma década de pesquisas, cientistas já trabalham com a incrível possibilidade de que produzir medicamentos dentro do próprio corpo humano. São medicamentos ao nível molecular que agem apenas em torno da célula doente ou mesmo no seu interior.

A tecnologia se baseia no uso de materiais orgânicos para criar circuitos e dispositivos eletrônicos. Esses circuitos eletrônicos orgânicos são finos, flexíveis e até transparentes. Diferente dos semicondutores a base de silício, a eletrônica orgânica pode ser impressa por processos de baixo custo, similares à impressão a jato de tinta. Um exemplo são coletores solares fotovoltaicos impressos, que custam muito menos do que as células solares de silício e podem acelerar a transição para o uso de energias renováveis.

Hoje, os reatores nucleares usam apenas 1% da energia potencial disponível no urânio; o resto vira lixo nuclear radioativo. A longo prazo, o futuro da energia atômica depende da disponibilidade de combustível – neste caso, o urânio. Uma das maiores promessas para esse problema são os reatores de quarta geração. Esses reatores convertem o urânio-238 em plutônio-239, que pode ser utilizado como combustível.

Todas essas tecnologias emergentes para 2013 representam uma visão do conselho do Fórum Econômico Mundial. Mas e você, o que acha disso tudo? Parece um futuro bastante promissor e “hi-tech”,  não é verdade?


Fonte: Olhardigital


Abaixo da média global; assim é nossa velocidade média de conexão à internet no Brasil. O país é apenas o septuagésimo terceiro colocado no ranking do estudo “State of Internet”, realizado pela Akamai, maior empresa em aceleração e segurança para a internet, em 243 países. Segundo o relatório do último trimestre, a velocidade média da conexão no Brasil foi de 2,3 megabits por segundo – enquanto a média global é de 3,1 megabits por segundo.

Uma curiosidade salta aos olhos nesse ranking: ficamos atrás até da atrasadíssima Coréia do Norte, que registrou velocidade média de 2,7 megabits por segundo. Mas, acredite, a situação por aqui já foi pior: a média brasileira cresceu 7,4% em relação ao último período de um ano.

Na visão do diretor da Akamai na América Latina, Jonas Silva, a baixa velocidade de conexão no país é oriunda, principalmente, de dois fatores. O primeiro é que cresceu muito o número de primeiros usuários de internet no Brasil e, segundo ele, esses acessos – mais concentrados nas classes C e D da sociedade – são realmente de baixa velocidade.

"A outra coisa que leva a este comportamento no Brasil é a dimensão geográfica, que é muito grande. Isso causa uma certa dificuldade para trazer uma velocidade alta de internet para um país com dimensões continentais", explica Jonas Silva.

Na América Latina, a maior média está no Chile, com quase três megabits por segundo de velocidade. Mas vale lembrar que dos 16 milhões de habitantes de lá, cerca de 13 milhões estão concentrados na capital, Santiago. Já o Brasil é um país continental, o que dificulta as comparações. Fica mais fácil, nesse caso, comparar com a velocidade média de conexão em São Paulo, maior cidade do país.
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"Se conseguirmos separar por estado, todos os estados litorâneos tem velocidades maiores e, eventualmente o Sudeste e o Sul têm velocidade mais alta. Isso vem desde o tempo da colonização, como o Brasil se desenvolveu", explica Silva.

A boa notícia é que as perspectivas são otimistas. Com o crescimento de novos serviços através da internet na TV, as operadoras – por acaso as mesmas que oferecem serviço de banda larga – têm grande interesse em mudar esse cenário. É um raro exemplo de uma curiosa coincidência entre interesse econômico com o interesse da população.

"A velocidade deve melhorar nas grandes regiões metropolitanas porque existe o interesse das teles. Hoje elas têm interesse em oferecer uma programação por internet, de televisão por assinatura. E para ter uma transmissão em HD, é necessário uma velocidade de pelo menos 2,5 Mbps, então a maioria destes acessos de baixa velocidade devem ter um upgrade de velocidade ao longo do tempo", conta o diretor da Akamai.

