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Lotus entra para o mundo de duas rodas com super bike.

Em junho do ano passado, a Lotus – icônica marca de carros esportivos – anunciou que entraria no mundo das duas rodas com uma superbike de 200 cv batizada de C-01, que estaria disponível para venda no início de 2014. Nenhuma foto, no entanto, havia sido divulgada até então mas, enfim, duas imagens feitas por computador do novo brinquedo da marca inglesa vazaram no site inglês motorcyclenews.com.
Para começar, a C-01 foi projetada pelo designer alemão Daniel Simon, um ex-designer da Bugatti  - responsável por projetos de peso como o Veyron -  que ultimamente tem sido o designer de alguns dos mais criativos conceitos o cinema. Foi ele quem criou as "Light Cycles", motos futuristas do filme "Tron", além de veículos utilizados no filme "Capitão America" e o "Bubbleship", usado por Tom Cruise no filme "Oblivion".
Entendemos, enfim, porque ela não se parece com nada disponível no mercado, embora se aproxime do estilo Cafe Racer. O motor que equipa a moto é um bicilíndrico em V de 1.2 litro fornecido pelaKTM. De acordo com a Lotus, a estrutura da superbike será composta de materiais como fibra de carbono, titânio e uma liga metálica utilizada na indústria aeroespacial e também em carros de Fórmula 1, com a finalidade de reduzir o peso.
Por trás deste ousado projeto estão ainda os grupos alemães Kodewa e Holzer, que adquiriram os direitos para utilizar a marca Lotus. Simon, o designer, resume: “Com a Lotus C-01, temos apenas uma ambição: criar uma máquina única que alie força brutal a elegância e estilo, um monstro de alta tecnologia em um terno sob medida.”
Fonte: iG Carros
Kombi sai de linha após 56 anos de história pelo mundo.

O primeiro dia útil de 2014 chegou com uma sensação estranha na planta da Volkswagen em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. Pela primeira vez em 56 anos, nenhuma Kombi é fabricada no local. As resoluções 311 e 312 do Contran exigem airbag duplo e freios com ABS em 100% dos veículos produzidos no Brasil a partir de 1º de janeiro deste ano. Por não possuir os itens, o modelo não pode mais ser fabricado. Agora resta a lembrança de admiradores e o lamento de frotistas: não há sucessor do veículo no país.
O fim da Kombi começou em agosto de 2013 e foi marcado por muita polêmica no mês passado. A Volkswagen programou uma despedida especial, com direito a uma série limitada, a Last Edition, evento na fábrica, hotsite com histórias dos fãs e campanha de marketing com os últimos desejos da Kombi.
A Kombi Last Edition foi lançada com apenas 600 unidades, com pintura retrô azul saia e blusa, bancos de vinil, cortinas, acabamento luxo e plaquetas numeradas no painel. Tudo isso com o preço salgado de R$ 85 mil. O alto valor não assustou colecionadores e logo a Volkswagen teve que dobrar a série para 1200 unidades.

"Quando anunciamos a Last Editon foi um fenômeno mundial. Tivemos pedidos dos cinco continentes. No início acreditamos que 600 seriam suficientes, tivemos que dobrar e ainda temos demanda para muito mais. Isso justifica o preço mais alto que a versão branca; temos mais de 5 mil interessados. Mas, além disso, se você ver o equipamento e o amor que colocamos, justifica o valor", afirma Jochen Funk, diretor da Volkswagen.

Show de trapalhadas

Tudo caminhava para uma despedida solene, à altura da história do modelo, quando o governo federal quase cometeu uma trapalhada na legislação de trânsito. Por pressão de metalúgicos do ABC Paulista e pelo medo de uma queda na venda por conta do aumento no preço dos carros, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, cogitou adiar a exigência de airbag e ABS por dois anos.

Veja fotos do encontro de Kombis em São Paulo

A polêmica durou uma semana e uma decisão favorável poderia dar sobrevida a Kombi, Gol G4 e Mille. A Fiat chegou a adiar o lançamento da edição de despedida do compacto, o Grazie Mille. No final, o bom senso prevaleceu e a exigência dos itens de segurança foi mantida; a indústria já tinha ganhado cinco anos para se adequar e o prazo não seria estendido.

Para a Kombi, porém, representou o fim de uma era. A Volkswagen não possui substituto para o modelo. Na Europa, existe o Transporter T5, uma espécie de tetraneta da Kombi, mas que chegaria com preço muito alto no Brasil. Sem o veículo, modelos como a minivan CN Auto Topic e outras chinesas podem ser a solução para transportar mais de 7 pessoas. Para cargas, as opções ficam com Fiat Fiorino, Dòblo Cargo, Peugeot Partner e Renault Kangoo.

