Estranhamente, porém, o anúncio, que foi dado no ano do centenário do naufrágio do maior navio de passageiros do mundo da época, pergunta-se porém, se o navio não vai afundar nas mesmas condições da estrela Titanic, quando zarpou pela primeira e última vez, em 14 de abril de 1912.
Desenhos paralelos entre as duas versões, Palmer acrescentou ainda que, o projeto arquitetônico do seu Titanic vai ser mais ou menos, semelhante ao do original, com, é claro, uma pitada de segurança e tecnologia de última geração aplicada ao projeto.
O Titanic original não foi apenas considerado o maior navio do seu tempo, mas também, provavelmente, o mais luxuoso. O plano, portanto é, que o transatlântico de Palmer venha ser tão luxuoso quanto a versão original. A tecnologia, no entanto, terá um upgrade, e não ficará em pé de igualdade, pois serão utilizados os mais modernos e recentes sistemas de navegação e de segurança marítima.
As semelhanças entre o Titanic e sua réplica do século 21, no entanto, não terminam aqui. O novo navio, previsto para velejar no final de 2016 irá traçar quase a mesma rota malfadada do seu antecessor (Londres-Nova York). As possibilidades de serem encontrados grandes icebergs flutuando nas águas quentes do Atlântico Norte (ajudado pelo aquecimento global) em 2016, se mostram sombrias, em uma história diferente, porém, direcionado para um mesmo destino.
O Titanic foi o navio mais caro já construído pelo homem. Tamanha é a fama do Titanic, que 100 anos depois do naufrágio, todas as recordações do navio, foram leiloadas por preços recorde. O custo de construção, de acordo com o barão de mineração, ainda não foi calculado.