O estudo da Akamai mostrou também a penetração da banda larga em todo o mundo. No Brasil, menos de 1% das conexões é superior a 10 megabits por segundo; 14% estão entre quatro e 10 megabits por segundo... ou seja, os outros 85% estão abaixo disso.

A fibra óptica, que timidamente, começa a ser instalada em algumas cidades do país, é a melhor saída para fazer com que o Brasil suba algumas posições neste ranking. Porém, novamente, por ser um país continental, a dificuldade de instalação e o alto custo fazem com que essa mudança provavelmente ainda leve mais alguns anos para se concretizar.

"Vai levar alguns anos para chegar neste nível em que a sexta economia do mundo também chegue a este posto na área de comunicação digital", diz Silva

O "State of Internet" avaliou também conectividade de rede, tráfego de ataques, e disponibilidade. O Brasil é listado como a oitava maior fonte de ataques no mundo. 

Fonte: Olhardigital
Nintendo anuncia o 2DS, seu novo console portátil.


A Nintendo surpreendeu a todos e anunciou nesta quarta-feira, 28, o 2DS, seu novo modelo de console portátil. A versão será lançada em outubro e remove o recurso de 3D do dispositivo para reduzir custos para que possa ser oferecido por um preço mais barato.

A empresa chegou à conclusão de que nem todos os jogadores aproveitavam a tecnologia estereoscópica do aparelho e pensou em oferecer uma alternativa sem o recurso para atrair mais usuários. Aparentemente, o dispositivo também será voltado especialmente para crianças.

O aparelho será comercializado nos Estados Unidos por US$ 130, o que representa um desconto de US$ 40 em relação ao 3DS comum e de US$ 70 comparado à edição XL, com uma tela maior.

Outra diferença do 2DS é que ele não possui um flip, como os outros modelos da linha 3DS. Ele é formado apenas por uma peça inteiriça, que não se dobra. Ainda não se sabe exatamente se o formato tornará o seu uso mais complexo, mas ele parece um pouco mais desconfortável do que os outros modelos.

Todas as outras funções e jogos que já vêm instalados no sistema continuam iguais, com a diferença da tela e dos alto-falantes, que só funcionam em mono. O modelo já vem com uma stylus e um cartão de 4 GB.





Fonte: Olhardigital
Site permitirá à qualquer cidadão, visualizar gráficos e tabelas, referentes a gastos dos recursos públicos.


O Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) lançou na última semana, um site que permite visualizar em gráficos e tabelas como o governo federal gasta os recursos previstos no Orçamento da União. O Orçamento ao seu Alcance usa informações oficiais e permite fazer pesquisas por área e órgão, a partir de 2010.


A página traz os valores atualizados por mês dos gastos já autorizados pelo governo, de quanto foi pago e de quanto foi executado por ministérios, Câmara, Senado e demais órgãos federais. Além de facilitar a visualização e ajudar na compreensão desse tipo de informação, o objetivo do Inesc com o projeto é chamar atenção para o acompanhamento dos gastos. "Todos os órgão públicos brasileiros gastam menos dinheiro do que foi planejado para eles, com diversos graus de ineficiência", diz o Inesc, ONG dedicada a aprimorar mecanismos de participação da sociedade civil em políticas públicas.


Em 2013, por exemplo, dos R$ 1,59 trilhão autorizados, R$ 821 bilhões foram pagos e R$ 773 bilhões não foram executados, o equivalente a 48,5% do total. Até agora, do valor total autorizado, os chamados "encargos especiais" receberam a maior fatia (37,88%). Neles estão gastos com dívidas e para educação básica. Na sequência, com 27,33%, vêm a previdência social, seguida da saúde (5,84%) e educação (5,15%). As informações disponíveis no site são do Siga Brasil, sistema de informações do Senado sobre o orçamento público.
Dentro de cada órgão, é possível visualizar por mês o quanto já foi autorizado e está acumulado, e como o dinheiro foi gasto (pessoal, investimento e encargos). O site mostra ainda a divisão dos valores dentro dos órgãos, por unidades orçamentárias. A partir das informações do Ministério da Educação, por exemplo, é possível ver quanto foi destinado a fundações e a cada universidade federal. Todos os dados estão disponíveis para download em formato aberto e legível por máquina, o que permite desenvolvedores criar aplicativos para internet ou mesmo outras formas de visualização dessas informações.