Homenagens

Em 19 de dezembro, um grupo de operários da VW postou nas redes sociais fotos do que seria a verdadeira última Kombi fabricada no mundo. Colecionadores comentam que a unidade standard custará muito mais que as séries limitadas. Um outro modelo recebeu uma plotagem na lateral, no estilo saia e blusa, com fotos de todos os trabalhadores da linha de montagem da Kombi. 


Segundo a montadora, foi um evento informal organizado pelos próprios metalúrgicos. A empresa entrou em férias coletivas em 20 de dezembro e a produção só volta na próxima semana. Dessa forma, os últimos dias permitidos para fabricação da Kombi ‘não foram aproveitados’. As fabricantes têm até 31 de março para vender as unidades que sobraram ano 2013.

Encontro de Kombi nos Estados Unidos e Alemanha 

Além da Last Edition, a Volks realizou os quinze últimos desejos da Kombi, das centenas de histórias enviadas no hotsite. Vídeos e fotos contam algumas dessas aventuras, como o Carlos Alberto de Valentim, que viajou a três Copas do Mundo de Kombi para ver a Seleção. Os escolhidos ganharam ainda brindes do modelo.
O penúltimo desejo do carro foi um encontro com fãs, realizado na fábrica da VW na Rodovia Anchieta em 8 de dezembro. Mais de 170 veículos foram expostos, atraindo milhares de pessoas. O evento foi organizado pelo Sampa Kombi Clube e também chamou atenção da imprensa internacional. "A Kombi foi o carro que construiu o Brasil. Durante trinta anos, ela reinou absoluta como único veículo pequeno e médio para transporte de cargas e pessoas”, afirma Eduardo Gedrait, presidente do clube.

O modelo mais antigo em exibição foi uma unidade azul 1950, importada da Alemanha, da primeira versão comercializada. O destaque também ficou por conta de um modelo Westfalia 1971 dos Estados Unidos. David Paton deixou a California para dar uma volta no mundo no carro aproveitou a passagem pela cidade para participar do encontro.


Colecionadores de Belo Horizonte também ficaram marcados com o fim de produção do veículo e se uniram para criar um encontro na capital. O Clube da Kombi Belo Horizonte foi fundado em dezembro e já congrega 15 veículos. “ A notícia do fim da produção mexeu um pouco com o pessoal e o utilitário passou a ser mais frequente. Com isso, juntamos e resolvemos criar o clube da Kombi”, conta o presidente Amauri Lúcio de Oliveira, que também dirige o clube do Fusca.


Veja fotos do Clube da Kombi em Belo Horizonte!


O grupo que integra o Clube da Kombi é bem heterogeneo e reúne desde admiradores que possuem o veículo apenas para passeio no fim de semana até quem depende do carro para o trabalho. "Tudo que meu pai conseguiu, como casa e criar os filhos, foi através dela”, afirma o microempresário Igor Scalzo, dono de um modelo 1974.

Na Alemanha, o Fusca e a Kombi foram os destaques de uma exposição em homenagem ao Brasil no museu da Volkswagen, em Wolfsburg. A mostra "60 anos da Volkswagen do Brasil" exibiu  os modelos e tecnologias desenvolvidos pela subsidiária da marca alemã desde 1953. Uma Kombi Last Edition 2013 estava em destaque no local.

Na Alemanha, os modelos chamam-se Käfer (besouro) e Bulli. "Era assim que os "carros dos sonhos" dos brasileiros eram chamados nos anos 50. Neste quesito, eles tinham uma paixão em comum com os alemães", diz o site oficial do museu.



Fonte: Vrum
Engavetamento entre cerca de 130 veículos, deixa vários feridos na Inglaterra.

Dezenas de pessoas foram hospitalizadas e estão sendo tratados em hospitais no sul da Inglaterra, após um engavetamento envolvendo mais de 100 veículos em uma ponte movimentada , que liga a Ilha de Sheppey em Kent County, de acordo com o BBC.
Aparentemente, a "colisão em cadeia" ocorreu devido a um intenso nevoeiro que não permitia aos motoristas verem o trânsito congestionado.
O acidente ocorreu nas primeiras horas da manhã de quinta-feira e a limpeza da área aconteceu durante todo dia.

Vejam outras fotos do local:









Fonte: Huffington Post
Yamaha promete aquecer o mercado com o lançamento de sua primeira motocicleta de 150 cc, produzida no Brasil.