Fonte: Estadao
Moto X, o primeiro celular produzido pela Motorola desde sua aquisição pelo o Google, começa a chegar ao mercado.


Como inovar num mercado onde atualmente, todos os celulares lançados são completos de fábrica? Onde todas as empresas de mesmo ramo, já fizeram isso? Todas já acrescentaram reconhecimento de voz, GPS e navegação. Onde todas, já aprimoraram as telas, agregando as mais altas tecnologia de resolução de imagem e vídeo, ao ponto de precisarmos de um microscópio para perceber a diferença?

Então e agora? Como distinguir seu telefone dos outros 4 mil aparelhos com tela sensível ao toque? Isso não é uma piada. Hoje existem 3.997 celulares Android diferentes. E seis iPhones e uma ampla variedade de aparelhos Windows e BlackBerry.


Com muito alarde, o Google orgulhosamente apresenta sua resposta? O Moto X.
Este telefone é o primeiro produzido pela Motorola desde que o Google a comprou, no ano passado, por US$12,5 bilhões (nota da redação: o Moto X ainda não é vendido no Brasil) .
Olhando para ele, você nunca diria que esse é o aparelho Android através do qual a Motorola espera mudar tudo. Sua traseira curva é plastificada, e não de metal (como o HTC One) ou vidro (como o iPhone 4 e 4S). Sua confortável tela de 4,7 polegadas parece ótima, mas não é tão grande ou nítida quanto o Samsung Galaxy ou o HTC One. O telefone é bastante rápido, mas seu processador não é o mais novo ou melhor.
Contudo, o Moto X oferece cinco recursos que nenhum celular jamais ofereceu.
Recursos
Recurso 1: é possível criar seu próprio esquema de cores. Você recebe uma escolha de 18 cores para o painel traseiro, preto ou branco para a frente, e sete cores para alguns detalhes (os botões e o anel ao redor da lente da câmera). As opções de cores são excelentes; a probabilidade de você e seu inimigo aparecerem em uma festa com um Moto X idêntico é de uma em 252.
Clientes nos EUA recebem seus telefones customizados em até quatro dias, cortesia do Recurso 2: ele é montado nos Estados Unidos. Os componentes ainda são feitos na Ásia, mas eles são finalizados no Texas – você pode perder menos sono se preocupando com trabalhadores chineses mal pagos.
O Recurso 3 é o mais útil: o modo sem toque. Assim como a Siri no iPhone, você pode mandar o aparelho discar um número, enviar uma mensagem, abrir um aplicativo, definir um alarme, procurar um fato na internet e assim por diante.
Comandos de voz
Porém, diferente da Siri, não é preciso pressionar um botão para falar. O celular está sempre escutando, mesmo quando estiver no porta-copo de seu carro.
E funciona incrivelmente bem, desde que você inicie seu pedido com uma saudação, "OK, Google Now". Sem tirar os olhos da estrada, você pode dizer: "OK, Google Now, me diga a rota até o Empire State Building". Ou "OK, Google Now, me lembre de dar o remédio para o cachorro às 20h00".
Essa ideia realmente inspirada é um salto adiante em segurança e conveniência. Ela deve seu sucesso a um chip especial que simplesmente escuta o dia todo. No entanto, ele vem com letrinhas miúdas.
Por exemplo, é preciso treinar o telefone a reconhecer sua voz. Em uma sala silenciosa, você precisa repetir "OK, Google Now" por três vezes, exatamente da mesma forma.
Se você protege o celular com senha, o recurso perde grande parte de sua força. Ele não executa a maioria dos comandos até você desbloquear o aparelho – e esse é o fim do conceito "sem toque".
E os comandos de voz do Android ainda não se comparam aos da Siri. O telefone reconhece o básico, como "Me acorde às 7h30", "Abra o Angry Birds", "Qual o valor das ações do Google?" e "Verifique a previsão do tempo para Memphis na sexta-feira".
Diferente da Siri, porém, ele não consegue criar respostas faladas a consultas sobre filmes, esportes e restaurantes. Ele não reconhece "Leia minhas novas mensagens de texto", "Acrescente picles na minha lista de compras" ou "Poste no Twitter, 'Acabo de ver um arco-íris duplo'". O Android não tem a mesma esperteza.
Ou a personalidade. Experimente dizer "Conte-me uma piada", "Você acredita no amor?" ou "Abra as portas do compartimento, Hal" para a Siri; você receberá respostas engraçadíssimas. Em comparação, o Moto X soa lobotomizado.
Ferramentas
Entretanto, o Moto X vem com uma percepção situacional soberba. Se você ligar o recurso Assist, o telefone alterna os modos de acordo com a hora e o local: dirigir, reunião e dormir.
No modo dirigir, o celular detecta quando você está em movimento. Ele começa a ler novas mensagens de texto em voz alta, direcionando chamadas ao modo viva-voz e, se você quiser, respondendo a chamadas com uma mensagem de texto automática: "Estou dirigindo e retorno assim que puder".
No modo reunião, o telefone sabe quando você está em um evento ou reunião consultando seu calendário. Durante esses períodos, ele ativa o silencioso e pode responder com uma mensagem de texto ("Estou em uma reunião, retorno quando puder"). Softwarezinho inteligente!
O modo dormir, como sugere o nome, coloca o aparelho no silencioso durante as horas que você especificar como de sono (nos modos dormir e reunião, você pode criar exceções para favoritos ou quando uma pessoa insiste por diversas vezes).
Recurso 4: a Motorola observou que muitas pessoas despertam seus telefones várias vezes ao dia apenas para conferir a hora ou mensagens perdidas. O Moto X exibe essa informação brevemente – a hora e um ícone para evento perdido – sempre que você o move. Não é preciso apertar nenhum botão; apenas puxe-o de seu bolso ou levante-o da mesa. A empresa diz que isso não gasta praticamente nada de bateria (que é mais ou menos igual à de seus rivais: você precisa recarregá-lo toda noite).
Se essa tela exibe um ícone (mensagem de texto, e-mail ou ligação, por exemplo), você pode manter o dedo pressionado sobre ele para visualizar os detalhes. Ou deslize para cima para abrir o aplicativo correspondente e responder. Infelizmente, este recurso mostra apenas uma notificação – a mais recente.
Câmera
Recurso 5: você pode abrir o aplicativo da câmera movendo o pulso umas duas vezes, como se tentasse espantar um mosquito; funciona com o telefone ligado ou desligado. Em dois segundos, você está pronto para tirar uma foto tocando em qualquer ponto da tela.
Isso é maravilhoso, assim como o próprio aplicativo simplificado. No entanto, a câmera deixa um pouco a desejar. Ela faz uma quantidade ridícula de busca por foco, e você acaba com algumas imagens borradas. Além disso, os vídeos são um pouco simplórios demais.
É ótimo que a Motorola esteja focada em aprimorar alguns recursos inovadores que você irá realmente usar; não é como o Samsung Galaxy S4, sobrecarregado com uma montanha de truques duvidosos. É ótimo que o telefone tenha uma proteção resistente a espirros de água. Também é ótimo que, por se tratar de um aparelho do Google, você poderá atualizá-lo a novas versões do Android conforme elas aparecerem. Isso é raro de acontecer em celulares Android de outras empresas.
Infelizmente, as cinco grandes inovações do Moto X não chegam a abalar a terra. Ele é um bom telefone, mas precisa competir com a beleza profundamente satisfatória (e alto-falantes superiores) do HTC One, o fervilhante poder (e tela superior) do Galaxy S4, e o ecossistema infinito de aplicativos e acessórios (e controle por voz superior) do iPhone.
Moto X, alguém se habilita?
Fonte: iG Tecnologia