Dentro de 30 dias chegará ao mercado nacional a YS150 Fazer, a primeira motocicleta de 150 cilindradas da Yamaha produzida no Polo Industrial de Manaus (PIM). O veículo, desenvolvido por engenheiros brasileiros e japoneses, estará disponível nas versões ED e SED pelos preços de R$ 7.390 e R$ 7.850 respectivamente, conforme anunciado pela multinacional em evento de lançamento do produto na Bahia.
De acordo com o gerente comercial da Yamaha, Márcio Hegenberg, o ‘start’ na produção do modelo será dado nesta semana, quando será industrializado o primeiro lote que abastecerá parte das concessionárias da japonesa no país. “É um modelo da Yamaha inédito no Brasil desenvolvido pela engenharia da Yamaha no Brasil e Japão para atender o público brasileiro”, destaca o diretor, ao informar que a moto é bicombustível e possui uma potência de 12,2 cavalos.

Segundo Hegenberg, os modelos vão ‘bater de frente’ com o modelo de 150 cilindradas da concorrente pelas características que possui. “A Fazer é um modelo com característica de moto de alta cilindrada. Por ter design arrojado, é econômica e, por fazer entre 40 e 46 quilômetros com um litro de combustível, tem injeção eletrônica, mostrador digital e indicador de marcha, tanque com capacidade para receber até 15,2 litros de combustível, entre outros atrativos. Com o modelo, pretendemos conquistar entre 10% e 12% de market share de vendas nas motos da categoria”, observa o executivo, ao frisar que o projeto da Fazer foi ‘pensado’ por três anos.

O diretor-presidente da Yamaha, Shigeo Hayakawa, também mostrou otimismo com a entrada da japonesa no ramo de 150 cilindradas. “É um modelo que supera as expectativas e que representa uma nova era para a Yamaha”, disse o presidente durante o lançamento da Fazer e do novo slogan da multinacional — Revs your heart (acelerando o seu coração).

As duas versões da Fazer estarão disponíveis nas 500 concessionárias da marca no país a partir de 1º de outubro. A SED é a mais completa por ter cavalete central, pintura e grafismo diferenciados, piscas com lente cristal, além do acabamento do banco com textura especial e molas amortecedoras traseiras na cor vermelha.
O modelo também será contemplado pela exclusiva revisão com preço fixo Yamaha, onde o cliente sabe exatamente quanto vai pagar desde a primeira até a sétima revisão (até os 30 mil quilômetros), permitindo economia, valorização do modelo e maior segurança. Além disso, a Fazer oferecerá linha de peças de reposição Y-TEQ, com qualidade Yamaha e preços competitivos. A versão ED conta com as cores preto sólido e vermelho metálico, a versão SED azul, branco e laranja metálicos.

Fonte: O Tempo
Brasil, o país dos carros mais caros do mundo. Um absurdo!


A frota de veículos no Brasil não para de crescer, mesmo sendo o pior lugar do mundo para se comprar um carro, já que os mais caros do Brasil podem ser encontrados por preços bem camaradas nos EUA, Europa… Falo em termos de diferença de preços, já que facilidades são muitas. A grande maioria dos consumidores paga em 36, 48 ou 60 vezes, o que quase dobra o já abusivo valor dos veículos.

Para dar uma noção mais clara da diferença de preços do que é cobrado no Brasil em relação a outros países veja os dados divulgados no congresso dos distribuidores dos Estados Unidos (N.A.D.A), pela ACARA, Associacion de Concessionários de Automotores De La Republica Argentina.


Eles usaram como exemplo o Toyota Corolla (foto abaixo), um dos carros mais vendidos em todo o mundo. No Brasil ele custa o equivalente a US$ 37.636,00. Na vizinha Argentina cai absurdamente para US$ 21.658,00 e nos Estados Unidos despenca para US$ 15.450,00.

O que explica isso? A fome de lucro de toda a cadeia automotiva: peças, concessionárias e claro, a ganância gigante do governo que se farta de impostos.

Vejam outros exemplos claros do peso absurdo dos impostos cobrados pelo governo de nosso Brasil...


BMW X1 XDRIVE 28i 2.0 turbo




Brasil: 164.797,00 reais
EUA: 32.500,00 dólares (R$ 64.489,75)




Chevrolet Camaro



Brasil: 203.000,00 reais
EUA: 32.635,00 dólares (R$ 64.757,63)

Fiat 500



Brasil: 42.630,00 reais
EUA: 16.000,00 dólares (R$ 31.699,20)

Ford Ecosport



Brasil: 57.990,00 reais
Chile: 40.385,25 reais

Grand Cherokee Laredo



Brasil: 159.900,00 reais (preço promocional) e 165.100,00 reais no preço normal.
EUA: 29.695,00 dólares (R$ 58.923,79)