A linha Lumia, produzida pela Nokia, é majoritária quando o assunto é smartphone com Windows Phone no Brasil. Se você procura um aparelho com o sistema operacional da Microsoft e ainda não sabe qual é o ideal para você, talvez este artigo possa ajudá-lo. Conheça "os Lumias", os smartphones coloridos da empresa finlandesa.

Linha Nokia Lumia 1020
O Lumia 1020, anunciado julho deste ano, inaugurou a linha 1000 da Nokia. O aparelho é o top de linha da marca, mas ainda não foi lançado no Brasil. O smartphone roda Windows Phone 8 e tem como carro-chefe a câmera de altíssima qualidade. São 41 megapixels, com tecnologia PureView, e lentes Carl Zeiss.


O aparelho conta com processador de 1,5 GHz e 2 GB de RAM, suficientes para rodar o SO da Microsoft com fluidez. A tela de 4,5 polegadas, no entanto, vai no sentido contrário ao dos tops atuais com Android. Isso porque sua resolução é apenas HD, não Full HD como no Galaxy S4 e LG G2. 
Linha Nokia Lumia 920
O Lumia 920 é o representante mais potente da série disponível por aqui, e também o mais caro, vendido em torno de R$ 1.999. O smartphone é equipado com um processador Snapdragon S4 dual-core de 1,5 GHz , 1 GB de memória RAM e 32 GB para armazenamento interno. Para os que gostam de fotografar, o gadget tem câmera traseira de 8.7 megapixels com flash embutido e as famosas lentes Carl Zeiss Pure View, além de uma frontal de 1,3 megapixels. Para completar, tela de 4,5 polegadas com resolução HD e Gorila Glass 2.


Quando o assunto é desempenho, o aparelho é de alto nível, reunindo configurações e funcionalidades com qualidade. A câmera traseira é considerada uma das melhores do mercado, já a tela responde bem ao sistema com fluidez na mudança de imagens, graças a tecnologia PureMotion HD+.
O som que o aparelho entrega, além de toda tradição da fabricante, tem conectividade para recursos sem fio, que é utilizada tambem no carregamento em uma base especial. Outro detalhe interessante é o que este Lumia já vem pronto para o 4G brasileiro.
Em breve, mais um aparelho da classe 900 desembarcará no país, o Lumia 925. O smartphone promete novas funções fotográficas como capturar uma sequência de movimentos na mesma foto e uma melhor captura de imagens em ambientes com pouca luz. O antecessor do Lumia 920 foi o Lumia 900, que hoje é um aparelho bem difícil de encontrar por aí.
Nokia Lumia 800
O Lumia 800 lembra muito o 920 em seu design mas com especificações mais modestas. Com tela de 3,7 polegadas e Gorilla Glass, o modelo tem processador Snapdragon de 1,4 GHz, 512 de RAM e a versão 7.8 do Windows Phone. O aparelho apresenta ótimo desempenho, câmera traseira com lentes Carl Zeiss de 8 megapixels e 16 GB de memória interna.


O Lumia 820, seu irmão mais velho, também vem com câmera de 8 megapixels, mas sem a tela “PureMotion HD+”. O processador dual-core tem a mesma frequência do 920, 1,5 GHz. Ele também já chega prontinho para usar o 4G nacional.

O aparelho tem uma vantagem sobre o Lumia 920: a entrada para microSD de fácil acesso, junto com o SIM Card e a bateria, levando em consideração o que a Nokia geralmente está acostumada a fazer com seus smartphones. Outra diferença em relação ao top da linha é a tela que, mesmo com resolução mais baixa, responde bem aos toques e tem cores vibrantes.
O Lumia 820 é recheado de aplicativos úteis. Dentre eles o pacote do Office, Mapas da Nokia para navegação com GPS e o Nokia Lente, um recurso que utiliza fotos e geolocalização para entregar informações sobre os locais em que o usuário se encontra.
Nokia Lumia 720
O Lumia 720 é o sucessor do modelo Lumia 710, lançado em 2012 com poucas mudanças nas configurações. O smartphone vem com processador dual-core Qualcomm Snapdragon S4 de 1 GHz, memória de 512 MB, expansão da tela de 3,7 para 4,3 polegadas, Gorilla Glass, com resolução 480 × 800 pixels. A câmera traseira, com lentes Carl Zeiss e capacidade de gravar vídeos em HD, também ficou um pouco mais poderosa, de 5 megapixels foi para 6,7 megapixels, além da presença de uma frontal, de 1,3 megapixels, que faz videochamadas em alta definição.

Com Wi-Fi, Bluetooth 3.0 e apenas conexão 3G, o aparelho oferece memória interna de 8 GB, expansível até 64 GB por cartão microSD, e bateria mais potente com 2.000 mAh. A versão também ganhou a tecnologia de "carregamento sem fio", assim como o Lumia 920, e tem preço em torno de R$ 969.
Nokia Lumia 620
O Lumia 620 é considerado um smartphone intermediário, com preço sugerido de R$ 679. Possui configurações semelhantes com os modelos superiores da linha: o smartphone vem com processador Snapdragon S4 dual-core de 1 GHz, display de 3,8 polegadas, com resolução de 480 x 800 pixels, e memória RAM de 512 MB. A câmera traseira de 5 megapixels vem equipada com flash, sendo este o destaque do aparelho.

Nokia Lumia 520
O modelo Lumia 520 é um dispositivo de entrada, ou seja, ideal para aqueles que têm curiosidade de experimentar um celular da Nokia com o sistema operacional da Microsoft. Mesmo mais "basicão", o aparelho tem atrativos melhores do que os clássicos lançados antes da dominação iOS x Android, e ainda mantém o DNA de qualidade da empresa.

O smartphone tem processador Snapdragon, dual-core de 1 GHz, 512 MB de memória RAM e tela com 4 polegadas. O armazenamento também é razoável com 8 GB de espaço interno, expansível até 64 GB via cartão microSD. O gadget vem com câmera de 5 megapixels que permite filmar em alta definição (HD) e vários aplicativos exclusivos que já vêm instalados, como o HERE, app de navegação GPS e mapas offline. O Lumia 520 pode ser encontrado nas lojas com preço em torno de R$ 550.


Fonte: Techtudo
Microsoft, Google, Yahoo e Facebook receberam dinheiro do governo americano para fornecer informações sigilosas.


As empresas de tecnologia se defenderam frente à opinião pública por terem colaborado com a espionagem do governo dos Estados Unidos, mas elas não foram prejudicadas pelos programas da NSA (Agência de Segurança Nacional). Na verdade, Microsoft, Google, Yahoo! e Facebook receberam dinheiro do governo para fornecer informações de seus clientes.

Os documentos vazados pelo ex-agente da NSA Edward Sowden ao The Guardian revelam que a legislação norte-americana prevê um reembolso em razão da aplicação da lei de solicitação de informações.

De acordo com o Wall Street Journal, as companhias de telecomunicações foram incluídas na agenda de pagamentos do governo, assim como as representantes do Vale do Silício. O documento que comprova a situação traz a justificativa de que há grandes custos operacionais envolvidos na coleta e transferência de dados.

No começo do ano a Microsoft já havia admitido que cobrava, sim, para repassar informações, mas disse que o fazia em cumprimento à lei, e não pelo dinheiro. Resposta semelhante foi dada ao WSJ pelo Yahoo!, mas Facebook e Google continuam negando ter aderido ao Prism - o programa de espionagem.


Fonte: Olhar digital

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