Honda Fit



Brasil: 52.096,00 reais (US$ 26.454,07)
México: 15.933,35 dólares (R$ 31.368,34)

Novo Gol



Brasil: 32.490,00 reais (sem ar condicionado)
México: 150.400,00 pesos mexicanos (R$ 23.342,08) com ar condicionado

Range Rover Evoque



Brasil: 176.500,00 reais (US$ 88.925,84)
EUA: 42.040,00 dólares (R$ 83.419,97)

Renault Sandero



Brasil: 34.850,00 reais (US$ 17.558,44)
Chile: 27.579,15 reais (US$ 13.897,09)

Toyota Prius



Brasil: 120.830,00 reais (US$ 61.356,83)
EUA: 24.200,00 dólares (R$ 47.644,96)

Precisa dizer mais alguma coisa? Eita, Brasil de meu Deus!


Lama e luxo podem, sim, formar uma boa dupla. Prova real disso são os utilitários esportivos Jeep Grand Cherokee, Audi Q5 e BMW X6, que trouxeram para os brasileiros o conforto e os mimos dos carros importados mais nobres aliados ao espírito aventureiro dos veículos off-road.


Dos três, o Grand Cherokee Turbo Diesel é o que menos tem medo de lama, honrando a história e a fama da Jeep. Assim como os alemães, ele chega equipado com tração 4x4, ideal para encarar as pegadinhas que as estradas de chão encharcadas podem oferecer.



Embora o Grand Cherokee também seja vendido com motor a gasolina 3.6 V6 de 286 cv, avaliada a partir de R$ 159.900, é a opção topo de linha CRD (Common Rail Diesel) Limited, de R$ 229.900, a que oferece força suficiente para enfrentar terra e barro, com o propulsor 3.0 V6 de 241 cv. Enquanto o motor a gasolina tem torque de 35,4 kgfm, o diesel atinge a marca de 56 kgfm.


Mesmo movidos a gasolina, o Audi Q5 Ambition e o BMW X6 xDrive35i também têm força suficiente para topar qualquer parada. No primeiro, o motor é o 3.0 V6 de 272 cv. No segundo, é o 3.0 de seis cilindros em linha com 306 cv. Nos dois, o torque é de 40 kgfm e o câmbio automático de oito marchas.



Recursos


O BMW X6 e o Grand Cherokee têm em comum o Controle de Descida, recurso que auxilia o motorista a passar por declives com segurança. Ele mantém o veículo, sem auxílio do freio, em velocidades baixas, como se estivesse com a reduzida acionada.



O jipão americano ainda oferece o Select-Terrain, que permite configurar o veículo para percorrer todo tipo de terreno (asfalto, com lama, com pedras, etc).



Modelos vêm até com câmera no teto para auxiliar na entrada de vagas

Se o Jeep Grand Cherokee, o BMW X6 e o Audi Q5 são bons no quesito off-road, eles são melhores ainda quando o assunto é conforto e tecnologia embarcados.



O básico neles é luxo em outros modelos mais em conta. Todos trazem ar-condicionado digital, sensores de estacionamento, câmera traseira, teto solar elétrico, bancos de couro, entre outros mimos.





Tecnologia


O pacote tecnológico do trio é completíssimo, mesmo no jipão americano, o mais barato deles. Para se ter uma ideia, ele oferece um sistema multimídia com tela de 6,5 polegadas no painel central e outras duas telas de 10 polegadas para os passageiros do banco traseiro. São 30 GB de memória interna para armazenamento de arquivos digitais e nove alto-falantes. Sem falar no banco do motorista, com ajustes elétricos com aquecimento e oito posições memorizáveis.



Comodidade



Para comodidade do motorista, o BMW X6 tem, como tecnologia opcional, o Surround View, recurso que projeta na tela do sistema multimídia uma visão de 270 graus de uma perspectiva de cima do carro para auxiliar nas entradas e saídas de vagas com má visibilidade - tudo por meio da câmera de ré e de câmeras instaladas nos espelhos retrovisores. Além disso, ele também usa câmeras laterais para aumentar a segurança nas manobras.



A bordo do Audi Q5 Ambition, versão mais cara do SUV médio, o teto solar panorâmico “Open Sky” elétrico chama a atenção. Com os opcionais do pacote Advanced, o Q5 ainda oferece o Controle de Cruzeiro Adaptativo, que utiliza radares para manter uma distância constante do veículo da frente.



Seu sistema de áudio e comunicação já inclui DVD player e Rádio MMI Plus com sistema de navegação de série, mas para os mais exigentes, ele pode ser aprimorado com o sistema de som Bang & Olufsen.


Fonte: Gazeta on-line

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